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Convido a todos, mais uma vez, a visitar o website de Sylvio de Magalhães Padilha, no endereço http://www.sylviodemagalhaespadilha.com.br .

Mostra a história desse grande atleta e dirigente olímpico brasileiro e internacional, o livro de autoria do jornalista Caetano Carlos Paoilo, “Padilha, Quase Uma Lenda”, o filme dirigido por Marcelo Muller, “Padilha, Uma Vida Olímpica”, fotografias de sua trajetória e do acervo Olímpico.

Nos últimos dez anos nunca o Governo Federal investiu tanto no esporte olímpico. E nunca investiu tão mal. Eu sempre disse isso. E a prova está aí, hoje, palpável, inquestionável, lamentável, de tal forma que o esporte regrediu 20 anos. Se o Estado tivesse investido na construção da base esportiva 1/10 do que injetou, nesses anos todos, no alto rendimento e na preparação para os Jogos Olímpicos, estaríamos em condições muito melhores. As escolas públicas pelo Brasil afora seguem sem praças de esportes, sem aulas de educação física, com professores mal remunerados. O povo segue sem acesso à prática de esportes. As competições de base nas grande maioria dos esportes continuam sendo patéticas, sem gente, o que significa que não houve desenvolvimento de novas modalidades, que seguem sendo desconhecidas da esmagadora maioria dos brasileiros. Não se criou uma mentalidade olímpica. O Brasil não avançou um metro na questão olímpica. Pelo contrário, como afirmou recentemente o Pajé Olímpico, presidente do COB, “voltamos aos anos 90”. Portanto, imaginem se nesses dez anos que se passaram um pouquinho desses bilhões tivessem sido investidos na consecução de uma política de esportes de Estado para o esporte brasileiro, em vez desse devaneio que foram os Jogos Olímpicos Rio 2.016. Não é função do Estado, ainda mais em um país pobre, financiar o esporte de alto rendimento. O Estado pode assessorá-lo, auxiliá-lo, mas nunca financiá-lo. Esporte é questão de educação e saúde pública. Por isso que os esforços e recursos devem ser investidos majoritariamente, sempre, nos alicerces.

Suspeitas na CBV Confederação Brasileira de Vôlei. Matéria da Agência Sport Light, de Jornalismo Investigativo. Vejam no Link Abaixo:

http://agenciasportlight.com.br/index.php/2017/04/19/exclusivo-dinheiro-publico-ia-para-cbv-e-voltava-para-dirigentes/

Hoje reuniu-se em Brasília a Comissão de Esportes da Câmara Federal para debater a questão dos Desportos Aquáticos. Como não poderia deixar de ser, a conversa entre parlamentares e pessoas do esporte não se restringiu à CBDA e abrangeu todo sistema olímpico do Brasil, falido, mal administrado e nas mãos dos mesmos senhores feudais há muitos anos. O COB e a maioria das Confederações são capitanias hereditárias que necessitam de urgentes mudanças. O Deputado Arnaldo Jordy, do PPS/PA, sugeriu a instauração de uma CPI para investigar o esporte olímpico. Isso já deveria ter acontecido há muito tempo. Mas o poderoso lobby do olimpismo no nosso Parlamento tem impedido essa CPI. Em 2.008 estive no Senado Federal, acompanhado de grandes personalidades do esporte. Fizemos um amplo debate. Saímos de lá com assinaturas suficientes para instalação de uma `CPMI olímpica. Dias depois a iniciativa foi abafada pelo lobby olímpico, sob o pretexto fajuto de que isso atrapalharia a candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos de 2.016. Deu no que deu. Escândalos clamorosos, o esporte nacional regrediu pelo menos 20 anos e repleto de escândalos.

A CPI é muito necessária. Mas não é suficiente. É preciso uma política de Estado para o esporte nacional, que se inicie na base, percorrendo todas as etapas, até o alto rendimento. Uma política desapegada de partidos políticos que usam o Ministério do Esporte como caça níquel e trampolim político para outros cargos. Esperamos uma reforma ampla. E que seja feita com gente nova. Não adianta vir com os mesmos que estão aí, Nuzmans e sua turma, pois foram esses que nos levaram à situação de calamidade absoluta que o esporte vive hoje.  Esses cartolas antigos têm que pedir demissão. É necessário, ainda, que o Ministério Público Estadual e Federal criem forças tarefas especiais para investigar e combater as falcatruas no esporte.

Abaixo o vídeo de hoje do Alex Pussieldi, o Coach, na Câmara Federal. Na sequência desse vídeo estão vários outros, de atletas e pessoas do esporte que também estiveram hoje em Brasília D.F. pedindo mudanças no esporte.

 

As colaborações premiadas que estão sendo divulgadas pela imprensa, com autorização do Supremo Tribunal Federal, mostram que os corruptores compraram, além de políticos e diretores de estatais, frei, índios, sindicalistas, sequestradores e traficantes.

Será que o segmento do esporte, que nos últimos anos movimentou bilhões de dinheiro público, ficou fora disso?

Ainda que, por enquanto, os motivos das prisões na CBDA e das investigações em outras confederações desportivas não tenham vinculação com a colaboração premiada da empreiteira é conveniente que as autoridades atentem para esse segmento.

O esporte foi, na última década, uma relevante indústria no cenário econômico brasileiro.

Nuzman costuma definir-se como “jovem e dinâmico advogado carioca, que revolucionou o marekting esportivo”. Dinâmico nunca foi. Jovem há muito não é. No marketing esportivo, sempre mamou nas tetas do dinheiro público. Nuzman administrou o Co-Rio 2016 de maneira absolutamente desastrada e fez acumular dívidas milionárias. Agora não tem como pagá-las. Pois não teve pejo em ir ao Presidente Michel Temer e pedir R$ 150 Milhões de recursos públicos, a fundo perdido, para tapar os buracos financeiros que criou. Vejam notícia da coluna Radar, da revista Veja. Ou seja, Nuzman foi pedir que o povo brasileiro pague por suas bobagens.

O Co-Rio 2016 tem a natureza jurídica de uma sociedade limitada empresária, portanto, com a finalidade de lucro. Aliás, esse é o argumento que o pajé olímpico utiliza para dizer que não tem que prestar contas aos outros, seja no COB (sem fins econômicos, seja no Co-Rio 2016). Nuzman administrou mal a empresa e esta não tem patrimônio para saldar suas dívidas, pode, dadas as circunstâncias, responder com seus bens pessoais. Imagine Você, leitor, com problemas financeiros em sua empresa, ir ao Presidente da República pedir que o governo pague as suas contas. A situação é a idêntica. Seria uma desfaçatez se o Estado brasileiro pagasse com dinheiro do povo as estrepulias financeiras do Co-Rio 2016.

Nuzman, que pariu Mateus, que o embale.

Paes, Nuzman e Cabral

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