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Estou torcendo pela Holanda

 Por Eduardo Groisman

Sou brasileiro e tenho orgulho disso.

 Sou apaixonado por futebol desde pequeno.

 Nasci em 1970 e logo “fui” tri-campeão. Como todo brasileiro me senti roubado em 1978 quando saímos como sendo a seleção intitulada campeã moral. Chorei em 1982 com a desclassificação da melhor seleção brasileira que já vi jogar. Vibrei em 1994 e em 2002 com o tetra e o penta campeonatos, respectivamente.

 Em todas as Copas do Mundo de Futebol o Brasil se transforma e tudo vira festa. É fácil ver esperança nos olhos das pessoas e ouvir promessas. A revolução é tão grande que faz bandeiras esquecidas nas gavetas surgirem nas janelas, nas escolas, nos carros, em todas as partes. Acredito que o brasileiro se torna mais brasileiro de 4 em 4 anos apenas por causa do futebol.  Como disse o treinador italiano Arrigo Sacchi, “futebol é a coisa mais importante dentro as menos importantes da vida”.

 O futebol já parou guerra no próprio continente Africano(1) onde atualmente é disputado o mundial. É certo também que a guerra já parou não só o futebol, mas também os Jogos Olímpicos (2).

 Neste ponto você deve estar se perguntado o que tudo isso tem a ver com título deste texto.

 O fato é que não gosto de hipocrisia. Não gosto de falsa devoção. É bem verdade que no Brasil mistura-se futebol com política e por isso mesmo me sinto com liberdade para traçar meu pensamento da forma que vou expor.  

 Enquanto a bola rola na África, por aqui, o país praticamente para. Saímos de casa mais tarde ou chegamos mais cedo. Os bares ficam cheios. Enquanto isso a vida não para. As enchentes continuam provocando mortes. Os políticos continuam empregando parentes, aprovando projetos para benefício próprio e escondendo dinheiro na cueca. As balas perdidas continuam sendo risco para os inocentes e as prisões estão superlotadas. Alguns empresários sonegam impostos. Tudo isso, entre muitas outras coisas que envergonham e revoltam os mais sensíveis e as pessoas com bons valores éticos e morais e que não conseguem tomar proveito de lucrar algum a mais de uma forma avessa de como as coisas realmente deveriam ser.

 No futebol, nesta Copa estou torcendo pela Holanda desde o início. Quando perguntado por amigos como eu achava que seria o jogo do Brasil, em todos os jogos eu disse: “Não sei. Estou torcendo pela Holanda”. Obviamente isso provocava questionamentos e provocações. Muitos não me levaram a sério e acharam que eu estava brincando. Esta foi uma forma pessoal que encontrei para fazer um protesto branco, ou melhor, laranja. Um protesto silencioso e sem vuvuzelas. Uma forma de protestar para fazer pensar e para que não se confunda título mundial de futebol com desenvolvimento, progresso, qualidade de vida, etc…

 Se juntasse os “laranjas” do Brasil para torcer para a Holanda daria uma grande torcida que poderia ter uma força e tanto, mas sinceramente dispenso estes maus “torcedores”.

 A luz para escrever este texto veio por que o próximo adversário do Brasil será justamente a Holanda; seleção pela qual continuarei torcendo neste mundial. Desta forma me senti com a obrigação de explicar melhor minha devoção pela seleção holandesa nesta Copa. Será que deixei de ser brasileiro? A resposta é não. Sou mais brasileiro que nunca. Sou um brasileiro que quer ver mudanças e outros títulos importantes conquistados para o país e não apenas no futebol. Sou um brasileiro que vai ao Capão Redondo, a Paraisópolis e a outras comunidades para fazer trabalhos sociais há mais de 20 anos e que sabe das necessidades daqueles que tem menos oportunidades. É verdade que a maioria dos jogadores de futebol saíram de comunidades muito pobres, como as que citei, mas são minoria os que tem esta oportunidade. Muitos outros jovens não tem se quer a oportunidade de inserção social e de se tornarem cidadãos com formação escolar e com bons valores éticos e morais que possam lhes proporcionar um futuro melhor, um emprego, uma moradia digna, água encanada, luz que chegue a sua casa e que não seja através de “gatos”, entre tantas outras coisas necessárias para terem o mínimo de conforto e qualidade de vida.

