Quando O Professor Beluzzo Vira Presidente Do Palmeiras.
fevereiro 19, 2010
Raramente escrevo sobre futebol. Mas quero comentar o que se passou com o Palmeiras, que demitiu o treinador Muricy Ramalho. Não fosse o presidente do clube o Professor Beluzzo, a demissão do técnico após alguns resultados maus seria natural. É assim que sempre agiu a cartolagem. É mais fácil, cômodo, despejar nas costas do treinador a conta do fracasso, como se os diretores e os jogadores (que são os que entram em campo) estivessem incólumes diante dos tropeços da equipe. Quando o Professor Beluzzo assumiu a presidência do Palmeiras, achei que se iniciava uma fase diferente não apenas no Palmeiras, mas que poderia surtir efeitos positivos no futebol. A não ser que haja algum motivo muito forte o qual não tenhamos conhecimento, a demissão de Muricy Ramalho apenas ratifica a manutenção da política mesquinha que sempre prevaleceu no futebol brasileiro. Tira-se o técnico e pronto, os problemas estarão resolvidos. Mentira. Ilusão. Qualquer profissional precisa de tempo para trabalhar. Sete meses é quase nada para avaliar-se a performance de qualquer treinador, principalmente alguém que tem o portfólio do Muricy. Todos sabem, é visível, que os problemas do Palmeiras não residem na figura do Muricy.
Algumas atitudes do Professor Beluzzo não me parecem apropriadas. Presidente de clube que assiste jogo da arquibancada, ao lado de torcedores organizados e que brada gritos de guerra que podem incitar a violência, contra equipes adversárias em ambientes públicos, deveriam rever seus conceitos. Que a passagem do Professor Beluzzo pela presidência do Palmeiras não seja mais um exemplo de desmoralização da honestidade.
Andrew Jennings Publica O Caso Katia Rubio
fevereiro 11, 2010
Olympic Bosses try to ban Katias book
by Andrew Jennings
Wednesday February 10, 2010
As Canadians wake up to the staggering costs of this months Vancouver Olympics the organisers of the 2016 games in Rio are trying to suppress criticism at home.
Brazils national Olympic committee has threatened Sao Paulo University professor Katia Rubio, who teaches sport psychology and Olympic studies, with criminal prosecution and ordered her to destroy all copies of her controversial new book Sport, Education and Olympic Values.
Leading the charge against her is up and coming IOC member Carlos Nuzman, president of the Brazilian committee. He led the successful bid for 2016 and now chairs the organising committee.
Nuzmans committee are using the excuse that the word Olympic in her book title belongs to them and she hasnt bought a licence to use it. Said a shocked professor Rubio, I study Olympic ideas, how come I cannot use the word? Our Brazilian Constitution guarantees freedom of speech and the press. This is a clear attempt to intimidate me.
Im not using the word Olympic for commercial reasons, to sell merchandise. The word is used as a topic of scientific study to which I and many others have dedicated their professional lives. And I didnt use rings. I used medals on the cover illustration.
Yet they insist that the words ‘Olympic’, ‘Olympics’, ‘Olympiad’, ‘Olympic Games’ and its variants are the exclusive property of the Brazilian Olympic Committee in Brazil.
My book is written for school children because I believe that Olympic values contribute to history, education, society and a culture of peace.
Many of her supporters believe that Professor Rubio is under attack because she is not afraid to tackle environmental issues, multiculturalism and doping.
Her lawyer Alberto Murray said, Katia has always been an independent thinker and never took money from the Brazilian Olympic committee to fund her research.
He added, Carlos Nuzman and his gang are trying to control any publication about Olimpism. This is scary, it is not so long ago that Brazil was under a military dictatorship and the universities were silenced.
Journalists and scholars world-wide have protested to the Brazilian Olympic Committee about their heavy-handed actions. This week the BNOC capitulated and withdrew the threat to criminalise the professor.
But Katia warned, They want to go back to the time of the Inquisition where only the initiated could be part of the mysteries and books could be purged in the flames. We should not forget they chose which books were allowed.
As Martin Luther King said, “I have a dream” – and I will continue to have it, regardless of the action of the Brazilian Olympic Committee. My dream is still linked to the country that I love and the country I wish to live in and how sport can contribute to this.
Publishing is the duty of researchers, especially from the humanities, and this is one of many that I want to publish on the Olympic theme.
I have a book forthcoming on Brazils Olympic Women. What do I do about it? Name the unnamable or do I let them trample the flowers of my garden as in Eduardo Alves da Costas poetic tribute to Mayakovsky?
“The first night they approach and pick a flower from our garden and not say anything.
