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Não  é somente o necessário corte de custos  que Paulo Wanderley está promovendo. É bem mais que isso. O presidente do COB anunciou, hoje, a demissão  de mais um gerente que recebia super salário pago com dinheiro público, oriundo da Lei Piva, aproximadamente R$ 45 mil Reais mais bônus, como ressalta a excelente  matéria de Paulo Roberto Conde, na Folha de São Paulo. Não  conheço de perto a atuação  de Edgar Hubner, o gerente demitido hoje, pelo que não tenho capacidade para avaliá-lo. Mas por melhor que fosse sua atuação, o super salário  é incompatível  com a nova realidade do esporte olímpico nacional. Acertou Paulo Wanderley ao demití-lo.

Uma de minhas críticas mais severas à administração anterior era justamente o inchaço desnecessário da folha de pagamentos. O novo presidente parece estar corrigindo essas distorções. Além disso, a nova gestão  vai dando ao COB a sua própria feição, no instante em que afasta os principais colaboradores da administração  passada, que eram o arcabouço daquela estrutura de poder que terminou nas páginas policiais. Se o presidente Paulo Wanderley quer resgatar a credibilidade do COB, natural e necessário que ele mude as pessoas. E ele tem todo direito de escolher os colaboradores que lhe são de absoluta confiança. Nesse início de gestão  o novo presidente fez exatamente  o que dele se esperava, de maneira rápida e com serenidade: alterou o estatuto, está enxugando  os custos e mudando pessoas. A partir daí será o momento de dar novos rumos ao nosso Movimento Olímpico. Vamos  acompanhar a eleição  do novo vice-presidente, esperando que, na esteira das mudanças, seja um nome capaz de colaborar e trazer mais credibilidade ao Comitê.

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O Comitê Olímpico do Brasil (“COB”) promoveu mudanças importantes em seu estatuto que, há muito, eram solicitadas pela sociedade. Enquanto nos últimos 20 anos o COB era um exemplo a não ser seguido, alvo de acusações e reclamos, temos, finalmente a mudança estatutária e a disposição para o diálogo. Sei que só isso não basta. Precisaremos de algum tempo, ainda, para alterar a cultura patriarcal imposta pelo antigo dirigente. Mas já é um início alviçareiro.

Nessas últimas duas décadas o COB dava o mau exemplo e fomentava/obrigava as Confederações a seguí-lo, fechando seus estatutos. Foram poucas as Confederações que ousaram desafiar o mau exemplo do COB e implantar estatutos modernos. Agora a referência é distinta. O COB sinalizou que deseja novos tempos no Movimento Olímpico do Brasil. Por isso que as Confederações e Federações que ainda não modernizaram seus estatutos devem fazê-lo rapidamente.

Como escrevi recentemente neste Blog, as mudanças positivas no COB são apenas uma peça na engrenagem. Não podem parar por aí. E não podem ficar só no papel. Necessitamos de ações práticas.

Já faz tempo que “Organização Não Governamental” (ONG) passou a ter papel relevante na sociedadade. A falência do Estado e a impossibilidade de cumprir com seu papel fez com a sociedade civil se organizasse para suprir essa lacuna. Criou-se até um nome para esse movimento, chamado de “Terceiro Setor”. A natureza jurídica das ONGs é de uma associação sem fins econômicos, que realiza suas atividades pela comunhão de esforços de entes privados, pessoas físicas, ou jurídicas. Como o nome ressalta é uma associação “Não Governamental”. Portanto, sem ingerência de governos, administrativa, ou financeira. Esse é o espírito da coisa.

