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O artigo de hoje da jornalista Mariliz Pereira Jorge, na Folha de São Paulo é muito apropriado para resgatar mais uma promessa descumprida pelos organizadores da Aventura Olímpica Brasileira. A cerimônia de abertura dos Jogos tratou com densidade a questão do aquecimento global e o inseriu no cenário de que “nós, da patota olímpica, estamos atentos a isso e vamos contribuir com a ecologia global.”. Cada atleta que entrava no estádio pegava uma mudinha de planta, punha em um totem, com a promessa de que tudo se transformaria em um grande parque. Bastava conhecer um pouquinho os organizadores, políticos e cartolas, para saber que tudo aquilo não passava de uma grande demagogia e que seria mais uma promessa a ser descumprida. Estava servindo para desviar a atenção dos brasileiros e do mundo, justamente, para a já existente falta de legado ambiental, que constou no dossiê de candidatura, mas que já nao havia sido cumprida. O maior legado ecológico que o Rio 2.016 poderia ter deixado para o Rio e para mundo, teria sido a tão decantada despoluição da bela e fétida Baía da Guanabara. Mas nem isso eles foram capazes de executar. Leiam o artigo da Mariliz Pereira Jorge no link. Está aí mais um caso de polícia envolvendo os Jogos Olímpicos do Brasil.

http://m.folha.uol.com.br/colunas/marilizpereirajorge/2017/09/1915181-mudas-plantadas-na-abertura-da-rio-2016-seguem-no-mesmo-lugar.shtml

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