The second night, no longer hidden: step on the flowers, kill our dog and do not say anything.
Until one day the most fragile of them entered alone in our house robs us the moon and, knowing our fear,
We start the voice of the neck. And why not say anything, we can not say anything “
Brazil has two IOC members. Joao Havelange, the man who looted football for 24 years, has been a member since 1963. He plans his world-wide travels carefully, avoiding touching ground in Switzerland in case the gendarmes invite him to discuss the US$100 million ISL bribes scandal.
In his shadow is Carlos Nuzman who joined the ranks of the elite competitors for the four-yearly lobster-guzzling record back in 2000. Hes a lawyer in the property business.
They are currently enjoying an extravagant lifestyle in Vancouver. When theyve recovered theyll be heading off to Singapore for their first Youth Olympics this summer. You can understand why they dont want the teenagers reading Professor Rubios potentially subversive book. They might start comparing their modest accommodation with the holiday home of the Guardians of the Olympic Ideal.
The 5,000 athletes will be housed on the campus of Nanyang Technological University in what the organisers describe as comfortable, but not lavish accommodation.
The IOC has reserved the 32-story Singapore Ritz-Carlton for their exclusive use. It boasts hosting the rich and elite, is the Best Hotel in Asia and was used to launch the new Mercedes S-Class gas guzzlers in Asia.
The Ritz-Carlton boasts of its gigantic marble bathrooms giving guests panoramic views across Singapore while entertaining hand-picked guests.
Send your comments to Professor Robio via us
And you can write directly to the Brazilian NOC.

The book they want to ban
Kátia Rubio: Fighting back
The Legal Threat
Kátias lawyer volleys back
Katia wins!

Ive got the Games!

Athletes village: comfortable, but not lavish
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- 1 rubio book cover
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- 3 thumb of bnoc letter
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- 5 katia laughingthumb
- 6 carlos nuzman
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O BNDES “Não Quer Outro Engenhão”.
fevereiro 9, 2010
O BNDES declarou à imprensa que não pretende construir no Brasil outro Estádio do Engenhão. Isso siginfica que o BNDES não quer por dinheiro em “elefantes brancos” subutilizados que, depois, são entregues ao setor privado a preço de banana e não se prestam à função de massificar o esporte (imaginem se houvesse ali um projeto voltado para o desenvolvimento do atletismo, como há na pista do Ibiraupera, em São Paulo. Aquela pista foi construída para generalizar o esporte e para servir à competições de alto rendimento!). Também entendo que o Banco não quer ouvir falar em atrasos de cronograma e super faturamento que, como todos sabem, foi o que ocorreu na construção daquela praça esportiva. Ótimas afirmações do BNDES. Vamos ver se na prática esse desejo tornar-se-á realidade.
Curioso é, entretanto, que toda campanha da CBF foi de que a Copa do Mundo no Brasil seria da iniciativa privada. Que não haveria dinheiro público. Eu sempre duvidei disso. Mas de todas as formas foi um ponto crucial da campanha. Foi o que nos venderam. O que se vê agora é que quase 100% da infra estrutura da Copa sairá dos nossos bolsos.
Difícil será fazer com que, passado o evento esportivo, a sanha do “Engenhão” não esteja espalhada pelo País inteiro.
Vamos ver. E sempre controlando e fiscalizando essa gente.
“Apesar De Você, Amanhã Há De Ser Outro Dia” – Chico Buarque. No Blog De Katia Rubio – http://blog.cev.org.br/katiarubio
fevereiro 9, 2010
Por katiarubio
Apesar de você amanhã há de ser outro dia (Chico Buarque)
Começo agradecendo ao Laércio e ao Alê por me ensinarem os caminhos das pedras para montar esse blog. Confesso minha ignorância com as linguagens digitais. Diria um bom behaviorista que fui modelada em esquema de reforçamento intermitente nas linguagens analógicas e fazer a transposição não é nada fácil.
Esse blog nasce por causa de uma demanda específica: a acão que o COB move contra mim por causa do livro Esporte, educação e valores olímpicos e pela necessidade de socialização de todas as informações que essa situação desencadeou. Recebi muitos apoios de pessoas e instituições brasileiras e desses cantos todos pelos quais ando em congressos, conferências, foruns, simpósios e seminários. E posso dizer uma coisa de coração: solidariedade não ocorre apenas quando milhares morrem, vítimas de enchentes ou terremotos. A injustiça não natural também é capaz de desencadear atitudes altruístas de colegas e desconhecidos.
