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O estado brasileiro não pode simplesmente silenciar no que se refere às denúncias feitas contra Ricardo Teixeira, atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (“CBF”) e do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2.014. Atráves de seus poderes constituídos, as autoridades que nós elegemos, ou aquelas que foram nomeadas pelo presidente da república para servir ao país, não podem fazer ouvidos de mercador aos gravíssimos fatos narrados pelo jornal Suíço e, hoje, espalhados pelo mundo, de que o comandante do nosso futebol estaria envolvido em atos ilícitos. Claro que uma notícia de jornal, por si só, não condena ninguém. Mas é a base para o início de investigações. Se as autoridades nacionais fingirem que isso não existe, é esbofetear a cara do povo brasileiro, que é quem está pagando a conta dessa Copa 2.014.

O correto será o bi presidente futebolístico pedir afastamento dos seus cargos, enquanto não forem esclarecidos todos os fatos que contra si foram imputados.

E se ele não fizer isso por moto próprio, deverá os poderes do estado pressioná-lo para que ele se retire. Afinal, como disse, é o estado (ou seja, o povo), quem assina os cheques da Copa 2.014. Dá para deixar a chave do cofre nas mãos de alguém sbre quem paira acusações desse tipo? Se ele sair, poderá, com tranquilidade, explicar-se e, se nada for comprovado, seguir a sua vida. Se não sair, as suspeitas ficarão e mancharão a Copa do Brasil.

Quero ver quem tem peito de fazer isso, de falar isso. A questão é que quem deveria enfiar o dedo na ferida, é covarde para fazê-lo.

Se fosse na Alemanha, certamente o presidente do Comitê Organizador da Copa, nessa hora, estaria em palpos de aranha em seu País.

E aos trancos e barrancos, o Brasil vai organizando a Copa no Brasil, que não será a Copa do Brasil.

Dois Apontamentos.

novembro 30, 2010

1 – E ridiculo e deprimente os movimentos de Orlando Silva para sustentar-se a frente do Ministerio do Esporte. Ou para arrumar um empreguinho qualquer. E tao patetico que chego a sentir vergonha alheia. Ele nao se da ao respeito. Acho que se nao arrumar um empregote publico, ele nao tem competencia para trabalhar em lugar algum.

2 – O presidente da CBF e do Comite Organizador da Copa do Mundo de Futebol de 2.014 deveria pedir licenca dos cargos que ocupa enquanto nao forem apuradas as denuncias reveladas hoje na Suica. E o minimo que deveria fazer.

Uma Proposta Para O Esporte De São Paulo
 
A Solução Do Esporte Só Poderá Sair Das Escolas!
 
– É preciso mudar a mentalidade. Isto quer dizer criar uma mentalidade esportiva, inserindo a prática da atividade física nos parâmetros da vida de cada cidadão. Leis, há muitas. Temos que colocá-las em prática.
 
– Este é um momento muito oportuno para discutir os rumos do esporte em São Paulo, uma vez que estamos às portas da Copa do Mundo de 2.014 e dos Jogos Olímpicos de 2.016, ambos eventos grandiosos, que ocorrerão em nosso País. Ainda que os Jogos Olímpicos de 2.016 sejam realizados no Rio, São Paulo não poderá ficar à margem desse processo. O Estado de São Paulo contribui com cerca de 80% das delegações olímpicas do Brasil.
 
– O esporte olímpico no Brasil, hoje, ainda é fruto quase que exclusivo da iniciativa particular. Todo edifício esportivo está alicerçado nas atividades dos clubes, o que é uma realidade diferente dos Países mais desenvolvidos
 
– Esssa estrutura, mercê de causas múltiplas, vem desfazendo-se. Por isso é preciso tratar já de encontrar um caminho seguro para substituí-la e salvar o esporte olímpico. São Paulo deve conduzir esse processo no Brasil.
 
– As dificuldades de transporte nas cidades grandes e entraves econômicos afastou os Atletas dos clubes. E estes, por sua, vez, vêm restringindo as suas atividades esportivas. E não houve contra partida. Ora, se o setor privado enconlhe suas atividades esportivas, o setor público não compensou com o aumento de sua participação.
 
