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John Coates é um dos mais experientes membros do Comitê Olímpico Internacional (“COI”) e seu atual Vice Presidente. É um membro antigo, ainda da época do meu avô. Foram Colegas no COI. Trata-se de uma pessoa séria, conhecedora dos meandros olímpicos, muito respeitada. Por isso, quando John Coates diz que a “preparação para os Jogos Rio 2.016” são as piores da história, tenha certeza de que ele não está fazendo fanfarronice e nem jogando para a plateia, porque sabe do que está falando. Ele não precisa disso. desde o primeiro momento fui contra Jogos Olímpicos no Rio, ou em qualquer outra cidade brasileira. Primeiro porque acho que há outras prioridades no Brasil para se gastar tanto dinheiro, inclusive, mas não se limitando ao esporte de base. O Brasil precisa de investimentos para melhorar a vida do seu povo e não será com Jogos Olímpicos que isso acontecerá. Essa é a razão ideológica pela qual fui contra. A outra razão é bem mais prática. Acho que Nuzman e sua turma são incompetentes, haja vista a lambança que fizeram com os Jogos Panamericanos do Rio 2.07, em que houve superfaturamento de 1.000% e nenhum legado para a cidade. Sempre achei que Nuzman e a patota olímpica brasileira queriam transformar os Jogos Olímpicos no Brasil em uma ação entre amigos, para poucos. Escrevi tudo isso em um artigo na Folha de São Paulo, ponto por ponto, no dia seguinte ao que o Rio foi escolhido sede Olímpica. Estava tudo errado desde o princípio, quando a voracidade nuzmica o fez continuar no COB e, em uma atitude sem precedentes, assumir também a presidência do Co-Rio, aonde está o dinheiro do orçamento. COB e Co-Rio são entidades distintas, com finalidades díspares e que, em algum momento, pode até haver conflitos de interesses entre elas. Em Londres 2.012, a Associação Olímpica Britânica e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres 2.012 chegaram a uma disputa judicial, o que demonstra a independência de cada entidade. Aqui, Nuzman, o ditador, assumiu ambas as entidades. Não entendo como Lula e depois Dilma permitiram que Nuzman assumisse o Co-Rio. Ainda que o Co-Rio seja uma entidade privada, para lá vai dinheiro estatal e quem, efetivamente, organiza os Jogos Olímpicos. Nuzman e, evidente, o Prefeito Eduardo Paes, o Governador Sérgio Cabral Filho e os Presidentes Lula e Dilma jogaram o Brasil em um vexame esportivo sem precedentes. Aquilo que somente nós sabíamos, o que seja, que o Brasil é o país da imprevidência, do improviso, das coisas mal feitas, do famigerado “jeitinho”, da malandragem, hoje o mundo inteiro sabe. Somos ridicularizados em toda parte – e com razão – pela palhaçada que está sendo a preparação para a Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Nuzman, hoje um homem de saúde debilitada, está completamente desmoralizado no cenário olímpico internacional, na imprensa e outros meios. O que me contam é que para tirar o corpo fora, Nuzman diz for ado brasil que a culpa pelo vexame não é dele, mas dos políticos brasileiros. O que me contam é que Nuzman, fora dos microfones, principalmente no exterior, critica severamente Eduardo Paes, como o principal culpado dessa gororoba chamada “Aventura Olímpica Carioca”. E em segundo plano despeja sua ira contra o governo do Estado do Rio e na Presidenta Dilma e seu staff. Nuzman está tentando salvar a sua pele. Mas se assim fala no exteriora respeito dos políticos brasileiros, não tem coragem de fazê-lo em público e na frente deles continua sendo aquele lambe botas de sempre.

