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Os dias de Nuzman como dirigente esportivo estão contados. A Operação Unfair Play é apenas o início do fim do cartola. Vem chumbo grosso para cima dele. É questão de tempo o Comitê Olímpico Internacional (“COI”) suspendê-lo, ato contínuo, aguardar sua renúncia e, se ela não vier, expulsá-lo do Movimento Olímpico. É isso que tem ocorrido com outros membros pilhados em algazarras.

Assim como Marco Polo Del Nero, Nuzman, mesmo impedido de viajar, tentará agarrar-se à presidência do Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”). Será apenas um presidente achincalhado, um zumbi. Nuzman já andou dizendo, desde que a Polícia Federal bateu em sua porta, em tom de ameaça, que se for defenestrado do COB levará consigo um rol de dirigentes e de Confederações. Ele pretende manter-se no COB por força de suas ameaças.

De fato, há muitas Confederações que estão comprometidas com os mal feitos de Nuzman. Mas há muitas outras que não devem nenhum favor pessoal a ele, que foram eleitos sob o discurso da renovação e da transparência.

Esta é a hora de as “novas” Confederações darem as caras. É a hora de mostrarem que são realmente diferentes e não aceitarão a manutenção dessa estrutura esportiva velhaca que jogou a imagem do esporte brasileiro na lama.

Se Você, caro leitor, leitora, faz parte de uma Confederação que não compactua com o deplorável corporativismo que o COB de Nuzman está tentando impor, não se apequene. Mostre que Você não é igual a eles. Esteja ao lado da honestidade, transparência, dos técnicos e dos atletas.

Que as Confederaçoes comprometidas com a nova era, exijam claramente a renúncia de Nuzman, sob pena de serem identificadas com ele e jogadas no mesmo balaio.

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