A patota do Rio 2.016 vai tentar manter a Comissão de Avaliação do CIO o mais distante possível das mazelas do Rio de Janeiro. Já disse aqui que, fora as maquetes, eles não terão muito o que mostrar. É claro que os membros da Comissão não são bobos e conhecem bem o solo em que estarão pisando e com estarão lidando. Promessas de políticos emocionados não vão afetar os avaliadores olímpicos.

De qualquer forma, é muito importante que, durante a estada dos Membros do CIO no Brasil, a imprensa séria e responsável, que pensa no País e naquilo que é prioritário para o nosso povo, faça uma cobertura correta e severa dessa visita. Que não se permita que jornalistas “baba ovo” ocupem os espaços da mídia com perguntas e comentários laudatórios.

Essa é a hora e o momento de expor as verdades esportivas do Brasil, para que a Comissão de Avaliação do CIO volte para casa com uma certeza: De que algo precisa, urgentemente, mudar no cenário ólímpico do Brasil. A começar pela realização de novas eleições para o Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”), uma vez que a que houve em outubro é flagrantemente ilegítima. E como o COB deu o (mau) exemplo, há discípulos que seguiram esse caminho. O Remo é um exemplo. Mas neste caso, a Justiça já está reparando o dano.