O COB tem um tal depósito, em algum lugar do Rio de Janeiro, aonde guarda algumas coisas que não sabemos o que é. Muitos Jornalistas já me ligaram indagando se eu sei aonde fica esse misterioso galpão. Querem, legitimamente, fazer matérias sobre ele. Saber ao que se presta e o que tem guardado lá. Eu não tenho a menor idéia de onde fica esse depósito. Sugeri que se perguntasse ao próprio COB. Qual não é a minha surpresa ao saber que o COB recusa-se, terminantemente, a fornecer o endereço de sua bat caverna. Por que será? O que se diz é que esse armazém é um repositório de ignomínias olímpicas. Os rumores são que no tal depósito, entre outras coisas, apodrecem materiais adquiridos para o Pan Americano Rio 2.007, que poderiam estar a serviço dos clubes, da população. Ainda que o pagamento desse aluguel não fosse pago com dinheiro público, não compreendo a razão de haver tanta neura por parte do COB em não revelar o endereço desse local.  É claro que ao recusar-se a abrir esse espaço público para a imprensa, é porque deve haver muita coisa errada lá. O COB é recheado de mistérios. E eles parecem esquecer que são sustentados com dinheiro do povo.  É mais do que hora dessa gente dar lugar a pessoas mais novas, com idéias e ideais sociais.

“Tô Nem Aí”.

Maio 25, 2009

Sabem o que fez o Comitê Olímpico Brasileiro após a declaração bombática de Diego Hypólito de que há meses não recebe salários, que não se sente prestigiado e que assim será obrigado a largar o esporte? Não fez nada. Veio com aquela conversa boba, de que o o COB não forma Atletas, isso é problema da Confederação e do Clube dele. Nosso objetivo é concentar esforços na campanha do Rio 2.016″ Diz isso com a maior cara lavada, como se não recebesse, o próprio COB, milhões e milhões de Reais dos cofres públicos que são investidos em “admnistração interna” e gastos de campanha. Na medida em que o COB tem dinheiro, passa, sim a ter responsabilidade direta por dar atenção não somente ao ginasta, mas a todos aqueles outros Atletas Olímpicos que também vivem na penúria. Está mais do que na hora dessa gente dar lugar a gente mais jovem, com idéias e conceitos modernos, com objetivos sociais.

Todos nós ficamos chocados com a morte inesperada do empresário e desportista Roger Wright. Ela era próximo de meu sogro. E minha mulher trabalhou com ele, na Arsenal. Eu o conheci pessoalmente em uma palestra, organizada por ele, sobre Olimpismo e proferida pelo grande Lars Grael, seu companheiro de barco, na qual eu estive presente. O alvo eram grandes empresários paulistas que poderiam ajudar na campanha Rio 2.016. Os empresários até que ficaram entusiasmados com a idéia, pois viam aí alguma chance de mudar algo no esporte olímpico brasileiro. Mas quando reuniram-se com a patota do Co – Rio, disseram que ajudariam na campanha desde que tivessem poder de fato e de direito na admnistração dos recursos do Rio 2.016. O Czar olímpico pulou da cadeira e reejeitou a idéia, embora tivesse, antes disso, oferecido como atrativo assento no Conselho do Co Rio a quem ajudasse. Então a tentativa de atrair dinheiro privado de São Paulo para a campanha olímpica carioca deu em nada.

Recentemente, em uma conversa com meu sogro, na casa dele, no Rio de Janeiro, Roger confidenciou que gostava de mim e achava que as críticas que eu faço ao movimento olímpico do Brasil são corretas. Mas que seriam em vão porque seria muito difícil alterar as estruturas de poder fincadas pelo status quo.

Ele era um dos poucos que, no final de ano, ao receber o presente de Natal de nosso Escritório, ligava para agradecer. No mais das vezes, as pessoas não têm tempo para essas gentilezas. Eu ligo para isso, pois também procuro agradecer a cada presente de final de ano que me é encaminhado assim, por mais aterefado que esteja. Por isso, aqueles que também têm essa delicadeza, chamam a minha atenção.

A última vez que o encontrei foi justamente em um vôo do Rio para São Paulo. Falamos um pouco sobre Olimpismo. E cada um pegou seu taxi.

