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Medidas Iniciais Que Urgem Para Democratizar o Comitê Olímpico Brasileiro.

janeiro 4, 2012

Não basta trocar Nuzman por um dos seus fantoches. Mais do mesmo é mais coisa ruim. Alguns pontos que devem ser imediatamente discutidos para arejar a estrutura autoritária e velhaca do COB:

– alterar o estatuto de forma a permitir que qualquer brasileiro possa ser candidato a presidente e vice,

– ampliar tanto a Assembléia Geral do COB, assim como o colégio eleitoral. Devem fazer parte delas atletas em atividade eleitos diretamente pelos próprios atletas. Representantes de algumas federações estaduais. Representantes de clubes formadores, cada qual, também, escolhidos diretamente por seus pares,

– publicar todas as contas do COB, mensalmente, na internet. Afinal, trata-se de dinheiro público,

– mudar a forma de gerir esse dinheiro público. Hoje, o presidente do COB tem poderes imperiais para decidir, sozinho, como aplicará cada centavo dessa verba. É necessário que o dispêndio desse dinheiro público seja investido conforme deliberação da Assembléia Geral ampliada e democratizada,

– dar maior apoio às modalidades que não têm patrocínio próprio, invertendo-se a política adotada hoje, em que os esportes ricos recebem mais dinheiro do COB,

– limitar a duração e a renovação dos mandatos do presidente e do vice, estabelecendo um mandato de 4 anos com direito a uma reeleição,

– estabelecer a obrigação de apresentar uma política pública de desenvolvimento do esporte, desde a base, até o alto rendimento. Isso deve ser feito em consonância com a sociedade civil e militar, assim como repartições federais, tais como ministérios da educação, esporte e saúde, pelo menos,

– licitar, de forma transparente, TODAS as obras e serviços contratadas pelo COB e pagas com dinheiro público.

Tem mais um monte de coisas. Se eles começarem por aí, já será um grande avanço.

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2 Responses to “Medidas Iniciais Que Urgem Para Democratizar o Comitê Olímpico Brasileiro.”


  1. Concordo plenamente, Alberto, mas a verdade é que ainda estamos a anos luz de uma política minimamente decente para o esporte. A patifaria corre solta na liberação de verbas e apenas os amigos do rei são beneficiados. Politicagem nunca combinou com qualquer atividade, muito menos com o esporte. É por isso que nossos resultados em competições de grande porte, vide Olimpíadas, são pífios. O povo, desinformado do que ocorre nos bastidores e sem consciência crítica nenhuma, é manipulado pelos marqueteiros oficiais.

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  2. Vasconcelos Says:

    Passados 15 anos, o Nuzman agora se acha dono do COB e tambem das entidades filiadas. O governo tem que acabar com isso colocando um limite de mandato de 8 anos, como tambem diminuir drasticamente os custos administrativos do COB que abocanham mais de 40% dos recursos publicos da Lei Agnelo Piva. O governo federal precisa agir logo!

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