Vejo que o legado de toda essa situação é ficar com um espaço aberto de dicussão, indagação sobre coisas indignas, questionamentos, acolhimentos de perplexidades e, por que não, de manifestação de desejos que, como dizem, de tanto serem afirmados acabam por se tornar realidade.
O objeto da ação que o COB move contra mim é um livro, objeto precioso em uma sociedade marcada pelo analfabetismo funcional, pelas desigualdades sociais, pelo crimes ambientais e que, (acreditem!) fazem parte da agenda de discussões do Movimento Olímpico. Não temam!!!! Eu continuarei a fazer uso dessa palavra, seja ela proibida ou não. Uma vez que já não questionamos mais a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil agora é hora de perguntarmos como podemos fazer desses Jogos um exercício de cidadania. Isso mesmo, os Jogos são nossos. Cantava Sérgio Ricardo “a praça é do povo como o céu é do condor…” O exercício da cidadania como os Jogos Olímpicos começa com a participação popular apontando aos mandatários o que desejamos ter como legado dos Jogos. Ou fazemos isso, ou esperamos paralisados pelo que apenas nos for concedido. Mas, lembrem-se: tudo que é dado, também pode ser tirado.
Por isso um projeto de educação olímpica. Educação olímpica entendido não apenas como o ensino dos símbolos e das modalidades praticadas nos Jogos, mas principalmente tudo o que esse Movimento gera para a sociedade e o que ele representou para a história. É daqui que partimos. Espero aprender com esse momento e com essa ferramenta novas maneiras de me comunicar e de compartilhar esse bem tão caro a todos que é o conhecimento.
E isso é só o começo.
Publicado em 5.02.2010. 9 Comentários
Por katiarubio
“O Pensamento do Major”, Por Laurete Aparecida De Godoy.
fevereiro 6, 2010
Laurete Godoy
Em 5 de fevereiro de 2010.
Meu caro Beto,
Acabei de ler na coluna do Juca Kfouri, que o Comitê Olímpico Brasileiro não irá mais exigir a retirada de circulação do livro da Professora Kátia Rúbio, que utilizou no título a expressão “Olímpicos”. Muito boas falas! Parabéns, Beto, por seu empenho e luta em prol dessa liberação. Parabéns para a ilustre educadora , que poderá mostrar ao mundo o produto do trabalho honesto, consciente e consistente que sempre a caracterizou
Sabemos que leis e regulamentos existem para serem cumpridos. Por essa evidência e, pela oportunidade, peço licença para contar a você um fato que ocorreu lá pelos idos de 1977, um ano após eu iniciar minhas pesquisas olimpiônicas.
Se não ocorreram mudanças nestas três décadas, a Carta Olímpica é explícita:
- Os Jogos Olímpicos são propriedade exclusiva do Comitê Olímpico Internacional.
- Os Comitês Olímpicos Nacionais representam o COI junto aos Poderes Públicos e suas atribuições estão voltadas para o movimento olímpico.
Quando tomei conhecimento da proibição de uso de expressões consideradas “propriedade exclusiva do COI e preservadas pelos Comitês Nacionais Olímpicos”, tive oportunidade de perguntar sobre o assunto ao Major Sylvio de Magalhães Padilha, na época presidente do COB. Sabe o que ele respondeu?
– “Como representante do Comitê Olímpico Internacional no Brasil, permito que as expressão sejam usadas, desde que o sejam para fins educativos, culturais e/ou por uma causa justa. Essa é uma forma muito eficaz de ajudar na divulgação do Movimento Olímpico. Como eu poderia impedir ou usar a força da lei para impedir a realização da Olimpíada dos Imigrantes? Jamais! Além de ser uma bonita festa esportiva, cívica e cultural, o impedimento iria contrariar os mais elementares princípios dos Jogos Olímpicos.”
Tenho certeza de que você ficará muito satisfeito em saber desse posicionamento do seu avô, por isso, fiz questão de contar.
Porém, como dizia meu querido e sábio pai: CADA CABEÇA UMA SENTENÇA.
Estou contente por saber que este fato lamentável, de repercussão internacional, teve um final muito feliz. Parabéns a todos que lutaram pela vitória do bom-senso e da justiça. Parabéns, Beto, você foi um bravo general.
Laurete Godoy
Comitê Olímpico Brasileiro Recua No Caso Da Professora Katia Rubio.
fevereiro 5, 2010
8 Responses to “Roberto Gesta de Melo. Obs. : Vejam Nos Comentários Abaixo As Considerações Do Presidente da CBAt.”
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Wilson Klein Says:
fevereiro 3, 2010 at 4:48 pm eAcompanho o atletismo. O Gesta já ficou muito tempo e tem que sair. Pouco fez pelo tempo que está nessa Confederação. Ele agora tem que ir cuidar lá das medalhas que ele compra, sei lá se com ou sem nota fiscal. Eu sou um corredor amador que gosta bastante do atletismo.
