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Junto com Nuzman foi preso, com toda razão, seu braço direito, Leonardo Gryner. Acertou a Polícia Federal, o Ministério Público e o Juiz Federal. Gryner sempre foi, sabidamente, o homem de frente de Nuzman, o que operacionalizava tudo aquilo que fora planejado. Mas Gryner não agia sozinho. O outro tentáculo dessa trinca é o atual Deputado Estadual pelo PSDB do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório.

Desde a época da Confederação Brasileira de Volleyball (“CBV”), Osório agia, sempre, em conjunto com Gryner e a mando de Nuzman. Osório foi homem fortíssimo nas campanhas dos Jogos Panamericanos Rio 2.007 e dos Jogos Olímpicos Rio 2.016. Osório era peça fundamental na estrutura de poder de Nuzman, no Comitê Olímpico do Brasil (“COB”). E assim permaneceu até 2.009. Logo após a “vitória” do Rio, Osório tornou-se Secretário Municipal de Eduardo Paes.

Leonardo Gryner , Carlos Osório e Sergio Rocha Vilella foram sócios em uma empresa de marketing constituída em 17 de maio de 1.995, pouco antes de Nuzman assumir a presidência do COB, chamada Sportsmedia Promoções e Propaganda Ltda., registrada na Junta Comercial do Rio de Janeiro sob o NIRE 35213069864, inscrita no CNPJ/MF sob o número 00.616.400/001-26, com endereço na Calçada Flor de Lotus, Nº 81, Suite 026, em Alphaville, no Município de Barueri, no Estado de São Paulo. Gryner e Carlos Osório também eram sócios de outra empresa que atuava na área esportiva, chamada Sport21 Comunicação e Marketing Ltda., constituída em 06.09.2.011, inscrita no CNPJ/MF sob o número 04.663.117/0001-06, com endereço na Avenida Presidente Vargas, Nº 463 A, 5ºandar, parte, cep 20.070-003, na capital do Estado do Rio de Janeiro.

Os principais clientes das empresas de Gryner e Carlos Osório eram o COB, presidido por Nuzman e a CBV, por Ary Graça. A principal fornecedora das empresas era a Tamoyo Turismo, agência oficial do COB, escolhida a dedo por Nuzman e que também prestava serviços a várias Confederações.  Nuzman, claro, não figurava como sócio em nenhuma dessas empresas. Deixava que seus títeres o fizessem.

Será injusto, neste momento, tirar do Deputado Carlos Roberto Osório o título de outro braço direito do velho capitão Carlos Nuzman e atribuí-lo exclusivamente a Leonardo Gryner. Se investigarem as coisas desde a época em que essa gente entrou na CBV e os Jogos Panamericanos de 2.007, em que o orçamento explodiu em 1.000%, vão achar muita coisa.

Apenas para relembrar, nada do que eu estou escrevendo aqui é novidade. Tudo isso eu já havia escrito nos idos de 2.009. Estou apenas rememorando fatos e pessoas.

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Carta Aberta à Paulo Wanderley

Livro “Padilha, Quase Uma Lenda”, do Jornalista Caetano Carlos Paioli.

issuu.com/infinitumsports/docs/padilha_quase_uma_lenda?e=2830851%2F6376513

Taça Correio da Manhã, em 1.929, no Rio de Janeiro, mostra o atleta do Fluminense, Cadete Sylvio de Magalhães Padilha, em seu início de carreira. Na época já era recordista brasileiro dos 100 metros rasos. Reparem na assistência da competição, lotada, com homens de terno, gravata e chapéu.

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