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Ricardo Garcia Capelli é militante do Partido Comunista do Brasil, que tomou a máquina do Ministério do Esporte. Foi cabo eleitoral de Jandira Fegali (PC do B/RJ) e do Prefeito Lindemberg Farias (PC do b/RJ), de Nova Iguaçu, aonde ocupou o cargo de Secretário Municipal de Desenvolvimento. Ex Presidente da UNE. Candidato derrotado a Vereador no Rio de Janeiro, em 2.008. Integrou a Delegação Brasileira que foi à Universíade, na Korea do Sul, em 2.001, aonde teve envolvimento com a Polícia local, conforme é sabido e documentado. Deu certo trabalho à delegação brasileira. A questão é que Capelli pode ser muito bom em alguma coisa. Mas não em esportes, porque não entende nada do assunto. Por isso, não tem condições técnicas de assumir um programa de Leis de incentivo fiscal ao esporte no Brasil. Isso comprova que o Ministério do Esporte não está à serviço do País. Mas, como tenho escrito aqui, é utilizado como uma máquina partidária que abriga políticos e filiados desempregados.

Ministério do Esporte

GABINETE DO MINISTRO

 

PORTARIAS DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009

Nº 37, quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 32 2 ISSN 1677-7050

O MINISTRO DE ESTADO DO ESPORTE, no uso das atribuições constantes dos incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, tendo em vista o que dispõem os artigos 6º e 7o do Decreto 6.180, de 3 de agosto de 2007, e o que consta no Processo no 58000.002193/2007-06, resolve:

  No- 30 – Art. 1o Constituir Comissão Técnica destinada a avaliar e aprovar o enquadramento dos projetos desportivos e paradesportivos a serem beneficiados por incentivos fiscais, oriundos da Lei no 11.438, de 29 de dezembro de 2006, destinados a fomentar as atividades de caráter desportivo.

  Art. 2o A Comissão Técnica terá a seguinte composição:

a) representantes governamentais, indicados pelo Ministério do Esporte:

I Ricardo Garcia Cappelli, que presidirá os trabalhos da Comissão Técnica;

II Alcino Reis Rocha;

III João Ghizoni.

b) representantes dos setores desportivos e paradesportivos, indicados pelo Conselho Nacional do Esporte:

IV Alberto Saraiva;

V Humberto Panzetti;

VI Ricardo Gomyde.

  Art 3o Designar Alcino Reis Rocha para exercer o encargo de substituto eventual do Presidente desta Comissão, em seus afastamentos, impedimentos legais ou regulamentares e na vacância do cargo.

  Art. 4o Revogam-se as Portarias nos 011, de 16 de janeiro de 2008, publicada no D.O.U de 17 de janeiro de 2008, e 050, de 19 de março de 2008, publicada no D.O.U de 20 de março de 2008.

  Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

                                          ORLANDO SILVA

MINISTÉRIO DO ESPORTE

Ano L No- 25 Brasília – DF, quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no caput e § 1o do art. 1o do Decreto no 5.551, de 26 de setembro de 2005, e no art. 1o do Decreto no 4.734, de 11 de junho de 2003, resolve

 

Nº 50 – N O M E A R

 

ALCINDO REIS ROCHA, para exercer, em caráter temporário, cargo DAS 101.6, com vistas ao desenvolvimento de atividades relacionadas à gestão de grandes eventos esportivos, no âmbito do Ministério do Esporte, ficando exonerado do que atualmente ocupa.

 

Nº 51 – E X O N E R A R

 

DJAN GARRIDO MADRUGA do cargo de Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, código DAS 101.6.

 

Nº 52 – N O M E A R

 

RICARDO LEYSER GONÇALVES, para exercer o cargo de Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, código DAS 101.6, ficando exonerado do que atualmente ocupa.

 

Nº 53 – N O M E A R

 

RICARDO GARCIA CAPPELLI, para exercer o cargo de Diretor de Programa da Secretaria-Executiva do Ministério do Esporte, código DAS 101.5.