No link abaixo a matéria de hoje no UOL. http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2014/04/29/rio-2016-preparativos-sao-os-piores-ja-vistos-diz-vice-presidente-do-coi.htm

http://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2014/04/caso-raro-ex-cartola-livre-de-acusacoes/

Texto do José Cruz no Blog do Cruz – josecruz.blogsfera.uol.com.br

Caso raro: ex-cartola livre de acusações 2

José Cruz
28/04/2014 08:44

Denúncias de irregularidades e de corrupção, também nas gestões esportivas, são comuns. Raras são as informações sobre finais de processos e, principalmente, os que demonstram a isenção dos acusados.

Por isso, publico sobre o arquivamento de uma denúncia, em São Paulo, que envolvia o então presidente da Confederação Brasileira de Badminton (CBBd), Celso Wolf Junior.

Por decisão judicial, Celso foi afastado em 2011 da presidência da CBBd, acusado de irregularidades na gestão.

Agora, três anos depois, a justiça paulista determinou o “arquivamento” do processo, “após análise dos autos e das informações onde não constatarem nenhuma irregularidade nas prestações de contas de 2006, 207 e 2008”.

Desabafo

De Celso Wolf recebi a seguinte manifestação:

“Ouvi muitas insinuações e afirmações que eu havia sido retirado da CBBd por desvio de dinheiro, por irregularidades com verba pública, etc. Eu e minha família é que sabemos o que passamos. Demorou muito para sair o resultado da Justiça, mas, antes tarde do que nunca: oficialmente, nada de irregular lá foi encontrado.”

Perto de completar cinco anos neste espaço, esta é a primeira vez que publico uma notícia dessas.

Fico na expectativa de outras decisões judiciais na mesma linha para divulgar, principalmente, sobre o resultado das denúncias de irregulariades nas confederações de Tênis, Basquete, Vôlei, Ministério do Esporte… Lembram do Segundo Tempo, Orlando Silva etc? o espaço está disponível.

Conforme dados da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do Município de São Paulo, os orçamentos da Cidade em 2.012 e 2.103 foram, respectivamente, de R$ 36,399 Bilhões e R$ 42,039 Bilhões. O orçamento estimado para 2.014 é de R$ 50,568. A Cidade de São Paulo é o terceiro orçamento do País e uma das maiores metrópoles do mundo. Com esse dinheiro os prefeitos do município têm que se virar, pagar as despesas correntes, despesas com capitais, empréstimos, dívidas, juros e fazer os investimentos necessários para combater as mazelas sociais desse enorme conglomerado de pessoas.

Pois bem, o orçamento anunciado para os Jogos Olímpicos do Rio, até o momento, é de R$ 37,5 Bilhões. Maior, portanto, que todo o orçamento anual de São Paulo em 2.012 e próximo aos orçamentos para os anos subsequentes. Quando o orçamento dos Jogos Olímpicos explodir, o que certamente ocorrerá, assim como no Panamericano de 2.007, a aventura olímpica brasileira terá consumido o equivalente, ou mais, do que gasta por ano uma das mais populosas cidades mundiais.

Assim como São Paulo, o Rio é uma Cidade com muitas mazelas sociais. Faltam escolas, casas, segurança, saúde, transporte, obras viárias, saneamento básico, despoluição da Bahia da Guanabara, escolas e uma porção de coisas essenciais para a vida do cidadão comum. Pode soar como chato insistir na mesma tecla, mas se não fossem nós, os chatos, que denunciamos, as coisas poderiam estar muito piores, pois os políticos e os cartolas olímpicos andariam totalmente livres para cometer suas atrocidades.

Não é justo com o povo do Rio que se gaste tanto dinheiro para uma festa esportiva que durará apenas quinze dias. Fosse o Brasil um País cujo povo não passasse necessidades básicas e que tivesse dinheiro sobrando, seria totalmente favorável a abrigar uma olimpíada em nosso território. Mas essa não é a realidade. Sou da opinião de que se o dinheiro que será investido nos Jogos Olímpicos fosse gasto para melhorar as condições sociais da Cidade, inclusive esportivas, encarando essa questão como um ponto de saúde pública, o Rio e o Brasil teriam muito mais a lucrar.

