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O Brasil por vários anos esteve entre as cinco forças do basquete mundial. Essa fase boa durou até final da década de oitenta. Inaceitável que nosso basquete masculino esteja desde 1.996 fora dos Jogos Olímpicos. Principalmente na fase em que os esportes olímpicos do País recebem tanto dinheiro, o que, ao menos em tese, deveria incrementar a modalidade.

A verdade é que o trabalho de base no basquete do Brasil foi muito mal feito. E nesses anos todos colhemos os “frutos” da inexistência da massificação.

Estamos em um momento muito importante, em que a classificação do time brasileiro para os Jogos Olímpicos de Londres poderá significar a reviravolta que o nosso basquete masculino precisa tanto dar. A importância não se resume à participação na Olimpíada. Mas o que ela poderá representar para que o Brasil retome o rumo certo nesse esporte.

A classificação no campeonato pré olímpico das Américas, se vier, será um marco importante.

Amigo Alberto,

Coloquei hoje no site REMO2016 (http://www.remo2016.com.br/apoio-estadio.htm) o Carlos Nuzman em entrevista realizada em 5/3/2007 antes da obra do Estádio de Remo na lagoa visando o Pan2007.

Ao rever o Nuzman lembrei de você, que conhece bem o presidente do COB, e diversas vezes já escreveu sobre ele.

Percebi que na hora que Nuzman vai falar “um legado extraordinário para o esporte (ou para o remo)” ele engasga e as palavras não conseguem sair facilmente… Nuzman só consegue pronunciar “um legado extraordinário…” engolindo as palavras seguintes (seria “”um legado extraordinário para o esporte”? para o remo?)

Resta saber se foi simples gagueira e o sujeito oculto seria o esporte (remo) ou Nuzman já previa naquela época que as obras seriam um extraordinário legado para a… GLEN ENTERTAINMENT COMÉRCIO REPRESENTAÇÕES E PARTICIPAÇÕES LTDA .

Conforme você sabe, hoje se remadores e torcedores entrarem no Shopping Lagoon não encontram mais o nome Estádio de Remo na fachada e terão que pagar um caro estacionamento. Em vez de ajudar a fomentar o esporte, a Glen conseguiu um jeito de faturar o remo. Isso é que é um legado extraordinário!

O abraço,

Carlos Martins

E saiu a aguardada medalhinha do Brasil no Mundial de Atletismo.

E ela veio logo na cor dourada, com a nossa fantástica saltadora Fabiana Murer.

Com o feito de Fabiana, o Brasil conquista sua 1ª medalha de ouro na história dos Mundiais
Outdoor de Atletismo. Em 28 anos e nas 13 edições disputadas anteriormente, o
Brasil só havia conquistado pratas ( 5 ) e bronzes ( 5 ).

Agora o Brasil já figura no quadro de medalhas na 8ª posição… ao lado das potências Botsuana e Granada ( * ).

Para o Brasil, um País desse tamanho e com tanta gente, ainda é pouco, muito pouco. Principalmente levando-se em conta que a Confederação Brasileira de Atletismo recebeu, no ano passado, pelo menos R$ 10 milhões de dinheiro público (CEF e Lei Piva).

Valeu Fabiana e Elson, salvadores da pátria.

Agora vai !

( * ) A Granada em questão não é aquela que explode como “explodiu” o orçamento do Pan
Rio 2007. Essa Granada aí, empatada com o Brasil, é uma pequenina ilha no mar caribenho.

O Brasil nos Mundiais

A história dos Campeonatos Mundiais de Atletismo tem início em 1983, quando a IAAF realizou a primeira edição do evento, em Helsinque. A capital da Finlândia, país onde o atletismo é preferência nacional, já fora a sede dos Jogos Olímpicos de 1952. No mesmo estádio que consagrou Adhemar Ferreira da Silva, campeão do triplo naqueles Jogos, um jovem brasiliense de apenas 20 anos, quase três décadas depois, conquistou um lugar no pódio do Mundial: Joaquim Cruz, bronze nos 800.

Roma, capital italiana, recebeu o mundo para a segunda edição do Campeonato, em 1987. Mais uma vez, foi nos 800 m que o país viu um atleta seu ganhar medalha: desta vez, com Zequinha Barbosa, oriundo de Três Lagoas (MS). 

Zequinha alcançaria o pódio novamente quatro anos depois: prata em Tóquio 1991. 