 

DILMA ROUSSEFF

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Técnico questiona procedimentos adotados na Confederação Brasileira e disse que não vai se calar

PERNAMBUCO, 26/02/2009 20:45
Folha de Pernambuco

Manuella Bezerra de MeloO Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao), filiado à Confederação Brasileira de Clubes (CBC) e criado exclusivamente para cobrar e fiscalizar as atitudes e o destino da verba do Comitê Olímpico Brasileiro, tem somente 20 dias de fundação. Mas o tempo foi suficiente para que a iniciativa ganhasse simpatizantes. Inspirado nas declarações do presidente do Flamengo, Márcio Braga – que recentemente deu entrevistas sobre posições de desrespeito do COB e problema no repasse da verba da Lei Agnelo/Piva -, o treinador pernambucano João Reinaldo Nikita decidiu comprar a briga e cobrar publicamente aquilo que ele chama de ‘atitude e respeito’ por parte da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. “Particularmente, nem simpatizo muito com o Braga, mas, neste caso, assino embaixo de tudo que ele disse. Dentre outras ações ditatoriais, extinguiram nossa associação de técnicos. E já que não há fórum adequado para que eu me expresse, preciso dizer a alguém a verdade sobre a entidade”, desabafou o técnico da nadadora Joanna Maranhão.

De acordo com o pernambucano, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), que conta com verba de patrocínio dos Correios e com o repasse de 2% provenientes da Lei Agnelo/Piva – ambos recursos estatais -, não repassa nenhum centavo para clubes, federações e, nem mesmo, para os atletas dos estados, que ficariam à mingua da boa vontade familiar. Os beneficiados seriam apenas os ‘atletas de ponta’, escolhidos pelo presidente da entidade sem nenhum indicativo dos critérios utilizados. “Todos querem saber para quem vai este dinheiro? É preciso transparência ao lidar com o dinheiro público. Quanto ganha cada atleta beneficiado? Por que motivos eles são os escolhidos? Não há critérios”, questionou ele, defendendo, ainda, a criação daquilo que chamou de ‘orçamento participativo’ com a comunidade aquática. “É preciso criar instrumentos para discutir com todos, as prioridades da Confederação e da sua distribuição de verbas. Você imagine só. Se o César Cielo, melhor nadador do Brasil, foi para a televisão dizer que suas conquistas em nada tinham ligação com a CBDA, imagine o restante da comunidade aquática”, indagou.

O empenho do treinador em cobrar atitutes da CBDA já é conhecido. No congresso técnico realizado no último Campeonato Open de Natação, em dezembro de 2008, Nikita e o presidente da CBDA, Coaracy Nunes Filho, chegaram e discutir em público sobre a verba da entidade e, ainda segundo Nikita, ele teria dito, sem pestanejar, que nem divulgou e nem irá divulgar a prestação de contas da entidade. “Ele não apenas se perpetuou ilegalmente na entidade como ainda utiliza dos recursos públicos como se a CBDA fosse uma empresa particular. Agora, anunciou que vai tentar mais recursos através de oito projetos de patrocínio com empresas privadas que vão descontar o investimento do imposto de renda. Esta era a única forma dos clubes e equipes barganharem verba para sobreviver, mas vai para as mãos de Coaracy e, mais uma vez, ninguém vai ver a cor deste dinheiro”, completou para, então, finalizar. “Vou ser um calo no seu calcanhar. Vou acionar deputados, senadores, procurar os Correios até descobrir que fim está sendo dado ao dinheiro”.

Procurado pela reportagem da Folha de Pernambuco, o presidente da CBDA, Coaracy Nunes Filho, recusou-se a prestar esclarecimentos sobre o assunto. Resumiu-se a dizer, por meio da assessoria de imprensa da entidade, que não iria alimentar polêmica com o treinador pernambucano.

