O Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”) publico ontem, em diário de grande circulação, uma chamada para aqueles que quiserem prestar serviços à entidade, que entrem em contacto. Isso faz parte do projeto de tentativa de melhorar a imagem, que escrevi no post abaixo. De qualquer forma, posso afirmar que isso vale para contratos menores, sem maior relevância. Os grandes contratos do COB continuam sendo firmados sem licitação pública, principalmente os de consultoria, que envolvem essa malfadada candidatura Rio 2.016.

Há uma coisa boa nisso. pelo menos parece que o COB descobriu o que é jornal de grande circulação. Lembremo-nos de que nas “eleições” de outubro, os editais de convocação foram publicados em jornais de circulação muito restrita.

A imagem do Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”) está muito desgastada. Desde que terminaram as Olimpíadas de Pequin nada de bom se tem falado do COB. Pelo contrário, a cada dia a entidade se vê mais envolvida em fatos pendentes de expliçação, que envolvem processos no TCU, CGU, Ministério Público Federal, Confederações descontentes e uma enxurrada de denúncias e críticas a atual administração, que parte da imprensa especializada e de Atletas de alto renome. Ninguém aguenta mais. Nuzman está envelhecido e cada vez mais nervoso, como se percebe em suas aparições públicas.

Os próceres do COB são arrogantes. Custaram a aceitar que a sua imagem estava no bueiro. A ordem no órgão agora é tentar, de todas as formas, minimizar os resultados da admnistração incompetente e do emaranhado de processos em que se meteu, relacionados à falta de licitações públicas e super faturamento do Pan Americano.

Note o pessoal da imprensa que o COB, de moto próprio, os tem procurado, com cara de bonzinho, objetivando “colocar-se à disposição para quaisquer dúvidas relacionadas ao Rio 2.016″.  Tanto a assessoria de imprensa do Comitê, bem como a sua relações públicas, receberam ordens expressas para fazer o que for possível para melhorar a imagem do órgão e de seu presidente. Um trabalho, senão impossível, muito difícil.