O Brasil Perde Um Desportista: Roger Wright.
Maio 24, 2009
Todos nós ficamos chocados com a morte inesperada do empresário e desportista Roger Wright. Ela era próximo de meu sogro. E minha mulher trabalhou com ele, na Arsenal. Eu o conheci pessoalmente em uma palestra, organizada por ele, sobre Olimpismo e proferida pelo grande Lars Grael, seu companheiro de barco, na qual eu estive presente. O alvo eram grandes empresários paulistas que poderiam ajudar na campanha Rio 2.016. Os empresários até que ficaram entusiasmados com a idéia, pois viam aí alguma chance de mudar algo no esporte olímpico brasileiro. Mas quando reuniram-se com a patota do Co – Rio, disseram que ajudariam na campanha desde que tivessem poder de fato e de direito na admnistração dos recursos do Rio 2.016. O Czar olímpico pulou da cadeira e reejeitou a idéia, embora tivesse, antes disso, oferecido como atrativo assento no Conselho do Co Rio a quem ajudasse. Então a tentativa de atrair dinheiro privado de São Paulo para a campanha olímpica carioca deu em nada.
Recentemente, em uma conversa com meu sogro, na casa dele, no Rio de Janeiro, Roger confidenciou que gostava de mim e achava que as críticas que eu faço ao movimento olímpico do Brasil são corretas. Mas que seriam em vão porque seria muito difícil alterar as estruturas de poder fincadas pelo status quo.
Ele era um dos poucos que, no final de ano, ao receber o presente de Natal de nosso Escritório, ligava para agradecer. No mais das vezes, as pessoas não têm tempo para essas gentilezas. Eu ligo para isso, pois também procuro agradecer a cada presente de final de ano que me é encaminhado assim, por mais aterefado que esteja. Por isso, aqueles que também têm essa delicadeza, chamam a minha atenção.
A última vez que o encontrei foi justamente em um vôo do Rio para São Paulo. Falamos um pouco sobre Olimpismo. E cada um pegou seu taxi.