 

 

 

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=855566&tit=Candidatura-olimpica-entre-o-sucesso-e-o-fracasso

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=855564&tit=Clubes-querem-sua-parte-da-Lei-Piva

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=855580&tit=O-COB-contra-a-parede

Outro dia  soube de uma fonte do próprio Comitê que lá dentro existem pastas, com nomes de pessoas que, segundo a direção da entidade, são consideradas suspeitas, o que quer dizer que são contra o regime adotado por eles. As pastas contém informações sobre os indivíduos “perigosos’, com toda e qualquer documentação e declaração publicada na imprensa sobre eles. As pastas são encaminhadas com comentários e observações do próprio COB ao Czar Olímpico, que as controla pessoalmente.

Trocando em miúdos, funciona mais ou menos como um DOPS olímpico, relembrando um dos instrumentos mais agressivos e repugnantes do aparato da ditadura.

Quando soube disso, senti-me agredido. Isso é inadmissível. Há pastas em nome de grandes Atletas que, hoje, não estão absolutamente de acordo com os métodos do COB.

Se a direção do COB negar a existência dessas pastas estará mentindo descaradamente. Elas existem sim! Talvez, à partir do momento em que o assunto tenha tornado-se público, eles mudem esses arquivos para alguma ilha. Mas continuarão existindo.

Quando houver a democratização do esporte brasileiro, todos aqueles listados pelo COB como “mau elementos”, deverão ter acesso, cada qual, à sua pasta.

Essa gente tem que sair de lá. E não podemos aguardar quatro anos. Tem que ser já. E que eles não tentem impedir a publicação deste Blog, a exemplo do que já fizeram com outros, porque isso não irão conseguir mesmo. também fui informado de que esse Blog é diariamente monitorado, para saber quem postou comentários nele.

É gente que tem medo de democracia.

Fonte: http://osgeraldinos.wordpress.com/2008/08/05/olimpiadas-o-sonho-de-milhares-de-atletas-pelo-mundo-rafael-duarte/

O Sonho de Milhares de Atletas Pelo Mundo – por Rafael Duarte

“A China se prepara para celebrar a maior Olimpíadas de todos os tempos. E Beijing, uma das mais importantes e maiores aglomerações urbanas, porém conturbadas do planeta, vai sediar a maior festa do esporte. As instalações serão de proporções faraônicas e terão a mais bela e imponente estrutura de todos os tempos.

Acima de tudo, essa grande estrutura estará preparada para abrigar o maior numero de participantes da historias dos Jogos. Com 37 ginásios e estádios, um enorme e moderno terminal do aeroporto com um milhão de metros quadrados de área recém construída, e uma vila Olímpica preparada para receber 16 mil atletas.

Uma verdadeira população ocupará a capital chinesa nos praticamente 30 dias de competições.

A quantia é tão grande que os atletas só irão para as vilas olímpicas nos dias que antecederem as suas participações. Mesmo assim, o número de atletas que passarão por lá faz a primeira Olimpíada moderna de Atenas em 1896 parecer uma gincana inter-escolar de fim de semana (em questão numérica é claro!).

Mas acreditem! Essa enorme quantia de participantes terá uma torcida quatro vezes maior de compatriotas atletas que não se classificaram em suas seletivas nacionais e internacionais.

Posso dizer que farei parte desses numero de atletas que assistirão aos jogos em casa. Obtive o índice B para os Jogos (uma espécie de bola na trave para poder participar do evento) na marcha atlética, e não vou estar em Beijing. Mas fico muito feliz de ter vivido e aprendido com essa experiência. Talvez o mais importante do espírito Olímpico, o de ter tentado e lutado.

Digamos que em ano de Jogos as disputas e o clima Olímpico começam muito antes de serem declarados oficialmente abertos por seus presidentes, pelo menos para os atletas.

O chamado “ano olímpico” é formado por um calendário esportivo riquíssimo em circuitos e eventos, com competições, camping e clinicas de alto rendimento para que os atletas cheguem em um alto nível e obtenham os índices mais rapidamente. A corrida para garantir a vaga começa no ano anterior e vai até aproximadamente 20 dias antes da abertura dos jogos.