 Quando o PAN aconteceu no Brasil em 2007, escrevi um texto que contava exatamente que desde que nasci ouço dizer que o Brasil é o país do futuro, mas que nunca me disseram se este futuro era bom ou ruim, mas que sempre fui otimista e que lutava para que o futuro fosse bom. Dizia ainda que era contra (continuo sendo) a realização da Copa de 2014 e também das Olimpíadas de 2016 no Brasil por acreditar que há muitas outras coisas a serem feitas com dinheiro publico a gastar em construção de elefantes brancos, que a exemplo do PAN no Rio tinha um orçamento inicial de R$500 milhões e foram gastos R$ 4 bilhões. O que o gasto deste dinheiro do PAN, da Copa ou ainda das Olimpíadas trará de benefício para as comunidades que citei e que ficam na cidade mais rica do país? Imaginem para as regiões Norte e Nordeste.

 Além disso, querem fazer estádios novos, pois reformar um estádio custa bem menos. E aí como é que faz para garantir a divisão do “por fora”? Faltam 4 anos para a Copa no Brasil e 3 anos para a Copa das Confederações que servirá de ensaio para o Mundial. Assim como em outras coisas no Brasil os editais terão pegadinhas para privilegiar as cartas carimbadas, e isto, se não colocarem as obras em planos de urgência, emergência e as pressas pra fugirem das licitações.

 Por ser apaixonado por futebol é que torço pela Holanda nesta Copa. A Holanda que já deveria ter ao menos um título quando em 1974 trouxe uma novidade para mostrar ao mundo: o “Carrossel Holandês”, e assim levou o apelido de “Laranja Mecânica”.  A Holanda poderia ainda ter sido campeã em 1978 quando disputou a final contra a Argentina, onde esta acabou levando o título de uma forma suspeita.

 Acredito que a história, de certa forma, sempre volta para reparar alguns “erros”. Da mesma forma que na final de 1966 a Inglaterra ganhou contra a Alemanha com um gol que bateu no travessão e que não entrou; quem viu o jogo entre estas mesmas seleções agora em 2010 observou um chute inglês que também bateu no travessão, mas desta feita entrou, mas o arbitro da partida não deu o gol. Seria o gol de empate da Inglaterra que não garantiria a vitória, mas certamente daria novo cenário para a volta na segunda etapa do jogo.

 Creio no capricho do tempo e desta fora torço para que o título de 2010 seja da Holanda, pois está na hora de reparar o “erro” de 1974 e de 1978. O Brasil será campeão em 2014 no Maracanã. Será outro “erro” a ser reparado na história do futebol. Em 1950 o Brasil perdeu para o Uruguai em pleno Maracanã; estádio que foi construído para aquela Copa  e que vive em eterna reforma de tempos em tempos; e que foi silenciado pela Celeste.

 Imagino que uma forma de minimizar o que aconteceu em 1950 e até mesmo uma forma de nos fazer entender o que aconteceu na Copa daquele ano foi fazer o Brasil trazer ao mundo nada mais nada menos que Pelé para a Copa de 1958. Passados 8 anos muita gente deve ter pensado: agora entendo que não estávamos  preparados para sermos campeões em 1950. Não valorizaríamos e elevaríamos este moleque a herói nacional como deveria se já tivéssemos um título mundial.

Comparando o Brasil e a Holanda no futebol temos números que são muito diferentes.

O Brasil, incluindo 2010, já participou de todas as 19 edições das Copas. A Holanda de 8 edições. O Brasil no ranking de todas as Copas (até 2006) ocupa a primeira posição com 159 pontos. Já a Holanda está com a nona posição com apenas 49 pontos. A Holanda nunca sediou uma Copa. O Brasil já foi sede em 1950 e será novamente em 2014.