 

A farra de Nuzman – por Dep. Silvio Torres

By Paulinho
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO FEDERAL SILVIO TORRE
OITENTA MILHÕES É O CUSTO DA CAMPANHA PARA O RIO SEDIAR OS JOGOS DE 2016   
Respondendo questionamentos do deputado Silvio Torres (PSDB-SP), na audiência pública desta quarta-feira, na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, informou que os gastos oficiais com a candidatura da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 ficarão em torno de R$ 80 milhões, bancados em grande parte pelo governo federal e o restante pelo governo e prefeitura do Rio de Janeiro. Até agora foram investidos R$ 47,6 milhões. O anúncio da cidade vencedora será feito em 2 de outubro em Copenhague, na Dinamarca. O Rio de Janeiro concorre com Tóquio, Chicago e Madri.
            No caso do Rio sair vencedor só a parte técnica do projeto de organização dos jogos está orçada em R$ 5,6 bilhões. Desse total, 45% virão da iniciativa privada e 24% do governo federal. Os 31% restantes sairão da venda de imagens, licenciamento de produtos e ingressos. As obras de infra-estrutura que serão executadas tem um custo estimado em R$ 23 bilhões, a maioria delas incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
            Nuzman revelou que o repasse do Comitê Olímpico Internacional (COI) para ajudar na organização dos Jogos Olímpicos de 2016 é da ordem da 1 bilhão de dólares.
ESCLARECIMENTOS DIVERSOS
            O presidente do COB respondeu a uma bateria de indagações do deputado Silvio Torres. Esclareceu que o presidente da República é o avalista de todos os compromissos assumidos pelo Brasil perante o COI. O Congresso vai ter de votar algumas leis para facilitar a entrada e permanência das delegações estrangeiras que vão participar dos jogos. Assegurou que dificilmente ocorrerá mudanças de locais de disputas esportivas. Grande parte dos equipamentos utilizados nos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro será aproveitada nas Olimpíadas de 2016, caso o Rio de Janeiro seja a cidade escolhida.
            À pergunta de Torres de como COB está preparando os atletas brasileiros para as próximas disputas internacionais, Nuzman foi evasivo dizendo que a preocupação das autoridades olímpicas, até o próximo dia 2 de outubro, estarão unicamente voltadas para a decisão do COI. Só depois dessa decisão é que o COB vai cuidar da preparação dos atletas. Quanto à reclamação do ginasta Diego Hipólito de que está sem contrato com patrocinadores e que se sente abandonado pelos dirigentes olímpicos, Nuzman também se esquivou a esclarecer esta situação, mudando o rumo da sua exposição.
            Ele sugeriu a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara a realização de audiências públicas para debater as questões relativas à segurança das Olimpíadas e das obras de infra-estrutura. “Esses assuntos fogem do controle do COB e só as autoridades do governo federal poderão falar”.
LEI PELÉ
            Também questionado por Silvio Torres, Carlos Nuzman confirmou ter solicitado ao presidente da Câmara, deputado Michel Temer, para que adie a votação da proposta aprovada por uma Comissão Especial de mudanças na Lei Pelé (n° 9615/98). Este projeto está pronto para ser votado no plenário da Câmara. O que o presidente do COB está querendo é evitar a aprovação do iten constante na reformulação da Lei Pelé que muda os critérios de distribuição dos recursos das loterias federais ao esporte. Se aprovado tal item, o COB perderá 30% dessa receita, que seria transferida diretamente aos clubes formadores de atletas olímpicos. É um dinheiro expressivo, em torno de R$ 110 milhões por ano, e que resulta dos 2% das loterias federais. A pressão agora é que esse repasse seja aumentado para 2,5%. Esse é o impasse que vai ter de ser superado e sua solução depende muito da Caixa Econômica Federal, que é a administradora das loterias federais.
            “Assim, uma votação que tudo indicava ser tranqüila, vai agora sofrer algum atraso. Aí está mais uma amostra de que o esporte brasileiro precisa ser repensado, é urgente a necessidade de se dar ao país uma política de esporte” – declarou Silvio Torres.
JORNALISTA(Cláudio Coletti) – 21/05/2009

BRAZILIAN CONGRESS REITERATES SUPPORT FOR RIO 2016

 Rio 2016 Bid Committee outlines the city’s Olympic plans to Tourism and Sports Commission

Rio, 21 May 2009 – The Rio 2016 Bid Committee described the city’s vision for hosting the Olympic and Paralympic Games yesterday during a meeting at the Brazilian Congress, in Brasilia .

The presentation for the Tourism and Sports Commission was enthusiastically received by deputies, who reiterated their full support for the Rio 2016 campaign. After the meeting, Carlos Arthur Nuzman, President of the Bid Committee, and Carlos Roberto Osório, Secretary General of the Bid, met with the President of the Chamber of Deputies, Michel Temer.

Over the course of the two hour presentation, Nuzman and Osório provided details of the bid to the Tourism and Sports Commission members. “It was a great opportunity to update deputies about the Rio 2016 campaign’s progress. One of the pillars of our bid is the synergy between the three levels of government and the support of the Legislature is fundamental,” said Nuzman. 