Pois o Brasil tratou de inovar e proliferou as Associações Não Governamentais que vivem de dinheiro governamental. Não interessa se a pessoa jurídica se chama ONG, Associação, ou Instituto. A natureza jurídica é rigorosamente a mesma. Aqui no nosso País há diversas entidades dessas que não sobreviveriam se não fosse o dinheiro estatal. Ou seja,”não governamental”, pero no mucho.  São organizações que não hesitam em angariar dinheiro do povo para executar suas benesses, sejam repasses diretos do Poder Executivo, de estatais, ou por renúncia fiscal. A grau de absurdo chegou a um ponto tão grande, que quando Orlando Silva foi Ministro do Esporte ele criou um programa oficial, de Estado, chamado “Segundo Tempo”, que repassava dinheiro governamental para Organizações “Não Governamentais”. Claro, o projeto deu com os burros n’água e terminou recheado de denúncias de desmandos.

Sou diretor de uma ONG, ONG SYLVIO DE MAGALHÃES PADILHA, que leva o nome do meu querido e honrado avô e que, desde 2.002, faz um trabalho de atletismo e propagação do Olimpismo em uma comunidade carente em São Paulo. Essa ONG já teve um alcance bem maior quando contou com o valoroso apoio de empresas privadas. Hoje ela segue ativa, mas muito reduzida, com dificuldades, porque não há mais patrocínio e tem como fonte de recursos, exclusivamente, pequenas doações de pessoas que simpatizam com o projeto. A ONG SYLVIO DE MAGALHÃES PADILHA sempre recusou qualquer tipo de auxílio estatal, seja ele qual for, de qualquer fonte, ou natureza. E, evidentemente que, ao longo desses anos, o que não faltaram foram “pessoas bondosas” querendo oferecer benesses governamentais, apoio de empresas estatais.  Nós recusamos e sempre recusaremos. Organização Não Governamental com dinheiro governamental é, no mínimo, uma contradição curiosa. E que em alguns casos merecem investigação. Fiquem de olho.

1. Não sou contra a Bolsa Atleta. Mas como já disse, isso está longe de ser política de desenvolvimento de esporte, como questão de educação e saúde pública. Assim, em primeiro lugar, gostaria que o Ministério do Esporte, em conjunto com o da Educação e da Saúde, com o Comitê Olímpico do Brasil ,  Confederações e Clubes formadores, trabalhassem em uma política de massificação, democratização e acesso ao esporte, naquilo que tradicionalmente, na literatura esportiva mundial, chamou-se Esporte para Todos.

 

2. Não gostaria que os atletas se contentassem com pouco, com um mero programa assistencialista, enquanto eles poderiam ter muito mais se o Esporte fizesse parte das prioridades do Estado. Gostaria de ver os atletas lutando pela implantação dessa política e, a longo prazo, auferindo os benefícios dela. Quando o Brasil ficou independente, para citar um exemplo, a Inglaterra já tinha uma lei que obrigava a prática da Educação Física na Escola. Essa politica existe até hoje e veio sendo aperfeiçoada. O esporte sendo levado a sério, como política de Estado, faz o atleta prescindir do Bolsa Atleta. O Bolsa Atleta deve ser o início e não um fim em si próprio. Deve ser um mero complemento, um auxílio pontual e não ser tomado como o único programa de esporte do País. Bolsa Atleta não democratiza o acesso ao desporto. Os mais pobres seguem sem possibilidades de praticar esportes. Apenas cerca de 12% das escolas públicas têm algum tipo de quadra para praticar esportes. Isso não mudou nada após o Bolsa Atleta.

 