 Torço pela Holanda no futebol nesta Copa de 2010.

 E fora dos campos da África?

 Neste caso torço, participo, ajudo, vibro, exijo, cobro, entro em campo com toda energia para vencer qualquer obstáculo que apareça para que o Brasil se torne uma Holanda em índices como os de qualidade de vida, de assistência médica, de leitos por habitante em hospitais, de IDH – índice de Desenvolvimento Humano, GINI – índice que mede a desigualdade, de renda per capita, de liberdade econômica, de corrupção,  de ensino fundamental, de morte no trânsito, de igualdade de gêneros (oportunidades para homens e mulheres), de saúde pública, de desemprego, de homicídios, de desempenho ambiental, de expectativa de vida, entre muitos outros que melhorando um pouco poderiam nos dar motivos para estourar fogos de artifício, enforcar um dia de trabalho, etc… Eu torço por um Brasil, onde a diretora de uma ONG não precise gastar os recursos que usaria para cuidar das crianças para canalizar um córrego durante 12 anos, pois seguidos Prefeitos apesar dos pedidos nunca fizeram a obra. Torço também para um Brasil que preserve sua história, sua memória, que alfabetize sua população, que prepare e pague bem aos seus professores, que puna os culpados na justiça independente do grau de ensino, da patente, parentescos ou afiliação. Um Brasil que não viva apenas da política do pão e o do circo, ou seja, da bolsa família e do futebol.

 Para citar alguns números gostaria de acrescentar que a área do Brasil equivale a 206 vezes a área da Holanda, ou ainda, a área da Holanda corresponde a 0,5% (meio por cento) da área do Brasil. Individualmente apenas as áreas dos Estados de Alagoas e o de Sergipe, além do Distrito Federal são menores que a área da Holanda. A Holanda é quase um Rio de Janeiro, onde este é 5% maior (41.528 km2 contra 43.696 km2). Isso sem comparar os recursos naturais. Dentre os índices citados no parágrafo anterior vamos nos ater apenas ao GINI que mede a desigualdade. Este índice tem uma escala de zero a 100, onde o zero é melhor e representa igualdade absoluta. Neste caso, entre 134 países pesquisados, o Brasil está com a décima pior colocação com um índice GINI de 55 contra um índice de 30 para a Holanda (107 posição). Dentre as 32 seleções que participam da Copa de 2010, o Brasil só é melhor neste índice que a anfitriã. A África do Sul está na segunda posição com índice GINI de 57,8. Para exemplificar com outro país africano, Gana está na 65.o posição com índice de 39,4.

 No Brasil vitórias nos campos de futebol ajudam a encobrir verdades tristes e misturam-se com política e com outras coisas mais que por natureza não deveriam ser desta forma.

 Certa vez ouvi o José Simão dizer que o que engorda não é o que você come no Natal e no ano novo, mas o que você come entre o ano novo e o Natal. Esta frase me remete a dizer que podemos sim parar o Brasil de 4 em 4 anos para vibrar com a seleção, mas só estaremos com a consciência tranqüila para fazer isso se aquilo que fizemos  no período entre uma Copa e outra foi o melhor para o país naquilo que realmente importa entre as coisas mais importantes da vida.

 Uma vez que é inevitável a realização da Copa de 2014 no Brasil, espero que mais do que reparar o “erro” da Copa de 1950, cheguemos a final daquela Copa com o dever de casa cumprido, ou seja, um trabalho de 4 anos para crescimento real na dignidade do povo brasileiro, igualdade de oportunidades e melhoria em todos os índices necessários para o mínimo de qualidade de vida. Se não aprendermos isso agora, se não trabalharmos e lutarmos por estas mudanças iremos nos contentar ao reclamar da vergonha que passaremos com os visitantes que aqui estarão para ver o mundial (não adianta apenas tirar os mendigos da rua como fizeram no período do PAN do Rio) e observarão todas nossas feridas abertas e expostas.

