Olímpicos Estarrecidos Com História de Cristiane Paquelet.

Estou em uma competição esportiva, em Porto Alegre. Aqui encontrei vários amigos do esporte, alguns deles renomados atletas que já representaram o Brasil em Jogos Olímpicos. A mentiras de Paquelet repercutiram bastante, mais do que talvez o próprio COB possa imaginar.

Os olímpicos brasileiros estão estarrecidos com o caso. Paquelet ficou relativamente conhecida no meio esportivo, recentemente, pelo cargo que ocupou no COB. Os olímpicos dizem que para chegar aos Jogos Olímpicos é necessário muito esforço e que inventar uma história dessas, gravá-la em depoimento é um desrespeito com aqueles que treinaram muito para chegar lá.

Outros atletas, ainda jovens, também mostraram-se indignados com Cristiane Paquelet. Acho que somente mesmo quem é atleta compreende exatamente o que a atitude de Cristiane Paquelet significa de mau.

Paquelet jogou o departamento cultural do COB ao ridículo e ao descrédito.

Categorias olimpismo

Um comentário em “Olímpicos Estarrecidos Com História de Cristiane Paquelet.

  1. Roberto Pimentel março 16, 2020 — 8:43 am

    Prezado Alberto, peço desculpas por tamanho comentário, mas o culpado é você mesmo. Inspirou-me confiança! Tenho algumas coisas a dizer-lhe sobre a atuação do COB e seu empreguismo de atletas que frequentaram os jogos olímpicos. Inclusive da Paquelet, abordada em outros capítulos seu.
    “A maneira como um tema é abordado tem profunda influência sobre os resultados da análise”.
    Vez por outra, poucas vezes frequentei o ambiente – a sacristia – do COB, e invariavelmente, direto ao presidente. Sempre com a intenção de prover a entidade de ideias inovadoras. Certa feita, fui convidado a participar de reunião com representante do Ministério dos Esportes, que se “alimentava” de subsídios dos “técnicos” do COB para reforçar diretrizes em Brasília. Saí da reunião estarrecido com o que pude comprovar: nada! Nesta época, busquei os responsáveis pela AOB, pois examinara seus estatutos e certifiquei-me que o projeto que engendrara era factível para o desporto no país. Mesmo desanimando pela presença na vice-presidência (termo pomposo) de um olímpico aposentado – Bernard – resolvi enfrentar a situação. Adivinhe quem me recebeu; acertou quem pensou: a Paquelet. Que só fez descartar-me, mas deixou escapar que era acompanhante do presidente em suas viagens ao exterior -secretariava -, época em que Nuzman refazia-se de cirurgia cardíaca. Em outro momento, busquei ser atendido pelo presidente para obter apoio na edição do livro que compus sobre a História do Voleibol no Brasil no período 1939 a 2000. Mais uma vez, descartado por ela, sem qualquer contato pessoal (e-mail), justificado por ausência de recursos, uma vez que o COB mandara editar uma peça ricamente composta em cores, uma elegia ao seu presidente e outros “heróis” olímpicos de 1964, no Japão. Esta passagem certamente não está nos livros de doutas especialistas, mas no meu livro de maneira sutil. Quase sempre, quem escreve não tenha como evitar subjetivismo, inclusive eu mesmo. Se ainda houver uma salinha que chamavam de biblioteca, deve conter um exemplar que cedi com imenso prazer.
    Sobre a AOB – […] “sobre a necessidade de se criar um centro acadêmico de estudos sobre o Movimento Olímpico”. (Não história)
    “[…] “o idealizador dos Jogos da Era Moderna tinha em mente que o Movimento Olímpico não devia se desviar de seus objetivos educacionais. [,..] “acredito que um centro de estudos Olímpicos pode ajudar a preservar e levar adiante o meu trabalho mais do que qualquer outra coisa”.
    EDUCAÇÃO E HIPOCRISIA quer me parecer, não se coadunam!
    Lembro que não era permitida a participação de atletas PROFISSIONAIS nos jogos. Após derrubarem esta concepção, tudo mudou, e as Olimpíadas transformaram-se em “BUJSINESS”, passível de tantos desvios de comportamento humano. Isto
    “Se você quer ser cientista tem que produzir algo novo, não só repetir o que está escrito”.
    Isto me leva a outras conversas a respeito do reconhecimento, aproveitamento de “heróis” fora do Instituto dos Atletas, e também aos cuidados da união com Universidades em estudos da ciência dos esportes. Duas delas, esquecida de todos, as Faculdades de Ciências da Educação, e da Educação Física e Esportes (escolas), esta, objeto de pesquisas pelo Laboratório de Pedagogia da FMH, Univ. de Lisboa, encomendada por um consórcio de 10 países da UE pelo prazo de três anos a findar em dezembro próximo.

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