The President of the Tourism and Sports Commission, Federal Deputy Afonso Hamm, also accompanied President Lula during the IOC Evaluation Commission’s visit to Rio earlier this month. “This is a project for the entire country, not just for Rio de Janeiro . The Olympic and Paralympic Games in Brazil will be an excellent opportunity to contribute to the ongoing transformation of Brazil and strengthen the country on the world’s international stage,” said Hamm .

 More information:

Catherine St-Laurent

m: +44 (0)7595 049 682

t: +44 (0)20 7379 4000

f: +44 (0)20 7836 5812

email: cstlaurent@verocom.co.uk  

Na bela sequência de matérias que Bruno Lousada e Silvio Barsetti vêm fazendo com relação à situação do remo no Brasil, foi publicado um artigo em que o COB, finalmente, resolveu tomar pé da situação. E falou grosso. Disse ao interventor da Confederação Brasileira de Remo que quer explicações em 24 horas. Pois se alguém acha que o COB está preocupado com a situãção do remo brasileiro, ou que não sabia que todo o dinheiro público investido na modalidade para os Jogos Pan Americanos Rio 2.007 estava indo pelo ralo, está redondamente enganado. É óbvio que o COB sempre soube que não somente o material adquirido para o remo, mas, também, para outras modalidades, está sendo degradado pelo tempo e pela falta de cuidados. A questão é que o COB não está nem aí com isso. Se estivesse, já teria tomado medidas antes. Ademais, o COB não queria se desgastar com diretoria da Confederação Brasileira de Remo (“CBR”), para não perder o seu apoio na Assembléia Geral. Para eles, vale mais o apoio político da Confederação do que o remo em si, como esporte. Aliás, o COB teria até, a obrigação de ter intervido na CBR. Por muito menos interveio na Confderação Brasileira de Levantamento de Peso,  na qual nenhuma irrgularidade financeira foi encontrada. Não pensem que essa recente tomada de atitude do COB com relação à situação do remo se deu por moto próprio. O COB resolveu fingir que está preocupado com a situação pressionado pelas continuadas reportagens do Estado de São Paulo, dos remadores e ao perceber que poderão haver mudanças na direção da Confederação. Assim, o COB quer ficar bem com a oposição do remo, que conseguiu anular as “eleições” em Manaus. As fotografias que o Estado de São Paulo mostrou, dos equipamentos sendo destruídos são de culpa do COB que, por absoluta omissão e negligência, tem responsabilidade por aquilo. No que dependeu de mim, as fotografias do Estado correram o mundo, para mostrar o belíssimo “legado” que os Jogos Pan Americanos deixaram para a Cidade. Uma conta super faturada de 1.000% (hum mil por cento), e um monte de equipamento virando lixo. Não adianta mudar ´somente a direção do remo brasileiro. Tem que mudar, urgentemente, também, essa patota do COB, que se mostrou arroganmte, afetada e fracassada. Quanto mais arrogante, mais paranóico se é.

http://palavraplena.typepad.com/accosta/2009/05/o-real-n%C3%BAmero-de-assassinatos-1.html

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080319_iraq_civis_rc.shtml

Um dos pontos mais críticos na sabatina que a Comissão de Avaliação do Comitê Internacional Olímpico (“CIO”)  fez ao Co Rio 2.016 foi com relação à segurança pública. A Comissão não perdoou. As perguntas foram diretas e objetivas. A patota do Co Rio tentou sair pela tangente e enfatizar que “o Brasil nunca foi alvo de terrorismo político, ou religioso.”  Eu discordo dessa afirmação, pois o período pós golpe de 1.964, que durou até 1.984, o Brasil foi vítima de absoluto terror político, emanado do regime brutal imposto ao País. Mas ok. Vamos considerar que, hoje, vivemos em uma democracia e o Brasil não é alvo de terroristas internacionais. Mas ninguém na Comissão de Avaliação do CIO é bobo. Eles queriam saber mesmo é da violência urbana, que assola o Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Recife, o Brasil. A Comissão de Avaliação do CIO não saiu contente com o que ouviu sobre o item segurança. O que eles queriam saber é sobre oterrorismo social, que invadiu o Brasil. Basta dar um google na internet para se ter os dados que o Co Rio insistiu em ocultar da Comissão de Avaliação do CIO. Assim, vejamos:

A ONG Rio da Paz , em comunicado muito recente assinado por seu presidente Antônio Carlos da Costa (vide fonte no link acima) concluiu que nos últimos 16 mêses cerca de 17.000 pessoas morreram de forma violenta no Rio. Isso dá uma média de 1.062 por mês. 35 por dia.