 Vamos trabalhar para sermos campeões no futuro não apenas no futebol. Vamos comprovar que aprendemos a lição e vamos mudar o Brasil para melhor. Vamos atingir melhores índices sociais e econômicos. Vamos fazer do Brasil um país 200 vezes melhor que a Holanda, assim como a diferença de área. Vamos lutar por uma Copa do Mundo de 2014 sem desvio de recursos e com obras que tragam reais benefícios para o povo brasileiro.

Que venha o Brasil campeão fora dos campos de futebol!!!

 Duda Groisman

(1)     No transcorrer da guerra civil na África em 1969 , para que Pelé e o time do Santos FC transitassem em segurança entre Kinshasa e Brazzaville, as forças rivais declararam a interrupção das agressividades, chegando a ocorrer, numa região de fronteira, a transferência da delegação sob tutela de um exército para o outro.

(2) A Segunda Guerra Mundial impediu as disputas das Copas de 1942 e 1946 e os jogos olímpicos de 1940 e 1944.

Cerca de um mês antes do início da Copa do Mundo o Estadão fez reportagem de página inteira em que mostrou o super faturamento que houve nas construções das obras de infraestrutura e estádios na África do Sul. Ou seja, roubaram o povo sulafricano. Assim como roubaram o povo brasileiro no super faturamento de 1.000% havido nos Jogos Pan Americanos do Rio 2.007. Esses grandes eventos desportivos estão tornando-se, cada vez mais, focos de grande corrupção.

No caso da Copa do Mundo, a FIFA adota uma postura paternal em relação à África do Sul. Como se estivesse fazendo um enorme favor em levar o torneio de futebol ao pobre continente africano. É como aquele cara que, durante o ano todo, é um tremendo picareta. E às vésperas do Natal vai à uma favela distribuir presentinhos para parecer algo que não é. O sujeito, no caso, usa a favela para fazer seu marketing pessoal momentâneo, talvez amainar o peso de sua consciência e mais nada. Na verdade, ele não está nem aí para os pobres. Seguirá seu caminho de malandro. Há muita gente assim.

Eu tenho a impressão de que a postura da FIFA nesta copa é mais ou menos essa, como a do exemplo que ilustrei acima. No fundo, a FIFA e seus patrocinadores não estão nem aí para a nação sulafricana e para o futuro daquele povo gentil. e, ao mesmo tempo, ainda tão carente.


Terminada a competição, quero ver o que a FIFA e os patrocinadores vão fazer com relação à África do Sul. A FIFA e seus parceiros empresariais teriam absolutas condições de, definitivamente, fincar no País projetos sociais relevantes, baseados no futebol que, certamente, gerariam grandes benefícios às futuras gerações. Deveria, ainda, a FIFA exigir a apuração rigorosa das razões do super faturamento que a matéria do Estadão demonstrou. Aonde foi parar esse dinheirama toda?

A outra opção da FIFA — e a qual eu acho que será o caminho que ela seguirá — é voltar para o seu bunker em Zurich e contabilizar o lucro financeiro que obtiveram na África do Sul.

Como escrevi na Folha quando o Comitê Internacional Olímpico deu ao Rio o direito de organizar os Jogos Olímpicos de 2.016, tudo isso é uma grande hipocrisia.

Quase três anos após inauguração do superfaturado velódromo construído com dinheiro do povo para os Jogos Panamericanos do Rio 2.007, o Comitê Olímpico Brasileiro, finalmente, achou uma destinação para aquele “elefante branco”. Virou cenário para novela da Globo. Preferiram isso a fazer ali uma escola de ciclismo para a população.

Viva o País Olímpico e a “competente” cartolagem do COB.