Responder -
Nilson Duarte Monteiro Says:
fevereiro 3, 2010 at 7:28 pm eOlá Alberto,
Eu tenho que dar minha mão a palmatória, o Gesta nunca se furtou ao diálogo, quando deixam a gente falar com ele, pois as diversas vezes que eu liguei para CBAt tentando falar com ele, sempre me diziam que ele não podia atender e, a vezes que ele me atendeu, sempre foi de uma educação exemplar.
Agora, quanto a ele ficar 25 anos a frente de uma Confederação, penso que não foi salutar para o atletismo, tanto é que a partir do dia que começou a entrar dinheiro no atletismo, a coisa não melhorou, e nos últimos anos até regrediu. Ganhamos uma medalha de ouro, depois de 24 anos, isso é muito pouco para a grana que entrou de 2000 pra cá. Resumindo, tá na hora, ou melhor, passou da hora dele dar lugar para outro. Ele até tentou sair uns anos atrás, mas a comunidade atlética representada pelos presidentes de federação pediram para que ele ficasse no cargo. Não sei bem qual foi o motivo para sua permanência, pode ser sua experiência para lidar com os meandros da comunidade internacional do atletismo, sei lá. Que venha a renovação e com idéias inovadoras para alavancar o atletismo nacional, que está caindo pelas tabelas.Responder -
Alberto Murray Neto Says:
fevereiro 3, 2010 at 11:38 pm eCaro Nilson, Vamos agora pensar adiante e virar a página do atletsmo nacional. Que venham os novos candidatos com novas proposas para debater. Anraços. Alberto.
Responder -
Paulo Otávio de Albuquerque Medeiros Says:
fevereiro 4, 2010 at 9:37 am eO atletismo brasileiro, precisa continuar avançando, com novos gestores, proposta e acima de tudo desepenho para o crescimento desta modalidade.
Muito diferente a esta realidade esta a Confederação Brasileira de Triathlon, que tem a sua frete um gestor “insubistiuível” ditando da sua forma quem comanda suas federações e seus estatutos.
Enquanto no triathlon seus atletas estão se disfiliando, buscando eventos terceirazados. E seus pequeninos atletas inciantes, tomando como responsabilidades a divulgação de seus fantasiosos projetos sociais. Outras modalidades esportivas como o atletismo e o remo, estão tentando serem democráticos em seus estatutos.
Já é um bom começo, quando uma Confederação e Federação abrem as portas da participação de técnicos e atletas, descidirem em conjunto seus futuros.
Parabéns pela reportagem Alberto.Responder -
albertomurray Says:
fevereiro 4, 2010 at 1:24 pm eComentário do Presidente Roberto Gesta de Melo
Prezado Dr. Alberto Murray: segue abaixo comentários do Presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta de Melo, a seu artigo, postado ontem (dia 3), em seu blog. Solicitamos a publicação do texto do Presidente Gesta. Atenciosamente, Benê Turco
Dr. Murray,
A caminho para reunião com o Presidente da IAAF e com os de todas as Confederações Continentais de Atletismo, no exterior, tomei conhecimento de seu artigo, publicado na mídia eletrônica, sobre questões relativas à
Confederação Brasileira de Atletismo.A propósito do assunto, informo-lhe o seguinte :
1. De fato, o Estatuto da CBAt foi alterado, recentemente, por intermédio de consulta às filiadas, permitindo o voto dos atletas medalhistas olímpicos e dos treinadores desses desportistas.
O Estatuto, há mais de uma década, já permitia a filiação de clubes, agora delimitando esse vínculo, com acerto, aos cinco mais destacados do Troféu Brasil do ano anterior, pelo critério do mérito, como ocorre com os atletas.
2. A mudança aprovada em relação aos votos dos treinadores deu-se para aqueles técnicos dos atletas vivos que passaram a integrar a Assembléia Geral da Entidade.
O Professor Pedro de Toledo foi treinador do inesquecível João Carlos de Oliveira, já falecido. Na minha opinião, nada mais justo que nova proposição nesse sentido seja apreciada, no próximo mês de março, na Assembléia Geral da Entidade, já composta pelos 27 Presidentes de Federações Estaduais, 5 Clubes, 11 atletas medalhistas olímpicos e 4 treinadores.
