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Cambistas no Parque Olīmpico da Barra

agosto 11, 2016

A entrada do Parque Olímpico da Barra está repleta de cambistas. Isso é ilegal, mancha a imagem dos Jogos e perturba os expectadores que compraram ingressos.

A ação dos cambistas é descarada. Eles não hesitam em abordar as pessoas, em várias línguas, oferecendp ingressos. Se ajem assim, é porque devem achar que estão impunes.

É muito curioso que o Co-Rio, tão ciosos de seus direitos, pelo menos até agora, não faça nada.

Enquanto os cartolas olímpicos do Brasil preocupam-se em cercear entidades que querem fazer exposições olímpicas, deixa os cambistas atuarem com ampla liberdade. Há algo muito contraditório nessa postura, que merece ser investigado.

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3 Responses to “Cambistas no Parque Olīmpico da Barra”

  1. Vicente Alves Says:

    Saudações. A prova de Thiago Pereira. Com os parabéns ao nadador brasileiro e outros nadadores e nadadoras que competem na Rio 16, torna-se evidente o esforço na final dos 200 medley. Caso fosse mais cerebral, talvez disputasse “na batida de mão” a medalha de bronze para o Brasil. Faltou laboratório ao estilo crawl de natação do brasileiro. Nadou muito bem as eliminatórias em outros estilos. O cerebral e bem treinado Phelps, dedicou-se estrategicamente no estilo peito da prova, fazendo a evolução mais submersa, guardando energia para o sprint final do estilo crawl, milimetricamente efetuando a entrada da mão com os dedos afastados, otimizando o rendimento. O metódico estilo e estratégia de prova do campeão, inclusive cada braçada, é meticulosamente avaliado e planejado em centros de treinamento de excelência. O que falta justamente no Brasil : Centros de Treinamento de Excelência, financiados pela iniciativa pública e privada.

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  2. Vicente Alves Says:

    Saudações. O investimento privado em centros de treinamento em excelência, de diversas modalidades esportivas, pode ser viabilizado , por projeto de lei , que permita aos clubes emitirem títulos em mercado de capitais (Bolsa de Valores) , lastreados em contratos desportivos entre clubes e atletas. Os centros de treinamento em excelência, poderiam otimizar o rendimento dos atletas, de vários clubes, estes, agentes formadores de atletas. Os dividendos dos títulos, inclusive, poderiam envolver direitos de imagem do atleta de alto rendimento, em perfeita sintonia com agenciadores de contratos publicitários esportivos, com empresas. Geraria lucros e dividendos a todos, criando, inclusive, grandes oportunidades de negócios e empregos.

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  3. Vicente Alves Says:

    Saudações. O investimento público em centros de treinamento de excelência poderia ser viabilizado mediante convênios do governo com universidades, instituições públicas, e centros públicos de treinamento, incentivando, mediante isenções tributárias (impostos) e bolsas de estudo, o acesso a atletas de diversos clubes às instalações e profissionais especializados. Estes ciclos de investimentos, possibilitados por remunerações da iniciativa privada aos atletas, através dos clubes, dão o retorno financeiro aos profissionais especializados no esporte e no treinamento do alto rendimento. A lei da bolsa atleta poderia ser também direcionada a técnicos e profissionais especializados no esporte de alto rendimento. Existem várias universidades, por exemplo, com instalações físicas e profissionais especializados, em função de cursos de graduação , para a criação de centros de treinamento de excelência, em modalidades específicas .

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