Juventus e Portuguesa.

junho 25, 2010

Nei sei porque eu perco tempo escrevendo sobre futebol. Há muita sujeira e corrupção neste esporte. E sobre a copa do mundo, para mim, honestamente, pouco importa quem for o campeão do mundo. Destesto e acho de uma burrice estonteante quem mistura pátria com seleção brasileira. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. O Movimento Olímpico não permite nacionalismo exacerbado. Foi isso que levou o mundo a uma guerra.

 De qualquer forma, por falta de coisa pior para escrever, vou fazê-lo sobre esse ridículo jogo entre Brasil e Portugal.

A equipes de base de Juventus (não a velha senhora, mas aquele da Rua Javari mesmo) e Portuguesa teriam mostrado melhor futebol do que vimos hoje. O Dunga esperneava na beirada do campo. Ora bolas, não foi ele quem convocou essa gente? Será que ele — e somente ele — acreditava que a seleção do Brasil sem o Kaká teria algum brilho? O mais curioso e engraçado foi que o próprio Dunga olhava para o banco e não via ninguém que pudesse acelerar o jogo.

Além de servir para mostrar que a convocação foi absolutamente equivocada, também prestou para ter a certeza de algo que eu já desconfiava. O Felipe Melo é um filho bastardo do Albert Einstein, tamanha a sua genialidade. Ele tem uma necessidade imbecil de mostrar que é mais um “guerreiro brahmeiro” de Dunga, como se dar chutões, fazer cara feia, pusesse-lhe no patamar dos grandes jogadores.

Aos trancos e barrancos, o Brasil até pode chegar lá. Será uma injustiça com o futebol. A Argentina tem muito mais elenco do que o Brasil. Nem o Dunga confia nos reservas que levou.

E se o Brasil ganhar esse torneio, não vou retirar uma só crítica que a ele tenho feito.

Da mesma forma como a França não deveria estar na Copa pela ajeitada de mão do Henry e que o segundo gol do Luís Fabiano contra a Costa do Marfim deveria ter sido anulado, teria sido um assalto a mãos armada deixar os Estados Unidos fora das oitavas de final. O time norte-americano já havia sido flagrantemente roubado no jogo anterior, quando teve um gol anulado sem razão. Hoje, contra a Argélia, aconteceu a mesma coisa. Surrupiaram dos estadunidenses um gol absolutamente legítimo. Não fosse aquele gol suado, no final, teriam os EUA voltado para casa. Como a FIFA insiste em repudiar o olho eletrônico (para que a manipulação de resultados possa eventualmente continuar existindo), ponho na conta dela todos os erros e roubos que os árbitors de futebol cometem. Às vezes, simplesmente erram. Em outras, acreditem, agem de má fé. A FIFA poderia resolver tudo isso se resolvesse render-se à modernidade. A NFL, há muito tempo, adota um sistema de arbitragem democrático e transparente. E nem por isso os jogos deixam de ser emocionantes. O mesmo ocorre com a NBA.

Meu caro Alberto,
 
Hoje é um dia muito especial. Data em que é comemorado o
DIA OLÍMPICO INTERNACIONAL. Esse Movimento Olímpico
Moderno, que nasceu em 23 de junho de 1894 na Sorbonne e
que é defendido por você com tanto entusiasmo.
 
Quando Pierre de Coubertin propôs a renovação dos Jogos Olímpicos,
desejando que a juventude internacional se reunisse a cada quatro
anos, para uma competição onde não haveria lugar para os preconceitos
de raça, religião, classe social e riqueza, desejava também que o Movimento
Olímpico fosse embasado em estruturas tecidas com o mais puro ideal.
 
Mas como ele mesmo declarou: “Os tempos mudaram e, com ele ocorreu
também mudança no próprio esporte”.  Porém, seu avô passou para você uma
bandeira, que vem sendo desfraldada no seu Blog com coragem, ousadia e
persistência.
 
Portanto, meu caro Alberto, neste Dia Olímpico, desejo enviar a você o meu mais
carinhoso abraço. Afinal, você bem o merece, por sua luta em prol de um Olimpismo
sadio.
 
Beijo carinhoso, 
 
Laurete
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