Posso dizer que fazer parte desse período que competi e treinei (no meu caso no circuito europeu) me fez sentir esse gostinho olímpico. Pude ouvir historias, conviver com atletas importantes, passar por estádios e cidades olímpicas.

Durante alguns meses convivi com uma parte da comunidade esportiva internacional, e mais do que nunca me senti em família.

Na verdade, eu acho que é isso em que ela se transforma após um período tão grande de convivência, uma grande família atlética com um ideal em comum, o ideal Olímpico!

Poder estar com esses atletas de diversas modalidades, consagrados em seus países e no mundo, medalhistas ou não, me fez sonhar mais alto em participar dessa grande festa da humanidade.”

Um Exemplo
Rafael Duarte, 24 anos, é marcha-atleta, atual campeão do Troféu Brasil de Atletismo na prova de 20km. Conquistou o índice B em Rio Maior, Portugal (1h24m10s), em abril. Muito mais que um atleta brasiliense, Rafael é um exemplo de vida. Conquistou a 4º colocação no Mundial de Juvenis em Kingston 2002, resultado inédito no nosso atletismo. Logo depois, em 2004, foi diagnosticada leucemia, que o fez ficar afastado das pistas. Voltou a treinar em 2005 e completou em 2008, um ano sem quimioterapia.

Um cara que me orgulho de conhecer. E que prometo realizar uma entrevista aqui ao final dos Jogos.

 Sábado, 21 de fevereiro de 2009

 

Quando você se depara com uma foto desta é como se fosse apunhalado pelas costas, atraiçoado, vilipendiado, humilhado em sua condição de cidadão, de brasileiro, que ao cumprir com seu dever no trabalho e perante a família e a sociedade, não se conforma com tanta insensibilidade, tanta selvageria para com nossos jovens, nossas crianças.

E quando você consegue chegar ao final da leitura de uma reportagem, onde o superintendente do COB disserta sobre verbas publicas (O Globo de 8/2/09, em sua pagina 38), olimpismo e desporto nacional, guardando somente uma declaração sua sobre o Rio 2016, quando afirma –

“Estou otimista. O Brasil é forte candidato. Chicago não precisa dos Jogos para ser o que é. Está pronta. Faria um evento, e passou, passou. No Brasil, seria algo lembrado por 500 anos. Nos EUA, seria mais um. Para nós, seria o primeiro evento deste tipo na America do Sul para 40 milhões de crianças”.

Ai você explode de indignação e revolta pelo cinismo e completo alheamento às verdadeiras e fulcrais necessidades destas crianças, 40 milhões delas!

E quando já se ensaia a disponibilidade de 30 bilhões ( o Pan custou 3 bilhões…) para essa criminosa e lesa pátria aventura, ai a indignação vira revolta, que deveria se espraiar por todas as latitudes deste imenso e infeliz país, onde seu futuro é obrigado a estudar sentado no chão enquanto sinecuras desfilam sua crueldade escudados em uma verba pública que por si só, vejam bem, 30 bilhões, resolveria em muito suas desigualdades e omissão de direitos previstos e sacramentados na constituição do país. Tanto dinheiro ainda auxiliaria na construção tosca, mas real, de pequenos módulos constituídos de uma piscina, uma quadra coberta e uma mini pista de atletismo, onde poderiam se fortalecer, desenvolver e sedimentar o relacionamento sócio desportivo, fator de reforço ao currículo tradicional, e que junto com as artes e a musica moldariam gerações produtivas em busca de nossa possível grandeza.

E num futuro incerto, porém plausível, teríamos nossa população jovem e trabalhadora inserida no progresso da nação, e com certeza participando com brilho em olimpíadas e mundiais, não só nos esportes, mas nas artes, nas ciências, na literatura. E nesse momento descobririam não necessitarem de olimpíadas por aqui, que somente enriquecem quem as organizam, quase sempre estrangeiros e maus brasileiros, pois aprenderiam o valor de sentarem com dignidade em uma carteira escolar, e não no chão frio ao largo dos cínicos e insensíveis.

Por Paulo Murilo

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