– A escola é o campo onde se deve semear o germe do fator mais importante: a criação da mentalidade esportiva. Essa mentalidade chegou a se delinear. Mas depois enfraqueceu-se. Hoje em dia, pode-se dizer que não existe mais. Portanto, araigar no povo a mentalidade da prática do esporte é fundamental. O restante será consequência.
 
– O esporte de alto nível não deve ser uma função estatal. O estado deve despejar seus recursos no esprote para todos, na massificação. Isso não quer dizer que o Estado deva estar absolutamente alijado do esporte de alto rendimento. Nesse contexto, com relação ao esporte de alto rendimento, o Estado deve ter a função de assessorá-lo, defendê-lo e possibilitá-lo. O desenvolvimento do futebol, por exemplo, é pura consequência daquilo que se constitui no fundamento da minha tese: a mentalidade esportiva que se criou em torno dele. Desde criança, o contacto com a bola, como brinquedo, vai fomando no brasileiro a intimidade com o futebol. Por que não fazer isso com outros esportes.
 
– a monocultura esportiva do futebol também é uma razão para que os demais fiquem marginalizados. Não contam com a mesma realidade própria para desenvolver-se. Os praticantes têm que fazer verdadeiros sacifícios pessoais para fazê-lo.
 
– é necessário que as escolas públicas tenham praças esportivas minimamente boas para que se professem aulas de educação física que tragam prazer aos alunos. Os professores de educação física devem ter a mesma importância que os das demaio disciplinas e remunerados de forma digna, para que não tenham que “pular” de lugar em lugar dando várias aulas no mesmo dia para poder sobreviver. A educação física deve ser inserida na grade escolar com a mesma importância que têm a matemática, o português, a história, a georgrafia e outras. Hoje a educação física é colocada em segundo plano, como se fosse disciplina de segunda categoria.
 
– o Estado deve, além das aulas práticas de educação física nas escolas, estabelecer convênios com a Universidade de São Paulo, para que os professores ensinem aos alunos os valores olímpicos, que são a base de tudo. Aulas teóricas de olimpismo ajudam a criar uma mentalidade olimpica na juventude. Os estudiosos olímpicos da Universidade podem contribuir muito com a criação da mentalidade esportiva. O apoio à pesquisa olímpica deve ser incentivado, assim como deve sê-lo a criação do museu do esporte, na Universidade de São Paulo.
 
– o Estado também deve influenciar o clubes privados para que esses retomem com mais ênfase as atividades esportivas e aceitem em seus quadros atletas militantes, não sócios, que não têm condições financeiras de ser sócios desse clubes de elite. Espaços ociosos de clubes podem ser colocados à disposição da população, com o auxílio do Estado. Outras praças esportivas públicas devem ser recuperadas e colocadas à disposição do povo até mais tarde, com segurança.
 
– os Jogos Abertos do Interior são a maior competição de massa em número de pessoas da América Latina. Essa força que são os Jogos Abertos deve ser melhor explorada. É necessário que haja muito mais mídia sobre esse evento e que se consiga atrair muito mais gente para tais competições, para assití-la. Deveria ser tevisionada pela televisão aberta, também.
 
–  recriar as chamadas “Turmas Volantes do Interior” é uma excelente iniciativa e idéia. Isso constitui em convocação de Atletas de alto nível que possam apresentar-se em Cidades chaves do interior de São Paulo. Esporte de demonstração, nas escolas, nos clubes, nas univeridades do interior. Verdadeiros festivais de esportes, com o intuito de estimular a gente de cada região do Estado a praticá-lo. Foi dessa iniciativa que surgiram vários grandes nomes do nosso esporte, dentre os quais Tetsuo Okamoto.
 
– esporte é educação, é saúde, é desenvolvimento, é meio ambiente. Não há como dissociar a Secetaria de Esportes de ações conjuntas com as demais Secretarias responsáveis por esses outros setores. O esporte não é um elemento isolado.
 
