Revista Náutica On Line
27/01/2009 – 10:41
Fernanda Oliveira, medalhista olímpica em Pequim, começa o ano sem patrocínio
Por Marianna Ritter
Da Final Sports Comunicação
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| Fernanda Oliveira com a medalha de bronze conquistada nas Olimpíadas de Pequim |
Responsável pela primeira medalha olímpica feminina da vela brasileira, Fernanda Oliveira não conseguiu em 2009 dar continuidade as comemorações desta conquista inédita. Devido a não renovação de seus contratos, a velejadora, mesmo após gravar seu nome na história do esporte, iniciou o ano sem patrocinadores.
A luta pelo apoio de empresas é velha conhecida dos atletas. Apesar da visibilidade e do prestigio, poucas marcas ligam seus nomes a dos praticantes de modalidades esportivas conhecidas como amadoras. Inclusive, muitas empresas desconhecem a facilidade de estimular desportistas através de programas de incentivo fiscal como a lei federal de incentivo ao esporte e o Proesporte. Com isso, atletas internacionalmente conhecidos e responsáveis por conquistas importantes para o país não são valorizados da maneira como deveriam e, além das preocupações referentes à prática do esporte, enfrentam uma pressão diária em relação as condições que terão para o exercício da função.
Dessa forma, Fernanda, que durante o período que contou com seus apoiadores conseguiu montar uma estrutura apropriada para a busca da tão sonhada medalha olímpica, terá que reorganizar a sua forma de trabalho. Atualmente treinando ao lado da jovem Ana Barbacham, de 19 anos, a gaúcha pretende, por um tempo determinado, remodelar sua rotina de treinamentos. Ganhadora do 1º Prêmio Sul Sports em 2008, Fernanda Oliveira começa neste ano uma nova campanha olímpica de preparação para os Jogos de 2012.
Carta Recebida Do Gabinete do Presidente Do Comitê Internacional Olímpico, Com Cópia Para O Presidente do COB.
Janeiro 27, 2009
Tenho enviado ao Presidente Jacques Rogge, uma pessoa comprometida com a transparência no Movimento Olímpico, relatórios constantes, com cópia do que a imprensa tem publicado no Brasil sobre o esporte olímpico brasileiro, sobre as ações dos Atletas, a audiência pública no Senado Federal, o andamento do caso no Ministério Público Federal, a abertura de processo investigativo disciplinar na Controladoria Geral da União, a polêmica sobre o orçamento do Panamericano e uma série de coisas. Tudo comprovado e documentado. Hoje recebi da Chefe de Gabinete do Presidente Rogge, a carta abaixo, na qual ele acusa ter recebido o material enviado e que o estará analisando. A carta foi com cópia para o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro.
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Preparo Físico dos Estados Unidos Para a Guerra. Por Sylvio de Magalhães Padilha, em 1.944.
Janeiro 27, 2009
Em 1.942, meu avô, Sylvio de Magalhães Padilha, capitão do exército brasileiro, grande atleta de nível internacional, Professor de Educação Física, Diretor e Criador do Departamento de Educação Física do Estado de São Paulo e Diretor da Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, foi convidado pelo governo dos EUA a auxiliar na preparação física dos soldados americanos para a segunda guerra mundial.
Ao retornar dos EUA, em 1.944, escreveu um Livro cujo título é o mesmo deste post. Publico abaixo apenas as primeiras páginas do Livro, que adquiri, recentemente, em um sebo, pela internet.
O importante é notar que o aprendizado do Capitão Padilha nos EUA, refletido no Livro, é totalmente voltado para a prática da educação física de massa. O Livro pretendeu aplicar o treinamento dos soldados norte-americanos às atividades desportivas nas escolas brasileiras, adequando-o à nossa realidade e necessidade, com o intuito de fazer do esporte uma prática diária na vida do (a) brasileiro.
Massificar o esporte e utilizá-lo como um elemento formador da pessoa, para a melhoria da nação, foi sempre seu pensamento.
Durante sua estada nos EUA, o Capitão Padilha concluiu seu curso de mestrado em Educação Física no Springfield College.
Para mais informações podem clicar no www.sylviodemagalhaespadilha.com.br
Para ver as páginas, basta clicar duas vezes em cada imagem abaixo.
Os Clubes Estão Contra O Comitê Olímpico Brasileiro.
Janeiro 27, 2009
| SEXTA-FEIRA, 9 DE JANEIRO DE 2009 – 08h05 |
Clubes criam Conselho e pressionam COB
GUSTAVO FRANCESCHINI
Da Máquina do Esporte, em São Paulo
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O início do novo ciclo olímpico promete quatro anos mais agitados para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que os que antecederam os Jogos Olímpicos de Pequim. Cobrada por diversos setores por um suposto mal resultado na China, diante do gasto de quase R$ 1 bilhão de verbas públicas, a entidade deve ganhar mais um adversário de peso nos próximos dias. No dia 3 de fevereiro, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Vasco, Sogipa, Pinheiros, Minas Tênis e Grêmio Náutico União devem lançar o Conselho de Clubes Formadores de Atletas, que vai pleitear verba da lei Agnela-Piva para as agremiações.
As negociações para a implantação da novidade estão bem avançadas, e uma ata do grupo já foi formalizada. Sérgio Bruno Zech, presidente do Minas Tênis, será o presidente, enquanto Márcio Braga, do Flamengo, e Antonio Moreno Neto, do Pinheiros, serão seus vices. O principal motivo da união é a falta de repasses e reconhecimento do COB aos clubes que ainda sustentam equipes de várias modalidades. Os clubes pretendem entrar no jogo político para brigar por parte das receitas da entidade-mor do esporte brasileiro, que amealhou cerca de R$ 254,4 milhões no último ciclo olímpico somente com repasses de loterias. “Ela vai ser uma entidade política, porque nós vamos querer que nosso espaço seja reconhecido e, se possível, que a gente receba também algum tipo de verba. Se nós somos importantes, então queremos entrar no bolo, porque nós que formamos esses atletas”, disse Sérgio Bruno Zech, presidente da futura entidade. O anúncio será formalizado à imprensa em encontro na sede do Pinheiros, em São Paulo, e a idéia dos fundadores é trazer ainda mais entidades para a organização. No futuro, os dirigentes, que reclamam ter fornecido cerca de 77% da delegação brasileira em Pequim, podem até montar competições próprias, como forma de fomento ao esporte no país. O impasse com o Comitê existe há muitos anos, mas ganhou força em 2007. Convidado de honra de uma reunião do Consenso Superior Interclubes, que reúne os 29 principais clubes sociais do Brasil, Carlos Arthur Nuzman ouviu as sugestões dos dirigentes e se comprometeu a ajudar. No dia seguinte, porém, a divulgação do encontro e da existência da pressão irritou o presidente do COB, que logo voltou atrás nas promessas. A entidade também se indispôs com o Flamengo nessa semana. Cercado de mistério, o novo contrato do clube com a Petrobras deve marcar a redução dos investimentos nos esportes olímpicos. Na última quarta-feira, o COB se manifestou contra a atitude, e ouviu do clube, em seguida, que precisava destinar mais recursos aos formadores de atletas brasileiros. Atualizada às 14h39 |





