Quem Será O Porta Bandeira do Brasil em Tokyo?

Por igualdade de gênero, o Comitê Olímpico Internacional permitiu que os porta bandeiras das delegações sejam uma mulher e um homem. Acredito que a grande maioria dos Comitês Olímpicos adotará esse sistema.

Não é uma regra escrita, mas uma tradição do Movimento Olímpico brasileiro que os porta bandeiras de nossas Missões são sempre de uma modalidade que obteve destaque nos Jogos Olímpicos imediatamente anteriores. Não necessariamente o atleta medalhista na Olimpíada anterior, porque pode acontecer deste atleta não estar nos Jogos seguintes. Homenageia-se, assim, uma modalidade que logrou êxito da edição anterior da Olimpíada.

Isto posto, aí vai minha opinião (não informação), caso coubesse a mim a escolha dos nossos porta bandeiras. Optaria por ter um homem e uma mulher. O homem seria o Baby (Rafael Silva). Seria uma homenagem ao judô, de ótima performance no Rio 2016. E uma reverência especial ao Baby, excelente pessoa, atleta fantástico, duas vezes medalhista olímpico e que, provavelmente, estará no Japão disputando sua última Olimpíada.

Entre as mulheres eu ficaria entre Martine ou Kahena (teria que escolher uma. Mas a escolhida certamente estaria representando a outra). Além de ser uma homenagem à Vela, esporte de muita tradição olímpica no Brasil, são as atuais campeãs olímpicas, ainda jovens e, tomara, com vários Jogos pela frente.

Baby e Martine/Kahena seria uma justa homenagem a figuras extraordinárias de modalidades importantes. E a mescla do atleta experiente, mais antigo, com a juventude, mostrando que o Brasil já teve, tem e terá um futuro Olímpico alvissareiro.

Reconheço que há outras modalidades e atletas que também são merecedores dessa honraria. Mas como se tem que optar por dois, essa seria minha escolha: Baby e Martine ou Kahena.

Quando as mídias sociais começaram a especular a quem caberia o privilégio de aceder a pira Olímpica no Rio, falou-se em vários nomes de muito peso: Pelé, Guga, Rainha Hortência, entre outros. Pois eu cravei um único nome: Vanderlei Cordeiro de Lima. E acertei. Não que tivesse qualquer informação privilegiada. Citei o Vanderlei como resultado de décadas de convívio e observações minuciosas das tendências do Olimpismo no Brasil.

Categorias olimpismo

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