– a Universidade de São Paulo possui um dos melhores centros esportivos do Brasil, hoje, completamente deterioriado. O CEPEUSP foi feito para os Jogos Pan – Americanos de 1.975, que seriam realizados em São Paulo. Toda arquitetura foi baseada em exemploade sucesso observados em Universidades alemãs. É necessário recuperar o CEPEUSP, para não somente fomentar a prática do esporte no meio universitário público, mas que sirva como local de treinamento para o alto rendimento. Daí  uma outra necessidade de convênio entre a Secretaria da Esportes e a Universidade de São Paulo, também.
 
– os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro, em 2.007, foram objeto de muitas críticas todas elas muito bem abalizadas. Houve um super faturamento de 1.000 % com relação ao orçamento inicial e não deixou para a Cidade qualquer legado social, cultural e esportivo. Acredito que os Jogos Olímpicos de 2.016 e a Copa do Mundo seguirão o mesmo caminho. São Paulo deve ter uma atitude firme, de rejeitar qualquer tipo de evento esportivo realizado nessas condições. Se fizer isso, São Paulo será a reserva moral do esporte brasileiro. Não é possível compactuar com o que está flagrantemente errado. São Paulo deve plantar as novas sementes do esporte, arejar as arestas, modernizar aquilo que há anos está equivocado.
 
– antes dos Jogos Olímpicos, as equipes estangeiras vêm ao País sede para o chamado período de aclimatação. O Estado de São Paulo tem plenas condições de trabalhar para que, até 2.016, ofereça às equipes estrangeiras condições de receber algumas delas para que façam, a sua aclimatação no Estado. E, assim, mostrar que aqui se tem uma mentalidade esportiva, que o esporte é tratado com a seriedade honestidade que merece.
 
– em 1.939, quando nada de esportes existia no Brasil, meu avô, Major Sylvio de Magalhães Padilha, Atleta finalista olímpico, campeão e recordista sulamericano, a convite do então Governador do Estado, criou o Departamento de Educação Física e Esportes do Estado de São Paulo, o D.E.F.E. (hoje a Secretaria de Esportes). Fez as primeiras leis do esporte. Criou as condições para a massificação e todas as competições escolares que hoje existem foram criadas naquela época. Ou seja, São Paulo precedeu a própria União Federal na regulamentação da atividade da educação física e da prática desportiva. Construiu os centros polo esportivos Baby Barioni, na Água Branca, o Ibirapúera e tantos outros pelo interior adentro. São Paulo, se sempre foi pioneiro, assim deve continuar, conduzindo, em harmonia e com honestidade absoluta, o esporte do Brasil.
 
– estas são apenas as ideía iniciais. São Paulo deve ter em mente que pode ser o exemplo de dignidade e eficiência do esporte no Brasil. São Paulo pode dar o tom da política pública esporiva de longo prazo que é tão necessária para o nosso País.
 