Há duas mentiras em que não se deve acreditar. A primeira é que o investimento maciço em uma competição esportiva de quinze dias deixará legados monumentais para o Rio. Não deixará. Por mais que o dinheiro fosse bem aplicado, o que se gasta com Olimpíada não serve para acabar com carências de moradia, hospitais, escolas, transportes e outros.

A outra mentira é que grande parte desse orçamento será coberto com dinheiro privado. Uma grande balela utilizada pelos políticos e pelos cartolas para aplacar a ira do povo. Será dinheiro público que financiará os elefantes brancos da Olimpíada, igualzinho ao que aconteceu com a Copa do Mundo, em que se prometeu que seria toda ela financiada por recursos privados e nada disso aconteceu.

O Panamericano de 2.007 foi um enorme fracasso financeiro que deixou rombos espetaculares nas contas públicas e legado zero para o Rio. Considerando que a mesma patota que organizou o Panamericano está, agora, organizando os Jogos Olímpicos, é fácil prever qual é o desfecho dessa história.

Beto querido, boa noite!

Aproveitando aquela mensagem elaborada a respeito da entrevista do Bebeto, pensei nesta matéria.
Se você a achar oportuna… Fica a seu critério divulgá-la.

Após ler a manchete:
Federações internacionais mostram preocupação com
poluição de águas cariocas
Acredito que possamos passar uma informação e dar uma sugestão ao núcleo de comando da Olimpíada 2016.
Lançamento de uma campanha sob o título: SALVEMOS AS ÁGUAS DA BAÍA DE GUANABARA, aproveitando o
exemplo de um projeto bem sucedido nos Jogos Olímpicos de Seul.

Caso a ideia não seja adotada, em face da dificuldade financeira e de contratação de mão de obra expressiva,
fica a informação aos seus leitores, de como uma cidade escolhida deve trabalhar para honrar o compromisso
assumido internacionalmente, de bem promover o maior evento esportivo de todas as épocas: os Jogos Olímpicos.

Um dos maiores trabalhos realizados para a Olimpíada de Seul estava ligado ao Rio Han. Desde a
Antiguidade o “Grande Rio” representou o suporte da nação coreana. Por suas belas paisagens, pela
ligação com a história pátria e por representar fonte de inspiração poética, tornou-se muito querido dos seulitas.
Em face da forte poluição ambiental, o rio estava agonizando. De tão contaminado cheirava mal e os peixes
quase não sobreviviam. Em 1982 teve início a campanha Salvemos o Rio Han. Após quatro anos e uma despesa
de 500 milhões de dólares, o projeto estava concluído. Foi necessária mão de obra diária de 1.060.000 (um
milhão e sessenta mil) homens e houve períodos em que esse número ultrapassou quatro milhões. Para
solucionar o problema de enchentes, que representava ameaça permanente aos moradores das regiões ribeirinhas,
foram construídos muros de contenção e represas subaquáticas. Nas margens foram adaptadas áreas de esportes,
lazer e o sistema de purificação da água transformou o Rio Han em um dos mais limpos do mundo. Além disso,
toda região passou a ser um centro de atração turística de grande importância. Junto à Autopista Olímpica, no
Parque de Chongdam, foi erigida uma torre, para comemorar a vitoriosa campanha que provocou o “Milagre do
Rio Han”. A Autopista Olímpica, de 36 km de extensão, com vias para oito carros, estava ligada às principais
avenidas de Seul, dos dois lados do Rio Han.

