Uma Nova Confederação Brasileira De Remo – Texto Do Jornalista José Luiz Emerim.

Amigos do remo
 
Momento histórico! A NOVA CBR, capitaneada por Wílson Reeberg, venceu por unanimidade a eleição.
 
Exceto por Magali Moreira de Souza, candidata a vicepresidente na chapa Rodney, ninguém mais da velha CBR compareceu ao Estádio de Remo. E a Bahia, voto certo do EX-presidente-turista, atendendo o desejo dos clubes, mudou de lado e permitiu a vitória por 7×0.
 
Desde as 11 h o Estádio de Remo foi sendo tomado por gente do remo. Foi fantástico ver pessoas de Campinas, Natal, São Paulo e Goiânia, todos sem direito a voto, comparecer apenas porque amam o remo e desejam dias melhores para o nosso esporte.
 
Um grupo de amigos cotizou-se para preparar e servir um lanche aos presentes, aumentando o clima de confraternização e cordialidade. A grande anedota do dia foi o “erro de digitação”, segundo justificou o contador da velha CBR, na prestação de contas de 2008, aquela aprovada por unanimidade sem ler na AGO fajuta de Manaus. A despesa real foi de R$ 884,96, mas no lançamento constavam R$ 87.611,04.
 
O primeiro sinal de vitória da NOVA CBR veio pelo som das palmas ouvidas da rua. Pouco depois, Zezé Barros anunciou a boa nova aos gritos e o Reeberg fez a sua primeira aparição como presidente, para aplausos e cumprimentos gerais. Foguetes estouraram no ar e até um bolo da vitória foi comido em celebração por todos.
 
Reeberg fez questão de frisar que a vitória não era só dele, mas de todos que trabalharam por ela e acreditaram na NOVA CBR. O comentário geral era de que a internet derrotou o EX-presidente-turista. Desde o extinto www.remando.com.br, o primeiro fórum de debates do nosso remo, em 2001, até a ABR_Net, ficou impossível manipular informações. Hoje, o que ocorre em Manaus ou Belém logo é notícia em Porto Alegre e Florianópolis e vice-versa. Não há mais espaço, nem tolerância, para a falta de transparência.
 
A televisão compareceu e os jornais telefonaram em busca de notícias. O jornal O Estado de São Paulo noticiou com destaque no sábado a eleição na CBR. O Brasil está olhando para nós!
 
O clima era de alegria e esperança. Cada um tinha uma história para contar sobre o porquê da sua presença ali. O sentimento geral é de que a mordaça do remo foi retirada e os anos de obscurantismo, atraso e safadeza agora são passado.
 
Há uma boa vontade no ar, um enorme desejo de mudança. Mas uma andorinha sozinha não faz verão. Wílson Reeberg não é mágico, nem tira girafa da cartola. É preciso que todos façam a sua parte para que o sonho de um remo melhor torne-se uma realidade.
 
Boas remadas rumo à nova era do remo brasileiro
José Luiz Emerim
Categorias olimpismo

Um comentário em “Uma Nova Confederação Brasileira De Remo – Texto Do Jornalista José Luiz Emerim.

  1. Seria interessante cogitar 1 x 0? ehehhe parabens

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