Alberto Murray Neto, 45 anos, advogado graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (largo de São Francisco). Pós graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de Toronto, no Canadá. Atual sócio coordenador do departamento de direito societário do Escritório Paulo Roberto Murray – Advogados. Atuou como advogado estrangeiro nos Escritórios Lang Michner Lawrence and Shaw LLP e Tory Tory DesLauriers and Binnington LLP, ambos em Toronto, Canadá. Membro das Comissões de Internacionalização do Direito e de de Direito Empresarial da Ordem dos Advogados do Brasil/SP; Presidente do Pannone Law Group E.E.I.G., com sede em Bruxelas (2.009/1.010); Vice Presidente da Associação Internacional dos Jovens Advogados, com sede em Bruxelas (1.998/2.002); membro do Conselho Canadense para as Américas; Membro da International Bar Asociation; Membro do Canadian Bar Association; Presidente da Comissão Jurídica da Câmara de Comércio Brasil Canadá; Co-Autor e Coordenador do Livro “As Sociedades Por Ações na Visão Prática do Advogado”; Vice Presidente e Corregedor da Junta Comercial do Estado de São Paulo (gestão Gov, Geraldo Alckmin). Premiado, aos 17 anos, pela Universidade de Brasília, pelo trabalho “Os Partidos São Necessários Para A Democracia?”. Autor de vários trabalhos jurídicos publicados no Brasil e no exterior. Conselheiro do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (C.E.S.A.). Admitido na Ordem dos Advogados Portuguêses, em Lisboa, Portugal. Foi Diretor Executivo da Federação Universitária Paulista de Esportes e Secretário Geral da Federação Aquática Paulista. Membro do Comitê Olímpico Brasileiro, de 1.996 até 2.009). Atual Árbitro da Corte Arbitral do Esporte, em Lausanne, na Suíça. Atleta campeão paulista de atletismo pelo Esporte Clube Pinheiros. Atual Maratonista. Neto do Major Sylvio de Magalhães Padilha, com quem aprendeu os valores do esporte para todos, do olimpismo, esteve presente a todos os Jogos Olímpicos desde 1.972 até hoje, vários Jogos Pan Americanos, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo de Futebol. Professor convidado no Instituto Superior de Direito e Economia, em Madrid, na Espanha. Graduado em estudos Olímpicos pela Academia Olímpica Internacional, em Olímpia, Grécia, em 1.995 (Sessão Para Jovens Participantes). Autor de vários trabalhos sobre esporte, olimpismo e educação publicados no Brasil e no exterior. Palestrante, no Brasil e no exterior, em vários eventos sobre esporte e olimpismo e sobre assunto jurídicos. Autor do Blog Alberto Murray Olímpico, que luta pela moralização do esporte olímpico no Brasil.
 

Entre a loucura e a ousadia

Por Juca kfouri.

Perguntado se era verdade que cogitava em ter o deputado estadual Fernando Capez como seu secretário da Segurança, o governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, respondeu: “Você acha que eu fiquei louco?”.

Mas há quem, próximo a ele, tente convencê-lo não de uma loucura, mas de uma ousadia: fazer do advogado Alberto Murray Neto, hoje o principal crítico de Carlos Nuzman no ambiente olímpico nacional, e homem de acesso fácil no Comitê Olímpico Internacional, secretário do Esporte do estado.

Murray é um apóstolo da democratização do acesso ao esporte e defensor ferrenho da prática esportiva nas escolas, além de poder dar a São Paulo uma visibilidade como jamais o estado teve perante ao COI.

Outro nome seria o do deputado federal Sílvio Torres, que ficou como primeiro suplente da bancada tucana paulista na Câmara.

Principal crítico de Ricardo Teixeira no Parlamento brasileiro e relator da CPI da CBF, sua indicação talvez pareça provocação para quem quer receber a abertura da Copa do Mundo.

No caso de Torres, melhor será tratar de tê-lo de volta na Câmara Federal, porque alguém precisa fiscalizar a farra do boi que se ensaia em todas as suas cores.

