Bernard Rajman É Membro Do Comitê Olímpico Internacional No Brasil, Mas Nuzman Não Gosta Que Isso Seja Claramente Divulgado.

Quando Nuzman fez 70 anos teve que sair do Comitê Olímpico Internacional (“COI”). Esta é a regra. Nuzman fez de tudo para mudá-la, de forma que ele pudesse permanecer no órgão até os 80. Não conseguiu emplacar o seu casuísmo. E na assembléia geral do COI que houve em Londres 2.012, a lei foi cumprida e Nuzman, junto com outros dois septuagenários deixaram de integrar o COI. Pelo estatuto da entidade, todo membro do COI que nele tiver servido por pelo menos uma década, ao completar 70 anos, ganha, automaticamente, o título honorífico de “Membro Honorário Vitalício”. Isto significa que esses membros honorários podem continuar assistindo às assembléias gerais do COI, sentam no fundo da sala e não têm direito a voto. Quando Nuzman tornou-se membro honorário, ordenou o seu serviçal de imprensa que soltasse uma nota que contava mentiras dizendo apenas verdades. Para não não dizer que estava deixando o COI, o borrabotas de imprensa de Nuzman prestou-se ao ridículo papel de emitir uma nota à imprensa em que dizia que, por iniciativa do presidente Jacques Rogge, Nuzman havia sido nomeado, por unsnimidade, membro honorário e vitalício do COI. A nota tosca, própria do mau jornalismo, induzia o leitor incauto ao erro. Dava a impressão de que o nosso Pajé Olímpico fora agraciado com um prêmio extraordinário, conferido somente a ele. Nada disso, estava apenas sendo cumprido o estatuto e o que ocorrera com Nuzman era o ordinário. Em Londres, naquele mesmo dia, circulei uma nota a imprensa e a desportistas esclarecendo os fatos.

Com a saída de Nuzman do COI, abriu-se uma vaga para o Brasil que, mais tarde, veio a ser ocupada por Bernard Rajman. De novo Nuzman instruiu seu vassalo de imprensa a minimizar o fato e não dar, na medida do possível, publicidade à escolha do novo representante do COI no Brasil. Note-se que pelo estatuto do COI o correto é dizer que a entidade possui seus representantes nos países e não o contrário. Então, ainda que Nuzman não queira que isso seja divulgado, porque não admite que alguém brilhe mais que ele, o fato é que Bernard Rajman é o membro do COI no Brasil. É ele quem vota, que opina, que tem poder, quem decide. Nuzman, hoje, é mera figura decorativa no COI.

Mas percebam como Nuzman inibe Bernard. Basta ver as fotografias em que aparecem Bernard, Nuzman e os membros do COI, sempre quando estes estão no Brasil. Bernard aparece acanhado, no canto, como se não quisesse ofuscar Nuzman.

A realidade, ainda que Nuzman não queira divulgar, é que o membro efetivo do COI no Brasil é Bernard Rajman e não mais Carlos Nuzman. E, aliás, justamente porque sabe que não é mais membro efetivo do COI é que Nuzman na alteração do estatuto do Comitê Olímpico Brasileiro (“COB’), colocou que são membros natos do órgão aqueles que são, OU FORAM, membros do COI.

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