A BBC, de Londres (vide link acima, também), concluiu em estudo realizado que a guerra no Iarque matou, desde o seu início, entre 104.000 e 223.000 civis. Considerando que essa guerra já leva cerca de 8 anos (96 meses, portanto), isso dá uma média de 37.000 pessoas no mesmo período indicado no estudo da ONG Rio da Paz (16 meses). Uma média de 2.312 pessoas por mês. 77 pessoas por dia. Atententem que, para esse cálculo, estou levando em consideração o número mais alto publicado pela BBC londrina. Se considerarmos uma média, ou o número mais baixo, os números de mortos, por dia, no Rio de Janeiro e no Iraque estarão muito próximos.

Por isso, no Rio existe um grave tipo de terrorismo, o social, o urbano. Se for comparada a situação do Iraque com o Rio de Janeiro, o País em guerra tem mais ou menos apenas o dobro de mortes violentas de um País belo e pacífico.

Vale mais investir esse dinheiro público em questões sociais e na segurança, ou na construção de elefantes brancos superfaturados?

O Rio de Janeiro é um local seguro para os padrões exigidos pelo Comitê Internacional Olímpico?

Cadu um pode tirar a sua própria conclusão.

Por José Cruz, escrito em seu Blog.

19.05.2009 Diálogo do retrocesso Em pleno Século 21, o Brasil político-esportivo-educacional ainda convive com o conflito de idéias sobre um tema histórico que se renova a cada governo: a prática da educação física na idade escolar. Pior: as autoridades maiores que deveriam expor os seus pensamentos e propostas para esse interminável debate, omitem-se, ausentam-se da plateia. O mais recente seminário para discutir sobre esse assunto foi há uma semana, na Câmara dos Deputados, iniciativa da Comissão de Turismo e Esporte, reunindo cerca de 500 pessoas de todo o país. Porém, os principais debatedores, os ministros da Educação, Fernando Haddad, e do Esporte, Orlando Silva, não compareceram, a exemplo do que ocorrera no Senado Federal. Sem novidades, os representantes ministeriais repetiram discursos de ocasião, mas com rumos opostos, que demonstram o total desencontro do governo federal nessa matéria. De um lado, o Ministério da Educação sem saber explorar a prática da educação física como instrumento da formação intelectual e de caráter dos jovens sugere “debater”; de outro, o Ministério do Esporte, aplicando o projeto Segundo Tempo, mas sem qualquer perfil pedagógico e de forte apelo eleitoral-partidário. Assim, sem novidades, o documento final do seminário é repetitivo sob o ponto de vista do que já se discutiu há anos… Foi da própria Câmara dos Deputados, por exemplo, a iniciativa da 1ª Conferência Nacional de Educação, Cultura e Desporto, realizada em 2001. Há oito anos, portanto, ouvia-se os mesmos argumentos de hoje. É o diálogo do retrocesso. Enquanto isso, o Comitê Olímpico Brasileiro — totalmente alheio a essa realidade pedagógico-educacional — é o organizador e gestor do dinheiro público destinado aos Jogos Escolares, o que demonstra como o governo federal está perdido nesse assunto. Porque, na prática, o tema não evolui devido à divergência de pensamentos filosóficos e ideológicos no mesmo núcleo governamental. Há os que rejeitam a prática de educação física, pois isso sugere formação de atletas, o que não deve, de fato, ocorrer na escola; outros, defendem essa atividade apenas como forma lúdica. Mas faltam, principalmente, o espaço físico para as aulas, a carga horária específica, a preparação e remuneração adequada dos professores e a definição de como essas atividades poderão, de fato, agir na formação integral dos jovens. O assunto, enfim, precisa ser tratado longe das paixões partidárias ou ideológicas, mas sob o aspecto educacional-científico que requer.

Em mais uma tentativa de abafar a CMPI do esporte olímpico, o Czar estará amanhã no Congresso Nacional para fazer o lobby, sob o pretexto de prestar contas sobre o Rio 2.016 aos parlamentares. Será que ele vai viajar com dinheiro público do COB? Quantas pessoas irão com ele no mesmo trem da alegria (será alegria mesmo?)? Com a imagem desgastadíssima perante o Congresso Nacional em face das denúncias diárias propagadas pela grande imprensa séria do País, o COB tenta de tudo para desconstituir a CMPI, que segue na mesa do Senado, aguardando apenas a sua leitura.

Desculpem-me pela falta de modéstia. Mas vou avisar a ele que também irei ao Congresso amanhã debater o tema, face a face. Daí vamos ver se ele foge de novo, como o fez no Senado Federal, em dezembro passado.

A Comissão de Avaliação do Comitê Internacional Olímpico (“CIO”) segue fazendo perguntas complementares a Chicago, em off. Isso é bom sinal. Pelo que consta, sairam muito bem impressionados com o que viram em Chicago e estão em busca de informações complementares para completar o relatório sobre a Cidade. Quando o Comitê de Avaliação aje assim, são pontos positivos para a Cidade.