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Carlos Arthur Nuzman não tem parado no Brasil. Segue em intensas viagens pelo Caribe, em busca de votos para a presidência da Odepa. Ao que parece, até o momento, o apoio dos países da América Central a Nuzman é baixo. A região tem seus próprios candidatos e costuma votar em bloco.

De qualquer forma, Nuzman deveria desistir de tentar presidir a Odepa. O projeto de legado Olímpico que Nuzman, Sergio Cabral e Eduardo Paes propuseram ao mundo fracassou. O próprio presidente do COB e do Co-Rio disse que o esporte olímpico do Brasil regrediu anos anos noventa. Muitas Confederações vivem um caos financeiro como nunca antes visto na história deste país. Atletas e técnicos estão desasistidos e preocupados com o futuro. Confederações importantes sairam das páginas esportivas dos jornais para ocupar as policiais. Há uma crise moral gravíssima no esporte olímpico do Brasil. O Co-Rio 2.016 está afundado em dívidas. Nuzman não deveria abandonar o barco agora. Deveria tratar de cuidar do quintal de casa e arrumar a bagunça que ele mesmo ajudou a criar. E, ainda, para presidir a Odepa, Nuzman teria que ter tido êxito em suas funções locais, o que seguramente não ocorreu. Nuzman deveria ter a humildade de deixar a disputa pela Odepa. Não tem estatura para o cargo.

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