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Um Pouco Sobre a PEC do Teto dos Gastos

novembro 3, 2016

Como político brasileiro é corrupto, demagogo e irresponsável, não se pode deixar nas mãos deles ter o bom senso de administrar níveis de gastos. Tem que ter uma regra, em tese, imutável. Daí a necessidade da PEC. A consequência do cenário da PEC é fazer dinheiro sobrar e começar a reduzir a dívida pública, que é imensa. Reduzir dívida, entretanto, não dá voto. Portanto, ninguém o faz. E o efeito negativo disso é incalculável, ano após ano. Além de diminuir a dívida em si, diminui o custo da dívida pública. O País começa a se comportar melhor fiscalmente. O Brasil paga, hoje, de juros, cerca de R$ 0.5 Trilhão ao ano. Ora, com a redução drástica da dívida pública, daria para fazer umas 50 copas e olimpídas por ano. (não que seja a favor disso. É apenas um exemplo prático e fácil de entender). Se abaixar a dívida e reduzir os juros a 9%, 10% ao ano, em cinco anos o Brasil economizará cerca de R$ 150/200 Bilhões todos os anos. Sabem quanto se gasta em saúde e educação no Brasil por ano? R$ 200 Bilhões, aproximadamente. Pondo os país nos eixos, tudo isso vai melhor com o tempo. O grande problema é que se deixar livre a gastança nas mãos dos políticos, qualquer um deles, o gasto público não vai parar de crescer nunca. Gastar significa voto na próxima eleição. Enquanto que pagar dívida é dar dinheiro para o sucessor gastar e se reeleger. Por isso, repito, a necessidade de se ter a meta fiscal, em tese imutável. A racionalidade dessa PEC é a mesma da lei de responsabilidade fiscal. Não deixar político ruim, demagogo e corrupto tomar decisão de seguir gastando. Põe um cabresto nele. O ponto principal dessa PEC é pagar a dívida pública, que se tornou insutentável, que quase quebrou o Brasil. A União Federal deve R$ 3.3 Trilhões, mais ou menos. Não se paga da noite para o dia. Esse ajuste leva tempo e é necessário. Se sobrar dinheiro, em dez anos fica mais fácil aprovar exceções para gastar (a PEC prevê isso). Essa medida é absolutamente necessária. Senão o País quebra de vez. e com quebradeiras quem, sempre, vai sofrer mais é o pobre. Quem tem mais dinheiro sempre dá um jeito de se virar, incluindo, mas não se limitando a ir embora daqui.

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