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Célio de Barros Só Deve Ser Reaberto Depois Da Olimpíada.

novembro 8, 2014

Um dos assassinatos esportivos que a Copa do Mundo já deixou para o esporte foi o fechamento da pista de atletismo Célio de Barros, no Rio de Janeiro, no complexo do Maracanã. A ideia inicial era simplesmente destruir aquele espaço, assim como o conjunto aquático Júlio Delamare.  Se já há no Brasil e, também, na Cidade Olímpica pouquíssimos locais para a iniciação esportiva, treinamento e massificação, o governo daquele Estado trataria de, criminosamente, tornar ainda mais difícil essas práticas. O governo do Estado, a Prefeitura e as autoridades esportivas sempre estiveram mais preocupados com os negócios de seus patrocinadores e com as entidades internacionais de que participam, do que com o Brasil.  O Júlio Delamare somente não foi demolido por pressão popular e o Célio de Barros, que tinha virado canteiro de obras,  apenas teve a promessa de voltar a ser um estádio de atletismo quando o Governador Sergio Cabral viu-se, novamente, no olho do furacão, às vésperas de uma eleição,  pressionado por atletas, ex atletas, jornalistas e familiares de jovens que ali praticavam o esporte base. Cabral anuniciou que o Célio de Barros voltaria a servir à população como uma autêntica pista de atletismo.

Ocorre que até hoje o Célio de Barros não pode ser utilizado.  O governo diz que estará pronto somente após a Olimpíada de 2.016. Inaceitável! Revoltante! Em promessas de de políticos não se deve acreditar, comprovam as estatísticas, ainda mais em se tratando de Sergio Cabral. Atletas brasileiros continuam com suas condições de treinamento muito prejudicadas pela falta dessa pista de tantas tradições e pela qual já passaram grandes nomes do nossos querido atletismo. Não me refiro nem aos atletas que vislumbram índices para os Jogos Olímpicos e competições de alto rendimento, mas, também, aos jovens das comunudades do Rio que ficaram sem lugar para treinar. Há de se avaliar quantos jovens atletas tenham, talvez, decidido abandonar o atletismo em razão do longo período de inatividade do Célio de Barros.

Do Comitê Olímpico do Brasil não podemos esperar nenhuma ação concreta, manifestação objetiva, pela reabertura do Célio de Barros em espaço curtíssimo de tempo. O Conitê Olímpico do Brasil prefere alinhar-se aos governos a ter que comprar uma boa briga em defesa dos atletas.

Então é hora de aquela mesma gente boa que se mobilizou para pressionar o governador Cabral a, mesmo contra sua vontade, recuar quanto à ideia de demolir o Célio de Barros, a retomar a sua luta e fazer com aquele relevante local esteja rápida e novamente à disposição do povo.

Muito cuidado e atenção porque o projeto esportivo dessa patota, governo mais cartolas, resume-se a 2.016. Depois disso há um sério risco de não haver mais projetos esportivos no Brasil. Eles já terão se refastelado no poder. Por isso, retomar a luta pela reabertura do Célio de Barros rapidamente deve ser agora.

E contem aqui, sempre, com este ex atleta em atividade por mais essa boa causa em favor do esporte.

 

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