Ainda em Tóquio, a IAAF decidiu mudar a periodicidade do evento, que passou a ser disputado a cada dois anos. Assim, o campeonato seguinte foi realizado em Stuttgart, na Alemanha, em 1993. Nesta edição o Brasil acabou sem medalhas. 

Gotemburgo, cidade sueca, foi a sede do Mundial de 1995 e viu a façanha do fluminense Luiz Antonio dos Santos, bronze na maratona.

Em Atenas, capital da Grécia, berço dos Jogos Olímpicos, Claudinei Quirino conquistou sua primeira medalha: bronze nos 200 m.

Sevilha levou o Mundial à Espanha em 1999. E o Brasil obteve uma de suas melhores atuações coletivas: Claudinei Quirino, nos 200 m, e o paulista Sanderlei Parrela, nos 400 m, ganharam a medalha de prata. O 4×100 m foi bronze, com o paulista Rafael de Oliveira, Claudinei Quirino, André Domingos e Edson Luciano.

O continente americano organizou o Mundial pela primeira vez em 2001, com a sede em Edmonton, no Canadá. Nesta edição o Brasil também não obteve medalhas. 

Paris e o belo Stade-de-France viram a edição seguinte do Mundial, em 2003. O 4×100 m ganhou prata com Vicente Lenilson, Edson Luciano, André Domingos e Cláudio Roberto. 

A décima edição do Mundial aconteceu novamente no estádio olímpico de Helsinque, em 2005, e tal qual as edições de 1993 e 2001 o Brasil terminou a competição sem subir ao pódio.  

Em Osaka, no Japão, em 2007. Os brasileiros alcançaram a final em oito provas e o melhor resultado do Brasil foi alcançado por Jadel Gregório, prata no triplo.

O mais recente Mundial foi disputado em Berlim, na Alemanha, em 2009. o Brasil acabou sem medalhas.

 
  Medalhas Brasileiras

1983 Helsinque Bronze Joaquim Cruz 800 metros
1987 Roma Bronze José Luiz Barbosa 800 metros
1991 Tóquio Prata José Luiz Barbosa 800 metros
1993 Stuttgart Sem medalhas    
1995 Gotemburgo Bronze Luiz Antonio dos Santos Maratona
1997 Atenas Bronze Claudinei Quirino 200 metros
1999 Sevilha Prata Claudinei Quirino 200 metros
    Prata Sanderlei Parrela 400 metros
    Bronze Raphael de Oliveira
Claudinei Quirino 
Edson Luciano 
André Domingos
Revezamento 4x100m
2001 Edmonton Sem medalhas    
2003 Paris Prata Vicente Lenilson 
Edson Luciano  
André Domingos  
Cláudio Roberto Souza
Revezamento 4x100m
2005 Helsinque Sem medalhas    
2007 Osaka Prata Jadel Gregório Salto Triplo
2009 Berlim Sem medalhas     
2011 Daegu Ouro Fabiana Murer Salto com Vara
         
         
         
         
         
         
         
                          
         
         

Gesta,

A iniciativa abaixo é boa e pelo que pude ver até o momento conta com o meu apoio. Tenho enorme coleção da história do atletismo do Brasil e sulamericano. Principalmente meu arquivo fotográfico é enorme.

Tenho muita coisa do meu avô, principalmente do Sul Americano de 39, que foi uma epopéia e a primeira vitória por equipe do esporte brasileiro fora de nossas fronteiras.

Por um legado olímpico para o País, poderei contribuir com alguma coisa (se o patrão Nuzman, vaidoso que só ele, não quiser, isso tem que ser superado. Ele é mestre em querer apagar o passado olímpico do Brasil).

Atenciosamente.

Alberto.

9|04|2011 – 09:00 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

Galeria Olímpica RGM fará Exposição Permanente, aberta ao público, de medalhas de troféus conquistadas por grandes atletas brasileiros

Manaus – Principal colecionador de itens olímpicos da atualidade, o brasileiro Roberto Gesta de Melo está em contato com várias entidades, para viabilizar uma “Exposição Permanente”, por várias cidades, com troféus, diplomas e medalhas conquistados por grandes atletas brasileiros em grandes competições.