Um beijo carinhoso,
Laurete Godoy

Hoje faz trinta anos da passeata do Vale do Anhangabaú. Era o auge do movimento pelas diretas já. Lembro-me que o povo iria encontrar-se na Praça da Sé, no início da noite e, de lá, marchar até o Vale do Anhangabaú, em um movimento importante pelas Diretas Já. Tinha 19 anos. De vários pontos do centro sairiam grupos de gente andando para o encontro na Praça da Sé. Cada um desses grupos seria liderado por políticos que haviam combatido a ditadura, alguns deles de volta ao Brasil há poucos anos, em razão da lei da anistia. Os jornais do dia indicavam cada ponto de saída e qual político estaria à frente da caminhada. Eu saí de um ponto perto da Avenida Liberdade, e, caminhando atrás dos Deputados Ulysses Guimarães e Pacheco Chaves, fomos até a Praça da Sé. As pessoas iam chegando, com bandeiras do Brasil, vestidas de amarelo. No centro da praça havia um grande painel indicando os nomes dos congressistas a favor e contra a Emenda das Diretas. Era um culto ecumênico da política. As cores partidárias de oposição à ditadura misturavam-se. Havia uma esperança enorme de que a Emenda seria aprovada e de que o Brasil votaria para presidente. Antes de sairmos em passeata até o Anhangabaú, políticos e personalidades das artes, da cultura, dos esportes e do jornalismo fizeram discursos inflamados.

A caminhada até o Vale do Anhangabaú foi inesquecível. Eram faixas, bandeiras, palavras de ordem. Lembro-me que gritávamos “Um, dois, três, Maluf no xadrez. E para ficar completo Figueiredo e Delfin Neto”. Por falta de opção a rede Globo não teve como omitir o movimento popular e entrou ao vivo no Jornal Nacional. Quando chegamos ao Vale do Anhangabaú ví uma das cenas mais impressionantes que ficam marcadas na memória. Um mar de pessoas, mais de um milhão de pessoas, uma grande onda amarela, brandindo pela democracia, exigindo diretas já. Uma cena histórica para um país que havia vinte anos vivendo sob o tacão do regime autoritário. Uma manifestação popular espontânea, o grito que se dava contra tudo aquilo que durante anos nos haviam enfiado goela abaixo. Era a volta dos exilados, o fim da tortura, novos ares que sopravam, poder livremente expressar o pensamento.

A emenda das diretas já não passou no Congresso por poucos votos. Mas tenho certeza de que aquela passeata foi essencial para o fim da ditadura no Brasil. Houve no Brasil tantas outras manifestações importantes pelas diretas já. Mas nenhuma teve a repercussão e volume de gente que a passeata da Sé ao Anhangabaú. No Anhangabaú, o sentimento era como se só quiséssemos sair de lá quando a democracia plena estivesse totalmente restabelecida. Ninguém queria arredar o pé.

Sou contente e orgulhoso de mim mesmo por ter participado daquele momento especial da democracia brasileira.

Que o Brasil nunca mais volte a ter ditaduras.

Para justificar o fiasco das obras de infraestrutura para a Copa e para a Olimpíada, Dilma Rousseff recorreu à obra de Machado de Assis e disse que “ora é presa por ter cachorros, ora é presa por não tê-los”. Declaração genial, reconfortante! Acho que ao sair-se com essa o COI deixará de intervir na organização dos Jogos e os ventos calmos voltarão a soprar na Baía da Guanabara. Lamento que eu, na minha burrice e falta de patriotismo, não tenha tido capacidade para compreender o alcance da comparação feita pela presidenta e no que isso resolve os problemas prementes dos eventos que o Brasil prometeu entregar ao mundo. E sobre os quais disseram, também, as autoridades que “será a melhor Copa de todos os tempos”, ou a pérola de Eduardo Paes ao afirmar “deixaremos Barcelona no chinelo”.

