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Abaixo Vocês poderão ver, clicando dias vezes em cada imagem, a publicação de um Processo Administrativo Disciplinar – PAD, realizado em 22 de dezembro de 2.008, recentemente, portanto, pela Controladoria Geral da União, porgão ligado diretamente à Presidência da República, responsável pela fiscalização das contas públicas do pode executivo. Tal procedimento foi realizado à revelia do Ministro Orlando Silva que, depois de publicado, tentou, de todas as formas, anular o referido ato da CGU/PR e não conseguiu. Uma desmoralização pessoal para ele. Prevaleceu a Justiça. O motivo dessa interferência, ou intervenção do Ministério do Esporte pela CGU/PR é que o Ministério não consegue apurar e explicar os fatos e indicar os responsáveis pelas irregularidades ocorridas nas contas e nos Convênios assinados entre eles e o Comitê Olímpico Brasileiro em razão dos Jogos Panamericanos do Rio 2.007. Por que será isso? O fato real é que está havendo uma intervenção na pasta do Ministro Orlando Silva, porque ele, declaradamente, não tem intenções de apurar o que aconteceu com o dinheiro dos Jogos Panamericanos Rio 2.007. Isso demonstra que o Ministro está cada vez mais enfraquecido no Palácio do Planalto. E vejam que no Acódão do TCU, o chefão do COB também é mencionado.

De: Nilson Duarte Monteiro [mailto:nilsondm@uol.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 17 de outubro de 2008 16:07
Para: Sen. Cristovam Buarque
Assunto: Comiissão de Debate do Esporte Brasileiro.

Senador Cristovão Buarque,
 
 
Queria parabenizá-lo por sua condução nos debates da Comissão.
 
Gostei muito da explanação do Prof. Fernando, o conheço de longa data e admiro muito o trabalho dele, mas uma questão me chamou a atenção. Muito se fala em investimento na base, correto, mas, nosso país está tão desacreditado, a corrupção campeia a passos largos, que um investimento na base será o mesmo vertedouro de recursos públicos que está sendo para o esporte de alto-rendimento. Esse dinheiro jamais chegará na base.
 
Infelizmente eu tenho que dar a mão a palmatória; em termos de esporte de base, tenho saudades da ditadura, pois foi a época em que fui atleta e, naquela época a base era valorizada, mas, o esporte de alto-rendimento esquecido. Hoje é o contrário, o esporte de base está esquecido e o alto-rendimento valorizado, assim como a educação. A educação na época da ditadura era valorizada, o professor era respeitado, as escolas públicas eram de primeira qualidade, hoje…
 
Escutei uma declaração que me chamou a atenção e fui comprovar in-loco. O professor Nuno Cobra disse que as escolas brasileiras não estão preparando o cidadão, elas estão preparando o indíviduo para o mercado trabalho, capacitando-o para produzir, mas, não como cidadão. Por quê? Porque as escolas, em sua grande maioria, só tem o espaço acadêmico, não tem o espaço esportivo. O aluno que não tem uma atividade física, seu aprendizado fica capenga, pois, a atividade física o capacitará como cidadão e não apenas para o trabalho. A atividade física nas escolas ensina o aluno a enfrentar as adversidades da vida, o saber ganhar e o saber perder. Não se forma um cidadão apenas com ensino acadêmico, mas, também, com Educação Física, um complementa o outro.
 
Como disse o Prof. Fernando, são milhões de estudantes/atletas em potencial perdidos pelo Brasil a fora.
 
Como a Jamaica, Etiópia, Quênia, África do Sul, Cuba, enfim, países pobres e com populações dezenas de vezes menores que a nossa e são potências esportivas?? Tudo bem, podem ser potências mono-esportivas, mas são mais vencedoras que a nossa.
 
Outra questão que me intriga; Por que o Ministério Público não investiga a aplicação dos recursos que são destinados ao COB, uma vez que, o COB vive quase que exclusivamente de recursos públicos, assim como as Confederações e suas Federações afiliadas??
 
São questões que toda a sociedade brasileira se pergunta; Como e onde vai parar essa dinheirama toda??
 
Muito obrigado pela atenção. 
 
Nilson Duarte Monteiro
Técnico de atletismo
Brasília-DF
Em 14/01/2009 19:38, Sen. Cristovam Buarque   escreveu:
Nilson,
 
Foi preciso esperar o recesso para ter tempo de lhe reponder.
Acho que o COB será investigado.
 

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Report by the IOC Candidature Acceptance Working Group / Games of the XXXI Olympiad in 2016
Safety and security
RIO DE JANEIRO The National Secretary of Public Security, reporting to the Ministry of Justice, would have overall responsibility for the security of the Olympic Games. Building on the recent experience of the 2007 Pan American Games, the operational capability and resources of the security agencies has been improved and technical equipment provided. Brazil will also host the FIFA Football World Cup in 2014 which will further enhance operational experience.  Crime in parts of Rio de Janeiro was considered to be an issue for the safety of people attending the Olympic Games. Should Rio be selected as a Candidate City, assurances regarding protection and safety of persons travelling through certain parts of the city would be required.

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15/01/2009 – 16h03

Cabral reconhece que faltam pelo menos 20 mil policiais no Rio de Janeiro

Da Agência Brasil
No Rio de Janeiro (RJ)
A polícia do Rio de Janeiro tem uma defasagem de mais de 20 mil homens, disse hoje o governador do Estado, Sérgio Cabral. Ele comentou a carência de pessoal na área de segurança pública fluminense ao participar da cerimônia de formutura de 677 soldados da PM.
Acompanhado do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, Cabral anunciou que 250 formandos serão destacados para o policiamento comunitário a partir de fevereiro. Antes disso, os soldados vão fazer treinamento de 20 dias no Bope (Batalhão de Operações Especiais) da PM.

De acordo com Cabral, 200 homens serão deslocados para a Cidade de Deus, dominada por traficantes, e 50 para a favela do Batan, em Realengo, onde há a atuação de milícias. Os novos policiais, assinalou ele, vão ajudar a reprimir o tráfico e a ação das milícias.

“Efetivamente, por ausência do Estado, da mesma maneira como cresceram os traficantes, cresceram os milicianos e nós temos que enfrentá-los. Assim como existem os bandidos do tráfico de drogas desejosos de ocupar territórios para vender a cocaína, a maconha e o ecstasy, os bandidos da milícia dominam territórios para vender serviços, como segurança, gato net, botijão de gás e o transporte ilegal”, disse Cabral.