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Leandro Prates vence os 3.000 m no Ibirapuera
São Paulo – Bem que o campeão pan-americano dos 1.500 m Leandro Prates de Oliveira se esforçou para conseguir um bom resultado na prova dos 3.000 m, neste sábado 28 pela manhã, no Estádio Ícaro de Castro Melo, no Ibirapuera, em São Paulo.

Ele venceu a prova do torneio seletivo para o Mundial Indoor com o tempo de 8:05.91. Vanilson Neves ficou em segundo lugar, com 8:41.30. “Tentei me esforçar o máximo, mas não deu para alcançar o objetivo, de fazer a prova em menos de 8 minutos”, comentou o atleta da Symap, campeão brasileiro, sul-americano e pan-americano dos 1.500 m.

O Índice para o Mundial Indoor de Istambul, na Turquia, de 9 a 11 de março, é de 7:44.00. Nos 3.000 m, Leandro ganhou a medalha de ouro no Campeonato Ibero-Americano da Espanha em 2010.

Sandro Viana, do Pinheiros/Asics, assim como fez na quarta-feira, na primeira seletiva, venceu os 100 (10.65, sem vento) e os 400 m (46.90). Nos 100 m feminino, Lucimar Moura, da BM&FBovespa, ganhou com 11,98 (-2.5). Nos 800 m, Diomar Noêmio de Souza, também da BM&FBovespa, foi o vencedor, com 1:47.91.

A competição, realizada pela Federação Paulista de Atletismo, com aval da CBAt foi disputada sem chuva e com uma temperatura que variou
entre 20 e 23 graus.

Os resultados completos estão no link abaixo:

http://www.nosamamosatletismo.net/Competi%c3%a7%c3%b5es/Calend%c3%a1rio/tabid/508/ctl/resTodos/mid/977/375/Default.aspx

Cuba e COB.

janeiro 29, 2012

Cuba é uma das poucas ditaduras que restaram no mundo do século XXI. Lá ainda há presos políticos, jornalistas, escritores, qualquer um que se oponha ao regime, anos e anos detidos nas masmorras. Pois hoje Cuba anunciou que limitou a 10 anos o tempo máximo de permanência de alguém em cargo de direção do país.

Já que o COB não quer copiar o COI, que já faz tempo limitou nos estatutos o mandato da presidência, que pelo menos inspire-se na ditadura castrista. E que resolva limitar o prazo de permanência de seu presidente no poder.

Mas que a inspiração para por aí. Senão vão querer enfiar nas prisões todos aqueles que se opõem ao presidente do COB.

Para quem não sabe, o filho de Sadam Hussein, quando presidia o Comitê Olímpico Iraquiano, prendia e torturava os atletas de seu país que fracassassem em competições importantes. E também obrigava o time de futebol, quando perdia, jogar com bolas de concreto.

Os Mapas do Co-Rio 2.016.

janeiro 28, 2012

Nas palestras e apresentações que fazem, os membros do Co-Rio mostram um mapas do Brasil com uma série de marcações espalhadas por diversas regiões. Tentam convencer que os Jogos Olímpicos do Rio renderão frutos em todas as regiões, pelo que se justificaria o maciço investimento público em praças de esporte.

O argumento do Co-Rio é que a ida de delegações olímpicas para diversos Estados da Federação, durante o período de aclimatação, seria um motivo para o desenvolvimento do esporte na região.

Acho esse argumento simplista. É legal ter uma delegação olímpica fazendo aclimatação na sua cidade? Claro que é. Ainda mais se os olímpicos não ficarem entocados e proporcionarem aos cidadãos a possibilidade de vê-los treinando. Mas daí a sustentar que isso criará polos de desenvolvimento do esporte há uma distância gigantesca. Quem sabe em um ,ou outro, indivíduo ver de perto os olímpicos pode despertar o desejo de praticar esportes. Mas certamente não será isso que massificará o esporte.

Usar a passagem de equipes olímpicas pelas cidades do Brasil para sustentar que isso promoverá o esporte na região é como dizer que a permanência do circo Orlando Orfei em Crato, no Ceará, fará da Cidade um polo de desenvolvimento de domadores de leão.

O que efetivamente vai desenvolver a prática desportiva no Brasil é a tão decantada política de Estado para o setor. É mapear o Brasil e disseminar a prática desportiva em cada região, por meio de programas que vinculem as áreas da saúde, educação e saúde, pelo menos. Que os recursos na área do esporte sejam canalizados para a melhoria, ou construção de praças esportivas que proporcionem a possibilidade diária para crianças, jovens e adultos pratiquem exercícios físicos como parte de seu cotidiano, assistidos por professores de educação física. E isso é somente o começo.

Vocês se lembram da CPI dos Correios? Quem não lembra, antes de ler esse post, vá ao Google e ao Youtube. Pois bem. A certa altura, no curso daquela CPI, os joelhos da máquina governistas começaram a dobrar fortemente. Os próceres da República estavam acuados, nas cordas. Diariamente surgiam nomes de empresas fantasmas constituídas em Paraísos Fiscais e contas correntes que movimentavam grandes quantias de dinheiro de um lado para o outro.

Como a enorme maioria dos Congressistas é composta por gente ignorante, despreparada, a oposição não sabia o que fazer com tanta informação. Ficava perdida no meio da papelada, das procurações e mal sabiam pronunciar os nomes das empresas e dos países em que elas eram constituídas. A oposição recebia a munição e não sabia como usá-la, por absoluta falta de competência.