por Juca Kfouri às 12:00

PÃO E CIRCO

No centenário dos Jogos Olímpicos, em 2004, Atenas recebeu o mundo. Em
2009 ecoou no mundo sua crise financeira, cuja parte da culpa recaiu na
crise mundial, mas tenho convicção que o descontrole dos gastos públicos
iniciou com a Olimpíada. Tentei localizar notícia econômica sobre o
assunto e apenas encontrei poucos comentaristas político-econômicos que
se limitavam-se a dizer que a situação poderia ser bem diferente se não
houvesse a Olimpíada, já que existia um orçamento e somente o item
segurança extrapolou em 20% (US$ 5,6 bilhões) – somente o item
“segurança” – o que iniciou um efeito cascata na macroeconomia do país.
Culminou por afetar parte da Europa.
Em Pequim foram gastos 42 bilhões de dólares, mais que o dobro de
Atenas, e precisaram construir tudo novo. Você até poderia prever que em
2015 a China passará por uma crise, mas como desconheço o sistema
econômico de lá, apenas anoto que o governo chinês está incorporando as
perdas com os gastos olímpicos.
http://www.swim.com.br/noticias.php?id=50800
Diante destes dados e do que já li, reli e acompanho diariamente sobre a
realização dos dois maiores eventos do planeta no Rio de Janeiro, além
de outros coadjuvantes dentre eles um Campeonato Mundial de Esportes
Aquáticos em 2015, só me resta a acreditar que os líderes – independente
de partido – levam a máxima da Roma Antiga (“pão e circo ao povo”) para
o mundo esportivo. A maioria da população quer diversão – mesmo que ela
seja transvestida de um falso patriotismo, então por isso encontramos as
pessoas otimistas e com visão míope torcendo pelos eventos, que irão
engrandecer o Brasil, que serão bons, que ainda acreditam que o poder de
realizar um grande evento mundial transforma a infra-estrutura, exibe o
lado excelente cultural brasileiro e a economia vai só melhorar. É o
“circo” para entreter o povo, para esconder os saques que realizam e as
falcatruas que compactuam uns com os outros.
Quanto ao “pão”, ele já existe há tempos. Bolsa Família é útil,
concordo, mas relega ao ostracismo a vontade de trabalhar de um povo que
historicamente já não tem essa vontade, já que trabalhando pode-se
receber menos do que se ficar em casa, curtindo a Sessão da Tarde,
comendo biscoitos, procriando e sacando todo mês uma boa quantia, sem
esforços “ruins”, apenas com lazer e prazer. Podem dizer que a culpa é
do salário mínimo, que por consequência é culpa da Previdência, que por
sua vez é culpa do orçamento apertado, que por sua vez é culpa de
dívidas de governos anteriores. A culpa é do sujeito abstrato, que
existe apenas para recebê-la. Não tem nome, não tem cara, não tem e-mail.
A solução para isso tudo pode ser radical, como Nero incendiou Roma. Rio
de Janeiro já está demonstrando isso hoje com as ocupações de favelas.
Mas seria muito melhor se o líder disso tudo, o presidente, quisesse
realmente desenvolver o país, deixando que interesses políticos e
econômicos fossem apenas secundários. Saúde e educação deveriam ser
prioridade, não a reforma ou construção de um estádio. Ou a realização
de Jogos Olímpicos.
O passado do país não é vitorioso. O presente demonstra-se muito guiado
pela ultra-valorização do capitalismo. E no futuro… Bem, melhor não
presenciar o futuro porque esse circo irá pegar fogo.

Apenas um desabafo contra a política medíocre, Julian Romero.

Durante as terriveis cenas de guerrilha urbana vistas no Rio de Janeiro, Carlos Nuzman, do COB, soltou uma nota dizendo confiar no sistema de seguranca do Rio de Janeiro e que o projeto nessa area foi feito pelos tres niveis de governo.
G
Caro Nuzman, quem tem que confiar nao eh Vossa Majestade. Sua nota nao passa de um amontoado de palavras vazias e inuteis que signficam “puxasaquismo”. Voce parece que presidente o Comite Suico. Confiando, ou nao, o fato eh que a Cidade Maravilhosa esta vivendo, para a tristeza do Brasil, uma batalha urbana que nao vai parar se nao houver profundas modificacoes na estrutura social. E o esporte tem papel fundamental nisso. O esporte social, que Voces tanto desprezam.

O legado que os Jogos Olimpicos podem deixar ao Rio na area da seguranca publica e um trabalho social que elimine, ou diminua, as distorcoes socias, de hoje ate 2.016. Se o plano de seguranca da Olimpiada carioca for o mesmo utilizado no Pan Americano, de nada servira para a populacao. Nao adianta nada colocar tanques de guerra apontados para as favelas e espalhar pelos bairros gente do exercito armada ate o rio de cabelo. Isso nao eh legado. Eh um paliativo. Findo o evento, tudo volta como antes.

Por isso, Carlos Nuzman, enfrente o problema de frente. Ponha o Cob a servico da mudanca social. Contribua com um plano de inclusao social atraves do esporte. Ponha os pes no chao.

Novo logotipo olímpico

por Juca Kfouri às 12:00
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