A Exposição mostrará também sapatilhas e uniformes, utilizados por importantes nomes do esporte nacional, tanto do passado quanto outros mais recentes. Caso, por exemplo, dos medalhistas olímpicos Adhemar Ferreira da Silva, João Carlos de Oliveira, José Telles da Conceição, ou da campeã mundial e Fabiana Murer.

A ideia de Gesta é que, posteriormente, esse material faça parte de acervo permanente, a ser instalado provavelmente no Rio de Janeiro, como legado cultural dos Jogos Olímpicos de 2016 e para preservação da memória desportiva nacional.

Basicamente, explica Gesta, “o que queremos é mostrar às novas gerações as conquistas e a vida dos nomes que fizeram e fazem a grande história do Atletismo do Brasil”.

A Galeria Olímpica RGM, em Manaus, possui o maior e mais variado acervo de itens olímpicos do mundo, como Relatórios oficiais dos Jogos Modernos, medalhas de premiação e participação, livros e documentos olímpicos, tochas dos Jogos de Inverno e de Verão, uniformes de atletas etc.

O Cartola Doidão.

agosto 26, 2011

Mesmo com a criação da internet, quando estou fora do País, confesso que não fico absolutamente atualizado sobre as coisas que se passam na terra natal. Vejo uma coisa, ou outra, detenho-me naquilo que me parece mais relevante.

Hoje lí uma manchete que pensei que fosse blague. Cliquei em cima da notícia e lá estava ela. Um presidente de alguma federação de futebol qualquer andou dizendo que não permitiria manifestações nos estádios contra Ricardo Teixeira. O sujeito deve ser um imbecil. Uma parvoíce dessas somente pode partir de uma mente insana.

Em primeiro lugar o tal cartola não é dono do estádio. Se o jogo fosse no quintal da casa dele, até concordo que pudesse exigir o traje dos torcedores, como aqueles convites que recebemos com o R.S.V.P e a indicação da indumentária. Mas o futebol brasileiro, apesar de tudo, ainda não chegou a esse nível.

Em segundo lugar, o ilustre dirigente não tem poder de polícia, nem mandado judicial, nem coisa alguma que dê exequibilidade à sua idéia.

Mais importante que tudo é o sagrado direito de livre manifestação que a Constituição Federal nos garante. A expressão publíca e pacífica, seja ela favor, ou contra alguma coisa, é altamente benéfica e necessária.

O cretino do cartola, no fundo, sabe que a sua ameaça é uma bravata. Muito embora eu lhes possa afiançar que essa gente gostaría imenso de arrancar nossas tripas a cada vez que discordamos deles.

O tal presidente quis dar uma puxada de saco na CBF e em seu presidente, ainda que isso lhe custasse a pecha de idiota.

Pois então que se faça o contrário. Que as torcidas dos dois times levem aos estádios camisetas, faixas, bandeiras e vuvuzelas para protestar contra o establishment do futebol brasileiro.

A trama de Nuzman

Texto do Blog do Juca – Juca Kfouri

No ano que vem, em 17 de março, Carlos Nuzman faz 70 anos e, pela Carta Olímpica, tem que sair do Comitê Olímpico Internacional.

Ele tentou, dois anos atrás, no 13o. Congresso do COI na Dinamarca, uma movimentação para a mudança do estatuto.

A reação contrária de seus pares, contudo, foi forte.

Mas ele não desiste e articula neste momento uma manobra casuística.

Nuzman entrou no COI na esteira de mudanças que ele proprio defendeu, tais como limite de 70 anos e espaço para presidentes de Comitês Olímpicos
Nacionais e Federações Internacionais.

Ao contrario de João Havelange, que é membro sem limitacao de idade, pois entrou antes de 1.965.

Após 2.016, o Brasil voltará a ter dois membros no COB, uma vez que a Carta Olimpica confere este direito aos países que sediam Jogos Olimpicos.

Assim, abre-se outra vaga.

Ninguém, absolutamente ninguém, fala nisso.

A  percepção de quem entende do assunto é a de que Nuzman já entabula algo para o COI, se ele realmente tiver que sair em 17 de março de 2.012.

E é quase certo de que ele, além de tudo fazer para permanecer,  indicará seu fiel escudeiro Carlos Osorio para a segunda vaga adiante.

É preciso barrar a sede continuísta de Nuzman por um lado e, por outro, lutar para que o Brasil indique como representantes no COI ex-atletas respeitados pelo país afora e não gente da curríola do cartola.

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