Nesse contexto, havia um ativo Deputado Federal pelo PSDB do Rio,
chamado Eduardo Paes que, aproveitando-se da ignorância jurídica daquela plêiade, passou a ser figura fundamental para desatar os nós do emaranhado de papéis comprometedores que pipocavam a cada instante. Antes de ser político profissional, Eduardo Paes foi um competente advogado militante em um renomado escritório de advocacia do Rio. O Deputado Eduardo Paes era afeito a todo tipo de legislação estrangeira. Assim, começou a esquadrinhar toda a teia de maracutaias que envolvia os líderes da República. Eduardo Paes virou o grande estofo jurídico da oposição. Os holofotes voltaram-se para ele. Na TV Câmara, o Deputado Eduardo Paes, munido de documentos importantes, esculhambava de cima a baixo o Presidente Lula, o Ministro Dirceu, aquele publicitário, Duda Mendonça (que admitiu ter recebido dinheiro de caixa dois em conta de empresa sediada em Paraíso Fiscal). Eduardo Paes, o Deputado da oposição, era muito mais do que duro em seus pronunciamentos; pegava pesado; era virulento; atingia na mosca.

O estrago que Eduardo Paes fez no governo foi tão grande, que uma ação política rápida era necessária. Foi quando o governo chamou Eduardo Paes para um encontro e perguntou-lhe: “Deputado, V. Exa. quer ser o próximo prefeito do Rio?”. O jovem Deputado Eduardo Paes interessou-se pela prosa e quis saber mais. “Como assim, eu ser prefeito do Rio?”, perguntou ao seus interlocutores. A resposta veio de bate pronto: “Deputado, deixe essa coisa de CPI de lado, mude de partido que nós vamos apoiá-lo, com toda força que o governo tem”.

Ato contínuo, o Deputado Eduardo Paes trocou o PSDB pelo PMDB, jogou na lata do lixo os seus ímpetos de oposicionista e passou a ser mais um insignificante Deputado daquilo que chamam de “base governista”. Estranho, não acham? Hoje o sujeito bate forte. Amanhã arrefece. Como em regra políticos são desprovidos de alma,todos aqueles a quem Eduardo Paes atacou em cadeia nacional passaram uma borracha naquilo tudo. A única pessoa que guardou mágoa do antigo Deputado de oposiçã, Eduardo Paes, foi a Primeira Dama, Marisa Letícia, que relutou em aceitá-lo nas hostes governistas, tamanha a volúpia dos ataques que ele havia desferido contra seu marido presidente, Lula.

O resto da história Vocês já sabem. Eduardo Paes, agora do PMDB foi eleito prefeito do Rio com apoio maciço na máquina estadual e federal, derrotando o colega Fernando Gabeira por margem muito pequena. Evidente que nosso faceiro prefeito carioca negará tudo isso, se perguntado. Mas como palavra de político sem alma não vale nada, ele que fique com suas negativas. A história é essa mesma.

Esse é o prefeito que o Rio tem, um sujeito que muda de lado como se o primeiro tempo tivesse acabado e agora ele, na pelada, teria que passar para o time de lá, que estava perdendo, para, sabem como é, dar aquela forcinha. Nada se pode esperar de um cara assim.

Esse é o cara que está preocupadíssimo, junto com outro monte de gente ruim, em construir um maravilhoso Parque Olímpico. E que deixa os prédios da Cidade Maravilhosa desabarem aos olhos do mundo e sobre as cabeças de seus conterrâneos.

Salve, Eduardo Paes, o político do mimetismo.

   Sylvio de Magalhães Padilha, Presidente do COB, abre o campeonato brasileiro de Tênis.

 Sylvio de Magalhães Padilha, capitão da equipe brasileira, hasteia a bandeira do Brasil no campeonato sul americano de atletismo de Lima, no Peru.

 Sylvio de Magalhães Padilha treina na pista do Fluminense para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1.932.

 Sylvio de Magalhães Padilha joga a final do campeonato carioca de basquete, pelo Fluminense.

 Sylvio de Magalhães Padilha vence, mais uma vez, o Campeonato Sulamericano. Esta prova é a dos 400 mestros sobre barreiras.

Sylvio de Magalhães Padilha joga a final do campeonato carioca de basquete, pelo Fluminense.

Evidentemente que tão logo vazou o assunto da sucessão no Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”), Nuzman tratou de desmentir que deixaria a entidade. Outra postura não se poderia esperar dele. Sucessão é um assunto terminantemente proibido naquela entidade que vive de dinheiro público. Porém, tenham certeza, caros leitores, de que tudo o que se escreveu na imprensa sobre os bastidores e movimentações que precedem as eleições no COB é rigorosamente verdade.

Da mesma forma que Nuzman debateu-se como peixe que é tirado da água para mudar as regras de aposentadoria no Comitê Olímpico Internacional (“COI”), está fazendo o mesmo, agora, para ver se consegue segurar-se no COB e no Co-Rio, mesmo contra a recomendação de Jacques Rogge.

Uma hipótese que pensei que pode estar povoando a mente do Nuzman é a seguinte. Ele se reelege no COB e continua no CO-Rio, até quando puder. Se as pressões do exterior e, possivelmente, do próprio governo brasileiro para que ele opte por uma das presidências seguir irresistível, mais para frente, Nuzman licencia-se do COB, o que significaria deixar de exercer a função, sem contudo abandonar o cargo. Há de se ver o que o estatuto diz sobre licenciamento do presidente.

De uma coisa tenham certeza. Nuzman fará de tudo para manter ambas as presidências, o que além de inusitado é péssimo para o esporte brasileiro.

http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2012/01/19/nao-podemos-ter-20-anos-com-o-nuzman-no-poder-afirma-atleta-olimpico-do-taekwondo.htm

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