Há apenas um pormenor. Alguns anos atrás, o Professor Pedro de Toledo desligou-se de atividades na CBAt e, inclusive, devolveu o seu Título de Benemérito da Entidade. Assim, penso ser compreensível que, para levar esse
ponto à soberana decisão da Assembléia Geral, a CBAt deva receber alguma manifestação do referido Professor sobre o seu interesse no caso. O que terá de ser efetuado neste mês de fevereiro, pois a Assembléia se dará nos
primeiros dias de março.3. Pelo menos por duas vezes, anteriormente, levei a questão da limitação de mandatos à apreciação da Assembléia Geral da CBAt, que decidiu não acatar a medida. Na convocação da Assembléia irá constar novamente da pauta esse item. Evidentemente quaisquer outras restrições serão discutidas, incluindo a proibição de candidaturas de parentes etc.
4. É verdade, também, que pretendo dedicar-me mais à área internacional do Atletismo, principalmente com os grandes desafios dos Jogos Olímpicos RIO 2016. Esse relacionamento do Atletismo brasileiro com os diferentes órgãos fora do país exigirá esforços redobrados. Além disso, estou coordenado uma série de publicações, com a participação de mais de uma centena de especialistas mundiais, sobre a história do olimpismo.
Essa é uma vontade de cunho pessoal. Na verdade, não temo oposição, que considero salutar. Se algo pode me animar é exatamente a possibilidade de um confronto de idéias para que a comunidade atlética nacional possa avaliar propostas reais, baseadas no conhecimento e respaldadas pela experiência histórica, com vistas voltadas para o futuro. E que melhor colegiado para aferir o que lhe convém do que a atual composição da Assembléia Geral da Confederação.
5. A CBAt, nos últimos anos, transformou-se de uma Entidade que funcionava em duas salas, sem patrocinadores, endividada e com estrutura extremamente precária, em um órgão que possui patrocínios de um grande Banco Estatal, Governos Estaduais, Entidades privadas, Rede de TV, e assim por diante, com brasileiros e estrangeiros vinculados à Confederação em cerca de 20 cidades. Com vários Centros de Treinamento em funcionamento e outros mais a inaugurar.
Nosso patrocinador oficial, do qual temos o maior orgulho, sabe do assédio que temos tido de concorrentes.
Para gerir essa estrutura relativamente complexa, temos tido a participação cada vez mais crescente de Federações Estaduais, Clubes, atletas e treinadores, que conhecem os mecanismos de funcionamento da
instituição. Sem dúvida, todos estão preparados para uma nova gestão participativa, sem predomínio do individualismo, mantendo a unidade do Atletismo brasileiro, com a discussão democrática e aberta de todos os
assuntos e o acatamento à vontade da maioria, representada pela comunidade em todos os seus segmentos.Atenciosamente.
Roberto Gesta de Melo – Presidente da CBAt
Responder -
Dr. Cláudio Pacheco Says:
fevereiro 4, 2010 at 1:37 pm ePrezado Dr. Alberto Murray Neto, como médico que dá suascorridas, acho que o comentário acima do Dr. Roberto gesta de melo é de quem na realidade não quer sair. Quer ser ungido pelas massas e fazer o “Dia do Fico”. Bom que ele realmente cumprisse com sua palvra e deixasse o posto. Uma medalha de ouro em mais de vinte anos é nada.
Responder -
paulo murray Says:
fevereiro 4, 2010 at 4:36 pm ePrecisa avisar o Sr. Gesta, que o tal projeto sobre olimpismo que ele quer fazer, nao pode ser executado. pelo menos de acordo com o que pensa o ditador do COB
Responder -
W. Souza Says:
fevereiro 4, 2010 at 11:48 pm e1 – Duvido que o Sr. Gesta vá deixar a mamata, a não ser que tenha alguma outra coisa já engatilhada. Quem fica 25 anos no poder tem sede de ser ditador e não reconhece que há gente melhor do que ele.
2 – Isso aí que ele fica porque as federações querem, nós todos sabemos que é hi´stória para boi dormir. Ele atua nos bastodres para ir ficando como se fosse o grande mártir do atletismo.
3 – uma medalha de outro nesse tempo todo mandando é uma droga.
4 – quero ver se ele tem coragem de assinar um documento e colocar no cartório que vai afastar-se.
5 – ele queria por o filho dele lá. A família já trabalha toda na Confederação, cuidando do dinheiro e das coisas mais importantes.
6 – o atletismo inteiro quer saber quem compra aquelas coisas que ele guarda lá com ele, medalhas. Se tiver eleição secreta e se cada atleta tiver coragem de dizer ele não ficaria tanto tempo.
ass.: pessoa do atletismo.
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