Dilma também disse que “os aeroportos não são para a FIFA e para o COI, mas para o povo deste País, deste Estado”. A supremacia da obviedade! A infraestrutura que não temos e há de ser feita é para o nosso povo. Mas o fato é que o governo Brasileiro prometeu ao mundo, à FIFA e ao COI que os brasileiros teriam toda essa infraestrutura até 2.014, justamente porque queria organizar os dois eventos. Então que não venha a presidenta, agora, dissociar a obrigação de construir aeroportos da organização da Copa e da Olimpíada. Até hoje não há um trem rápido que ligue São Paulo ao Rio, ou a Belo Horizonte. Ou linhas férreas interligando as principais cidades do sul e do nordeste. Acho que por um misto de incompetência dos governos e lobby das empresas aéreas. Isso sem falar nas necessidades mais básicas do povo pobre brasileiro.

Aldo Rebelo deve viver em Júpiter. Diz que, ao organizarmos o Carnaval, damos provas de que podemos organizar a Copa e os Jogos Olímpicos. São eventos completamente diferentes, cada qual com suas peculiaridades e especificações técnicas. Nos Jogos Olímpicos são muitos campeonatos mundiais ocorrendo em uma mesma cidade simultaneamente, cada um deles com requisitos próprios. Além do que, a FIFA e o COI são muito mais exigentes no cumprimento das regras do que são os municípios e Estados brasileiros aonde se organizam bailes de Carnaval. Só faltou o Ministro dizer que a festa do Boi Bumbá é um exemplo ao mundo do que sabemos organizar grandes eventos internacionais.

Aldo Rebelo só acertou em uma coisa, quando invoca o Co-Rio para manifestar-se sobre a intervenção do COI. Percebam como Nuzman está sumido, caladinho, fugindo da imprensa e tentando esquivar-se de responsabilidades, justo ele, que adora aparecer.

Enquanto Dilma refere-se aos “Alienístas”, eles mais parecem alieníginas, que vivem em outro planeta.

Brincadeira, não, porque o assunto é muito sério! Brincadeira é apenas força de expressão para nomear o que essa gente Co-Rio e dos níveis de governo estão fazendo com a Olimpíada brasileira. O melhor que teriam a fazer – e eu não estou brincando – seria definitivamente abrir mão de organizar os Jogos de 2.016. Sei que as multas contratuais seriam pesadíssimas mas, ainda assim, o vexame e o rombo financeiro serão bem menores se essa patota levar esse escárnio até o final.

Se Você revisitar a história da organização dos Jogos Olímpicos, verá que nenhuma cidade, nem mesmo Atenas, levou um pito público de tão grandes proporções como esse que o COI deu no Rio e no Brasil. Organizar a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos foi um tiro que saiu pela culatra. Dizia o governo que seria a chance de o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade organização e, nessa linha, equiparar-se aos países desenvolvidos. O efeito foi justamente o inverso. Aquilo que só nós sabíamos, hoje, está escancarado para o mundo, que o Brasil é o país da imprevidência e não tem qualquer condição de organizar corretamente dois dos mais importantes eventos da humanidade. O Brasil é mal falado por TODOS os respeitáveis órgãos de imprensa do mundo por causa dessas competições esportivas.

No caso dos Jogos Olímpicos, considerando que seus organizadores são a mesma patota que organizou os Jogos Panamericanos, ingênuo é quem achasse que seria diferente. Para quem já esteve em vários Jogos Olímpicos, não há mais dúvidas de que o vexame brasileiro já está consolidado. É irreversível. A Olimpíada sairá no tapa, de improviso. Então é melhor abdicar da realização dos Jogos Olímpicos enquanto há tempo de outra Cidade abrigá-la. Se insistirem em levar essa aventura até o final, os cartolas e governantes vão ampliar o vexame internacional em proporções gigantescas e aumentar o rombo das contas públicas em valores estratosféricos, como ocoreu nos Jogos Panamericanos, que custaram 1.000% mais caros aos bolsos dos brasileiros.

Os Jogos Olímpicos, na forma como foram concebidos, nunca tiveram a intenção de ajudar o Rio e o Brasil. É apenas uma ação entre amigos, especulação imobiliária em que um círculo vai enriquecer.

O Rio não merecia isso.

E eu avisei, desde o princípio, que daria nisso aí.

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