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Agnelo Queiroz, Orlando Silva e Aldo Rebelo Permanecem Calados.

junho 7, 2015

Os Ministros do Esporte Agnelo Queiroz, Orlando Silva e Aldo Rebelo foram péssimos no quesito “formatação de polîtica de Estado para o esporte brasileiro, educacional, de base, de longo prazo.” O legado deles nesse importante aspecto é horroroso.

Por outro lado, todos esses três políticos e ministros de ocasião foram muito pródigos em derramar salamaleques aos patrões da FIFA. Elogios não faltaram por parte dos três ao Joseph Blatter, Jerome Walckle e a esses outros que agora estão acusados em escândalos de corrupção. Com a turma da CBF, os três carneirinhos ministros diziam que “mantinham relações institucionais”. Enquanto a imprensa denunciava que o Brasil vinha sendo saqueado pela turma do futebol, o Estado brasileiro se fazia de sonso, sem exercer qualquer tipo de autoridade na defesa dos interesses do nosso povo. O três Ministros do Esporte, Agnelo, Orlando e Aldo não foram apenas ruins, mas foram absolutamente omissos, negligentes e covardes.

O UOL de hoje mostra que um ano após a Copa, trinta quatro das obras prometidas seguem inacabadas. A Veja mostra que os estádios foram superfaturados e tornaram-se “elefantes brancos”. Tudo isso era pedra cantada. O legado da Copa do Mundo de futebol não justificou os gastos excessivos e desnecessários.

Que isso tenha servido de lição e que não se repita com relação aos Jogos Olímpicos, se é que ainda dá tempo.

Eu desde o começo advirto que a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos, juntos, no Brasil serão o maior escândalo da história da República.

E os ministrinhos Agnelo, Orlando e Aldo agora ficam quietinhos, como se não fossem dos maiores responsáveis por tudo isso.

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4 Responses to “Agnelo Queiroz, Orlando Silva e Aldo Rebelo Permanecem Calados.”

  1. Vicente Alves Says:

    Saudações. Legislar , para canalizar mais opções de renda , é uma maneira positiva de solucionar o impasse das dívidas bilionárias dos clubes esportivos. A forma como são feitas as loterias e os jogos no país deveriam ser modernizadas, pois fazem parte da indústria do entretenimento. Por que não permitir apostas em resultados individuais de jogos de futebol, por exemplo ? Quem aposta se o SPFC vai vencer ou perder o próximo jogo e a que placar ? E o Corinthians ? E o Flamengo ? Estas apostas , que poderiam ser feitas pelo celular, poderiam render milhões aos clubes, em apenas uma partida, gerando , inclusive, mais arrecadação tributária. Mais uma função fiscalizadora para a Agência Nacional do Esporte, ou equivalente, evitando fraudes. Convido a todos, independentemente de orientação partidária, a analisar a experiência da Agência Nacional de Telecomunicações.

  2. Vicente Alves Says:

    O internacional e trilionario potencial da mídia digital , indústria de entretenimento, sendo as apostas on line, apenas um exemplo, em eventos esportivos de várias modalidades esportivas, nos remetem a urgência da formação de ligas esportivas. Ligas Esportivas Independentes Já ! Estatuto do Atleta Já ! Agência Nacional do Esporte, para regulação e fiscalização da gestão pública e privada do esporte nacional, Já !

  3. Vicente Alves Says:

    Saudações. Mais uma vez e quantas forem necessárias. A reforma da gestão pública e privada do esporte nacional começa por onde termina : a indústria do entretenimento. A força da CBF está na industria do entretenimento . A defectiva cobertura da Rede Globo , em relação ao FIFAO, infelizmente , faz lembrar os tristes episódios da sombria ignorância a democracia brasileira , por ocasião da defectiva cobertura dos movimentos das “Diretas Já ” e a defectiva edição do debate final entre Lula e Collor. Ligas Independentes Já ! Estatuto do Atleta Já ! Agência Nacional do Esporte Já !

  4. Vicente Alves Says:

    Saudações. As modalidases de esportes mentais, aí incluídos Xadrez, Poker (que, por puro preconceito e retrógrado planejamento turístico estratégico , ainda é proibido no Brasil em ambientes de cassinos – Roleta Já !), inclusive futuras modalidades eletrônicas, em um contexto de política de formação de atletas, poderão ter aferimentos dos atletas em performances de regulares competições . Mais um motivo para o incentivo a criação de ligas esportivas independentes, nas várias modalidades esportivas, com licitações a mídia e patrocinios internacionais, reguladas e fiscalizadas por um órgão governamental independente, Agência Nacional do Esporte ou equivalente.


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