3. Isto posto, reitero que não sou contra o Bolsa Atleta, ao contrário, sou pela manutenção e até ampliação. E essa ampliação só poderá ocorrer se forem corrigidas as distorções. Há muitas fraudes no Bolsa Atleta. Recebo denúncias de que em várias modalidades pessoas que não têm mais qualquer condição de aperfeiçoar e incrementar sua performance de alto rendimento, recebem essa parcela de dinheiro público. Por exemplo, há gente mais velha, que seguramente não tem nenhum futuro em alto rendimento recebendo essa verba pública. Há pessoas que sequer atletas são, que se inserem em equipes, como reservas, que ganham bolsa atleta. Há estrangeiros que ganham bolsa atleta. A regulamentação do Bolsa Atleta manda que para pagar esse benefício em provas de equipes, são necessárias que, pelo menos, cinco equipes tenham participado do certame. Isso muitas vezes não ocorre. As provas de equipe, em diversas ocasiões, têm menos de cinco equipes e os resultados não deveriam valer para o Bolsa Atleta. Há vários outros tipos e modalidades de fraudar o espírito da lei. E para isso ocorrer, pode haver conivência, ou omissão, de entidades. Por isso que minha proposta é criar mecanismos efetivos de controle maciço das fraudes. Conscientizar as Confederações que elas não podem endossar Bolsa Atleta para essas situações. Uma vez detectada a fraude, o benefício deve ser imediatamente cancelado e atletas, clubes, federações e confederações eventualmente envolvidos devem ser rigorosamente punidos. A lei deve mudar para contemplar as hipóteses e as gradações das penas.

 

4. Bolsa Atleta é programa de rendimento e não assistencial (como é o Bolsa Família). Programa de rendimento é auxiliar à preparação dos atletas que, comprovadamente, podem, com esses recursos públicos, melhorar suas performances no cenário do alto rendimento, sobretudo internacional. Por isso acho que se tem que encontrar uma fórmula de limitação de idade. Pessoas com 35 anos, 40 anos, por exemplo, sabidamente não terão futuro de rendimento em nível internacional. Estão em fase de encaminhamento do fim de carreira. Não deveriam receber Bolsa Atleta que, repito, é programa cuja essência busca efetivamente o alto rendimento. Esses atletas em fim de carreira, ou já em fase descendente de carreira, não deveriam ter direito ao Bolsa Atleta (dinheiro governamental). Isso tem que ser ajustado na lei do programa Bolsa Atleta.

 

5. Quem recebe Bolsa Atleta tem que estar em plena atividade por todo exercício e enquanto receber esse dinheiro público. Já ví casos de grandes atletas que recebem Bolsa Atleta e, no meio da temporada, resolvem voluntariamente abandonar as competições de rendimento. Esses deveriam parar de receber imediatamente.

 

6. Também acho que atletas que possuem outras fontes substanciais de renda, patrocínios públicos e privados, ou prêmios de seus resultados obtidos em competições nacionais e internacionais, não deveriam receber Bolsa Atleta. Exemplos: os grandes atletas Tomaz Belucci, Bruno Soares e Marcelo Melo, astros do tênis mundial, têm vários outros patrocínios e recebem prêmios vultosos. Esses atletas não deveriam receber Bolsa Atleta. Eles não precisam. O dinheiro que vai para eles poderia ser utilizado para ampliar o programa Bolsa Atleta para pessoas cujos valores realmente fazem a diferença .

 

7. Esses são alguns ajustes que eu faria no Programa Bolsa Atleta, para que haja possibilidades de ampliá-lo, moralizá-lo e fiscalizá-lo. Estamos tratando de dinheiro público. E isso é muito sério.

 

8. Reitero que se o esporte não caminhar ao lado da educação nada fará sentido. Por isso que muito mais importante que o Bolsa Atleta é brigar pela política nacional de Estado do esporte para todos, como elemento de saúde e educação. A cada dólar investido no esporte o Estado estará economizando três dólares na saúde. A Educação Física deve ser inserida na grade escolar com a mesma relevância que as demais disciplinas, tais como português, matemática, química, história, geografia e outros. O professor de educação física não pode ser tratado como professor de segunda classe. É necessária uma mudança de mentalidade.  Criar no Brasil uma mentalidade Olímpica.

O cargo de vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (“COB”) está vago. Provavelmente em março a entidade convocará uma assembleia geral extraordinária para preencher a função. Essa eleição será feita já sob a égide do novo estatuto.

