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A Bolsa Atleta de 2.017 e o Ministério do Esporte

julho 30, 2017

Estamos encerrando o semestre e o Ministério do Esporte ainda não definiu o pagamento do Bolsa Atleta deste exercício. Pior ainda que não pagar e não dizer nada e manter os atletas em compasso de dúvida. E essa expectativa que se cria nos atletas é desesperadora. A Bolsa Atleta deveria ser paga no início do ano, para fazer sentido na preparação dos atletas.

Bolsa Atleta está muito longe de ser uma política de Estado para o desenvolvimento do esporte, em todos os seus níveis. Bolsa Atleta não massifica, nem democratiza a prática do esporte. Não tornará o país uma potência esportiva.

Mas o Bolsa Atleta serve para ajudar pontualmente atletas que, por seus esforços e pelos resultados atingidos no ano anterior, contam com esse valor para participar de uma competição internacional, renovar seu material de treinamento, ou seja, fazer algo que, sem esse pagamento, não poderia. Quando o atleta adquire, por méritos, nos campos de esporte, o direito ao Bolsa Atleta, conta com essa quantia no seu orçamento no ano seguinte, para fazer a sua programação. Há de se ter claro que a enorme maioria dos atletas das seleções de base das modalidades olímpicas tem pouquíssima, ou nenhuma ajuda. E que, como me referi acima, o Bolsa Atlea os ajuda pontualmente. A falta desse pagamento atrapalha o planejamento dos atletas. Entendo que a economia está em frangalhos, que o Brasil vai mal e que não há dinheiro disponível. Mas será mais honesto e transparente por parte do Ministério do Esporte, se for esse o caso, expor de maneira clara que não haverá pagamento do Bolsa Atleta. O que não é correto é “embarrigar” a questão e manter os atletas em constante estado de apreensão.

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One Response to “A Bolsa Atleta de 2.017 e o Ministério do Esporte”

  1. Vicente Alves Says:

    Saudações. Os atuais ativos de mídia do desporto estão anacrônicos. Este fato é refletido no artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98, onde “Pertence às entidades de prática desportiva o direito de arena”. A questão das “entidades de prática desportiva” poderia ser atualizada de acordo com a realidade atual e futura próxima das gestões digitais corporativas. O que se sugestiona é a criação do conceito de “Agentes do Desporto”, entidades públicas ou privadas , que tornam suas operações “Ativos de Mídia”, se disponibilizadas para a realização de eventos do desporto (jogos de futebol, por exemplo). Esta formatação em “Ativos de Mídia” , pelos Agentes do Desporto, podem facultar sua capitalização por “Títulos do Desporto” , a serem negociados em Bolsas de Valores, permitindo investimentos privados nacionais e internacionais. Para tal operação ter credibilidade, faz-se necessário a criação de uma “Agência Nacional do Esporte”, homologadora e fiscalizadora. Seria atribuição também da Agência Nacional do Esporte a fiscalização permanente e preventiva , evitando a compra de resultados em eventos do desporto, e fraudes pertinentes. A capitalização dos “Agentes do Desporto” por “Títulos do Desporto”, demandará reforma no artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98, onde “Pertence às entidades de prática desportiva o direito de arena” , poderia ser substituído por “Pertence às entidades de prática desportiva ‘e agentes do desporto regularmente licenciadas pelas confederações ou pelas entidades de prática desportiva’, o direito de arena”. O licenciamento de tais ativos imobiliários , pelas confederações ou pelas próprias entidades de prática desportiva, conforme a Lei Pelé, tornando-se Agentes do Desporto, poderia incentivar o construção e reutilização de vários ativos imobiliários, funcionando como Arenas, Centros de Treinamento, assemelhados, outros. A capitalização dos Agentes do Desporto por Títulos do Desporto, possibilitados por uma entidade pública independente, homologadora e fiscalizadora de títulos e resultados de eventos esportivos, a Agência Nacional do Esporte, a ser criada, permitiria ciclos virtuosos no desporto brasileiro, fomentado por investimentos privados nacionais e internacionais. Neste caso, com o consequente aumento de receitas dos Clubes e dos Agentes do Desporto (Arenas, Estádios, Centros de Treinamento, outros) , seriam proporcionados mais e melhores espetáculos do desporto , dentro de realidades orçamentárias vigentes.

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