A Remuneração da Comissão de Atletas do COB.

Os Atletas que galgaram os degraus mais altos do Olimpo são heróis das nações, em qualquer uma delas. São referências e têm suas imagens largamente utilizadas como sinônimo de sucesso, o tal “Brasil que deu certo”. Existe, assim, a percepção de que a nação deve algo aos Atletas Olímpicos.

Ao longo dos anos os Atletas vêm conquistando espaços importantes na administração do esporte, integrando comissões, conselhos, assentos nas assembleias gerais e cargos de diretoria. Além de constar na AGENDA 2020 do Comitê Olímpico Internacional (“COI”), as legislações dos países, inclusive o Brasil, avançaram e passaram a obrigar a participação dos Atletas nos órgãos de gestão.

Atletas em atividade, com razão, estão focados em treinamentos, competições, resultados e descanso. Natural que estes, nem sempre, estejam disponíveis para participar da gestão esportiva.

É necessário que os Atletas estejam sempre motivados a atuar na gestão do esporte. A atividade não remunerada pode gerar desinteresse na função. Ou a ideia de que a posição ocupada não é prioridade. Assim, acredito que devamos estudar que aqueles Atletas que ocupem cargos na Comissão de Atletas do Comitê Olímpico do Brasil (“COB”) sejam remunerados. A fórmula dessa remuneração deve ser amplamente debatida e discutida, para que se encontre a melhor forma de implementá-la.

A proposta de AGENDA POSITIVA PARA O COB sugere vários pontos para valorizar os Atletas. Um deles é o apoio e incentivo aos Institutos de ex-Atletas, que além de massificar as modalidades, também revelam talentos.

Categorias olimpismo

Um comentário em “A Remuneração da Comissão de Atletas do COB.

  1. Roberto Pimentel março 4, 2020 — 8:54 am

    IMAGENS OU IDEIAS, QUAL O PREÇO A PAGAR PELA NAÇÃO?

    Prezado Murray, louvo seu histórico, competência e disponibilidade em compartilhar com espírito democrático as informações de que dispõe como escriba. Em seu último parágrafo destaco trecho em que me debato desde 1974, onde assinala ao final […] “além de massificar as modalidades, também revelam talentos”. Como quase sempre, o final de uma sentença não tem o mesmo peso em importância se comparada ao seu núcleo, uma compensação, que pode ser definida como “de quebra”. Esta expressão é o “meu trabalho, que imagino solitário, sem paralelo no país e, até onde sei, internacionalmente. Neste sentido, valho-me de experiências vividas com intensidade marcante – prototipagens -que nortearam meu rumo e foco no projeto que construí para a nação. Felizmente, está reconhecido por milhares de crianças contempladas em protótipos em logradouros públicos (praias) e escolas.

    COMO DAR SEQUÊNCIA AO PROJETO EM ESCOLAS?
    Relativo ao Instituto dos ex-Atletas também mencionado, sirvo-me de Umberto Eco para aqueles que se ocupam de endeusar quem cumpriu com seus deveres profissionais, pagos pela população. Diz ele…Heróis não servem a um propósito (global). Para ser um herói, não é necessário ser soldado, líder, ou medalhista olímpico. Heróis são aqueles que arriscam suas vidas para salvar uma criança que está se afogando, ou que dão as costas aos confortos da medicina moderna para arriscarem suas vidas para socorrer pacientes com ebola na África. Pobre do país que necessita de heróis… A sua utilização como imagem para desenvolver um trabalho de Educação Desportiva, é um desserviço às novas gerações, só serve aos interesses de maus gestores – como no COB – com um time de indivíduos incompetentes para a missão de alavancar a Educação no país. Não basta, como realizam os futebolistas milionários, dispensar fortunas (que iriam para o IR) e financiar “escolinhas” de coisa alguma, com ex-jogadores malformados.

    BONS EXEMPLOS de governança nos chegam de alguns poucos países – Bélgica e Holanda – e de clubes como o Barcelona e Bayern de Munique, que realizam projetos planejados cientificamente, e perenes para as novas gerações, SEM a mais mínima obrigação de prospectar TALENTOS, mas EDUCAR em preceitos modernos pela atividade desportiva.
    Se interessado em conhecer mais a respeito do trabalho que compus, mas sem qualquer apoio, peço que entre em contato. Estou no blog Procrie – http://www.procrie.com.br – com 600 posts metodológicos e pedagógicos, tendo colecionado até jan/2017, +500.000 visualizações internacionais. Agora também no Linkedin e em página portuguesa do facebook sovolei, novo gestor. Compartilhamento de Metodologia e Praxia na Holanda (ver Linkedin), com extensão neste momento em ações educativas na Tanzânia.
    Observei em seus créditos a participação na Academia Olímpica Brasileira. Estive lá duas vezes, li e revi seus estatutos, identifiquei os gestores, sendo um deles ex-atleta olímpico. Fui repelido solenemente por telefone. Como posso apresentar algo para quem não quer ler? Que país é esse?

    Se chegou até aqui em sua leitura, agradeço sua paciência. Fique em PAZ!
    Parabéns por seu comportamento ético e personalidade percebidos nas entrelinhas dos escritos.

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