Assim, além das Confederações Olímpicas, terão direito a voto os representantes do atletas (possivelmente doze atletas) e Bernard Rajzman, membro representante do COI no Brasil. Poderá ser candidato ao posto qualquer cidadão brasileiro “ficha limpa”, que tenha 18 anos, ou mais e que possua a assinatura de somente três membros da assembleia geral.

Isto signfica que as portas estão abertas para que pessoas muito respeitadas no cenário esportivo e que até hoje foram impossibilitadas de participar do Movimento Olímpico o façam. Entre dirigentes (que um dia foram atletas) e atletas em atividade, o Brasil tem muita gente competente para exercer a vice-presidência do COB e colaborar com a gestão de Paulo Wanderley. É muito importante que esses quadros, de gente honesta, competente, estudada e preparada, passe a fazer parte da administração Olímpica.

Há nomes que ajudarão muito a reconstrução do COB, que são nacional e internacionalmente respeitados. Fiquem atentos, que essa eleição para a vice-presidência do COB, pode proporcionar o ingresso na entidade de pessoas de muito valor. Mais um passo para o resgate moral do Movimento Olímpico do Brasil. Não se pode perder essa chance.

 

Rio de Janeiro recebe o III Prêmio Sou do Esporte

• Homenageado especial da Premiação em 2017: Eder Jofre, um dos maiores boxeadores da história do esporte

• Homenageados na categoria Atleta de Valor: Susana Schnardorf (Natação Paralímpica), Rodrigo Minotauro (MMA) e Isabel Swan (Vela)

• Atitude Positiva: Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados

• Categoria Sou do Esporte Solidário: Projeto Grael

• Categorias Gestor do Ano & Governança anunciadas no evento

Rio de Janeiro, novembro de 2017 – A Sou do Esporte, entidade sem fins lucrativos que promove ações para o desenvolvimento do esporte brasileiro, realiza o III Prêmio Sou do Esporte, no dia 7 de dezembro, no Hotel Grand Hyatt da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Criado em 2015, o Prêmio é o único da América Latina destinado às confederações olímpicas que têm seus atributos de governança analisados em um estudo produzido pela entidade e reconhecido pela organização dinamarquesa Play the Game, que atua na promoção da democracia, transparência e liberdade de expressão no esporte.
O Prêmio Sou do Esporte avalia as práticas de governança de entidades esportivas a partir de mais de 130 atributos, abalizados nos principais indicadores: Transparência, Equidade, Prestação de Contas, Integridade Institucional e Modernidade.
Além das confederações, a Sou do Esporte homenageia atletas e entidades que trabalham para o desenvolvimento do esporte no país. Eder Jofre será o homenageado especial do prêmio Sou do Esporte 2017.
Susana Schnardorf, Rodrigo Minotauro e Isabel Swan serão homenageados na categoria Atleta de Valor. Sou do Esporte Solidário celebra o Projeto Grael.
Já a Câmara dos Deputados será homenageada por sua Atitude Positiva, com a iniciativa de promover o conhecimento por meio do I Concurso de Artigos Científicos da Comissão do Esporte.
Prêmio – Vencedores nas edições anteriores:
2015
Governança: CBRU, CBTM, CBV (ENTIDADES COM MEDIA SUPERIOR A 5)
Gestor do Ano: Andrew Parsons
Solidário: Vila Olímpica da Maré – Senhor Amaro Domingues
Atleta de Valor: Nalbert Bitencourt, Lars Grael, Gabriel Mendes & Raphael Espindola: Complexo do Alemão
Atitude Positiva: CBAT
Homenagem especial: Prof. Dr. Lamartine Dacosta
2016
Governança: CBRU, CBHB, CBAT, CBV, CBTM ( ENTIDADES COM MEDIA SUPERIOR A 5)
Gestor do Ano: Ricardo Trade
Solidário: Instituto Urecê
Atleta de Valor: Guilherme Murray, Clodoaldo Silva, Sergio Santos
Atitude Positiva: Comissão dos atletas da CBV – Andre Heller
Homenagem especial: Mestre Geraldo Bernardes
Serviço:
III Prêmio Sou do Esporte
Hotel Grand Hyatt – Barra da Tijuca – RJ Av. Lucio Costa, 9600
07/12/2017 – 18:30 às 22h
Programação:
18h30 às 19h30 – Coquetel de abertura
19h30 às 21h – Cerimônia oficial
21h às 22h – Coquetel de Encerramento
Sobre a Sou do Esporte
A Sou do Esporte é uma entidade sem fins lucrativos que promove ações para o desenvolvimento do esporte brasileiro e atua como rede de relacionamento entre atletas, entidades esportivas, poder público e setor privado. Desde 2015, a Sou do Esporte fomenta o patrocínio esportivo sustentável, a massificação do esporte em comunidades, e estimula a modernização da indústria esportiva por meio de boas práticas de governança.
http://www.soudoesporte.com.br
Facebook @SouDoEsporte Instagram @soudoesporte Twitter @soudoesporte
Assessoria de Imprensa: S/A LLORENTE & CUENCA
Bete Lima – Blima@llorenteycuenca.com

Já ouvi algumas vezes o seguinte debate: “Se o atleta conseguiu vaga para disputar uma competição cuja a composição da delegação cabe ao Comitê Olímpico Brasileiro e se esse atleta não for convocado, se ele pagar as próprias despesas terá direito de participar”

 

Esse pensamento é inaceitável. E exponho as minhas razões:

 

1. A lei federal e a Carta Olímpica determinam que o Comitê Olímpico forme, segundos seus próprios critérios, as delegações nacionais para participar dos Jogos Sulamericanos, Panamericanos e Olímpicos. Ou seja, é o Comitê quem convoca. Por isso, antes de o Comitê convocar oficialmente o atleta, ele (ela) não tem vaga. É juridicamente errado o atleta dizer “eu já consegui minha vaga” antes de o Comitê oficialmente convocá-lo.

 

2. Além disso, o Comitê não é agencia de viagem, em que o atleta paga sua passagem e estada e passa a integrar as delegações nacionais. Isso seria um absoluto e inaceitável desafio à autoridade do órgão máximo do Movimento Olímpico.

 

3 – O Comitê Olímpico, em toda sua história, nunca permitiu que esse tipo de coisa ocorresse e não será agora que permitirá.

 

4 – Nunca, em toda sua história, o Comitê Olímpico deixou de convocar algum atleta para as competições por falta de verba, nem mesmo nas eras mais difíceis do esporte olímpico, em que os recursos eram pouquíssimos. Se alguém disser isso é mentira. Todos atletas que atingiram os índices e  estiveram dentro dos critérios de convocação estabelecidos previamente pelo COB, com as Confederações, viajaram para os Jogos.

 

5 – Concordo que, eventualmente, se possa discutir os critérios do COB. Nem sempre eles estão certos. Mas discordo que, estabelecidos esses critérios, determinado atleta, que se ache no direito de viajar e que não tenha sido selecionado, pague as suas próprias despesas para assim ter direito de integrar as delegações nacionais do Comitê Olímpico.

 

6 – O Comitê Olímpico tem a prerrogativa de estabelecer, livremente, os critérios de seleção para cada certame. Pra isso deve ouvir as Confederações e a comunidade atlética. E é natural que  tais critérios sejam diferentes para Odesur, Jogos Panamericanos e Olímpicos. Cada competição tem sua relevância específica e características próprias. Os critérios não podem ser os mesmos.

 

7 – Além do que, o COI poderia aplicar sanções aos Comitês Olímpicos Nacionais que formassem suas delegações a partir de decisões judiciais que, no entendimento do COI, é intervenção estatal, o que é terminantemente proibido pela Carta Olímpica.

 

8 – Estimular a ideia de que “se o atleta obteve a vaga e não for convocado ele paga e tem o direito de ir aos Jogos” é fomentar algo que está legal e moralmente errado.

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